Brownie de feijão preto

Eu odeio feijão e não, não farei essa receita. MAS, pra quem gosta e/ou quiser tentar, eis a interessante utilização de feijão numa receita doce…


Brownie de feijão preto

2/3 de xícara de chocolate meio-amargo picado (115g)
1 xícara de manteiga sem sal
2 xícara de feijão preto cozido (mais pra molinho), sem caldo
1 xícara de nozes picadas
1 colher de sopa de essência de baunilha
¼ xícara de café instantâneo
¼ colher de chá de sal
4 ovos grandes
1½ xícara de mel

Preaqueca o forno a 165 graus Celcius (é o que a receita diz…). Forre uma forma de 28 x 46cm com papel manteiga e pincele levemente com óleo de canola.

Derreta o chocolate e a manteiga no microondas por 1 e meio a 2 minutos. Mexa para derreter completamente. Na vasilha do processador, misture o feijão, 1/2 xícara de nozes, a baunilha e 2 colheres de sopa bem cheias do chocolate derretidos e bata por cerca de 2 minutos ou até ficar macio. Reserve.

Numa vasilha grande, misture o resto das nozes, o resto do chocolate, o café e o sal. Misture bem e reserve.

Na batedeira, bata os ovos por cerca de um minuto, ou até ficar uma mistura clara e cremosa. Adicione o mel e misture bem. Reserve.

Adicione a misture de chocolate/feijão à mistura de chocolate/café. Mexa bem até incorporar.

Adicione a mistura dos ovos, reservando 1/2 xícara. Misture bem. Coloque na forma. Bata na batedeira a 1/2 xícara da mistura do ovo até ficar mais claro e mais cremoso. Despeje sobre a massa do brownie. Com um palito de dente, vá criando círculos na mistura de ovo sobre o brownie, incorporando levemente, criando um efeito mesclado.

Asse por 30 a 40 minutos. Deixe esfriar completamente antes de cortar (de preferência, deixe na geladeira do dia para a noite).

Fonte: Amazing black bean brownies

Eu (não) desisto!

Eu sou apaixonada pela cozinha. Adoro cozinhar. Óbvio, essa paixão vem da minha mãe, que adora cozinhar e o faz muito bem, obrigada. Desde pequenas, eu e minhas irmãs ficávamos na cozinha com ela, ajudando (e, muitas vezes, “ajudando”…). Daí, das três, duas saíram gostando de cozinhar. Meu irmão ia muito menos na cozinha, mas, gosta de cozinhar também. Sabe lá Deus o que, mas ele jura que gosta… particularmente, só lembro do meu irmão fazer 4 coisas: pão assado, (com) vitamina de banana, (ou) leite e brigadeirão. Muitíssimo gostosos, mas só lembro disso. Mas, se ele diz que gosta, gosta. Deve cozinhar pra esposa, né? :p

Como eu, 90% das vezes, cozinhava com minha mãe, jurava que sabia cozinhar. Fazia de tudo e sempre dava certo. Bolo, brigadeiro, arroz, feijão, carne, strogonoff… qualquer coisa. Aí, tô aqui cozinhando sozinha… e né que eu descobri que eu não sei cozinhar????? O_O

Não exista nada mais difícil nesse mundo que descobrir o ponto do sal. Talvez esse erro venha também devido à minha mãe, já que ela sempre cozinhou com pouco sal (hipertensão e tal). Ótimo, em termos de saúde. Mas daí, aqui eu erro no sal. Quando ponho, pra ser sincera. Às vezes esqueço :D . Na maior parte das vezes, o pobre do Daniel comenta (da maneira mais gentil possível, é vero) que “tá com pouco sal, né, amor?”. Quando não ponho de menos, ponho de mais. No meu almoço de hoje, errei a mão de longe. Pense que ficou salgado… nossa…

Então, queridos que sabem cozinhar, qual o segredo?

Absurdo

Eu odeio quem não pensa nos outros. Quando se trata de comida, então, odeio ainda mais. Tudo bem que existem países ricos e tal, mas em todo canto tem gente que não tem (ou tem pouco) o que comer. Por que em vez dessa palhaçada eles não distribuem comida? Que diabos tão querendo provar com essa idiotice?

Café, café, café

Vamos lá, digam se existe algo mais gosto que uma bela xícara de café quentinho e forte? Aquele que quando você começa a fazer libera aquele cheiro delicioso por toda a casa e faz com que você já comece a saborear a tal bebida antes mesmo de colocá-la na boca. Huuuumm…

A muito tempo atrás eu recebi um e-mail que, como outros 452 que recebemos mensalmente, reclamavam do Brasil. O objetivo desses e-mails é simplesmente reclamar e plantar em sua cabeca a sementinha do “o Brasil não presta…“. Daí pra frente, viram aguinha e adubo para a plantinha do “o Brasil não presta mesmo“. Eu nunca gostei muito desses e-mails e cada mais, gosto menos. :) Voltando. A um tempo atrás recebi um que falava do café brasileiro. A pessoa esculhambava o Brasil dizendo que o Brasil era o maior produtor de café mundial (vero. O país é hoje o maior produtor mundial de café, com a participação de 30% do mercado internacional, movimentando cerca de 95 bilhões de dólares por ano, perdendo apenas para o petróleo. O_O), mas que a parte boa dos grãos iam para o mercado internacional, principalmente para os EUA, e que no Brasil ficavam apenas as partes ruins, ou melhor, o resto das torragens (existe essa palavra? Bom, houve comunicação…) e moagens.

Os EUA são o país do café também. O povo toma café como se fosse água (ou melhor, como se fosse suco no Brasil: compra um copo de 700mL e sai tomando na rua…). E não importa a estação. Se tá frio, café quente. Se tá quente, café frio. O importante é ter café café café. Achei isso o máximo, pois, como vocês bem sabem, venho de uma família completamente cafeística. Café, na família Simplício, é sinônimo de evento social. Vai visitar uma parente? “Vou passar lá em Fulano para tomar um café“. Tá indo pra Ciclâmio (hehehehehe)? “Ei, tô indo aí tomar um cafezinho“. Você não é Simplício mas foi visitar um? (E não avisou, seu mal-educado?) Pode ter certeza de que vai tomar um café. É aniversário de 15 anos, casamento, São João, Natal, Padroeira, Carnaval, qualquer coisa? Café. Pode ser com biscoito cream-cracker (se você foi aquele mal-educado que não avisou e pega uma família desprevenida), pão com manteiga, bolo quentinho branco simples ou bolo de chcolate com recheio e cobertura (OU bolo de abacaxi… huuuuummmm… por sinal, querida mamãe, pede pra Letinha mandar a receita :D ). Café café café.

Aí, cheguei aqui animadéeeeeeeerrima com o país do café e, no primeiro dia, fui descobrir o Starbucks. Depois, redescobri-o-o. Mas, o passo principal era fazer café em casa. Comprei uma cafeteira e, para primeiro teste, comprei o café do Starbucks. Péssimo. Horrível. Fraco e fedorento. Sabem o café (pó) do Brasil, que é pretinho pretinho? E tem cheiro de café? Não é assim. É um café misturado com sei-lá-o-que. Marrom e sem cheiro. Mas, tomei-o-o todinho. Finalmente o bendito acabou e fui no supermercado comprar um novo. Um atendente tava arrumando as prateleiras do café e eu pedi que ele me indicasse um café bom e forte (e disse que não tinha gostado do café do Starbucks, no que ele me respondeu com um “Ah, não presta mesmo”. Bom sinal, né?). Passou uma mulher que me indicou o do Dunkin Donuts, que era “o melhor de todos”, mas que eu j;a tinha tomado e não gostei do café da loja… imagina pra fazer em casa… Aí, o gentil rapaz me disse pra voltar no dia seguinte, porque o café bom ia estar em promoção pela metade do preço. Simpático, hun? Voltei no dia seguinte (ontem, e realmente estava por metade do preço) e… péssimo. A mesma droga. Exatamente igual ao do Starbucks.

Depois de muito blablabla, dirijo-me única e especialmente ao autor daquele e-mail que recebi anos atrás:

Querido autor desavisado,

nunca mais em sua santa vida se atreva a escrever idiotices das quais você não tem a menor noção. O café dos EUA é dos EUA e é ruim ruim ruim péssimo horrível. Café bom aqui é importado do Brasil, aquele igualzinho ao que tem na nossa prateleira no Brasil, só que mais caro. E, no dia que eu encontra-lo, farei você tomar 1L de café ruim daqui, pra você aprender a nunca mais ser idiota.

Cafemaníaca-estressada

Hum.

P.S.: Eu sou a rainha dos parênteses, né? Huahauhauahauahauha :p

Britadeira

Definitivamente as obras nas ruas deveriam ser avisadas com antecedência e, ainda mais, os responsáveis pela obra deveriam distribuir protetores de ouvido para os moradores. Tão quebrando a rua aqui na frente do prédio e o barulho tá insuportável. A mais de 1h. Os bonitinhos lá da obra estão com os ouvidinhos protegidos, mas eu (e os coitados que entram na rua) não!!!

Bolo de limão II

Lembram do bolo de limão que eu fiz, pensando na minha irmã? Não? Putz. Vcs precisam ler mais o blog, hein… vou dar uma colher de chá, mas não se acostumem. :) Cliquem aqui, pseudo-leitores, e vejam.

Bom, acontece que minha irmã finalmente teve pena de mim e revelou o mistério do bolo de limão. Só por vcs não terem lembrado, eu não contarei a resolução do mistério. Pón! Caso queria ver, clique aqui e aqui.

Beijosmeliga (by Larissa e Sérgio) :p

Horário de verão

Eu odeio horário de verão. Odeio. No Brasil já odiava. E olha que em Natal só teve uma vez, que eu me lembro. Mas eu já odiava ter a programação de TV alterada. Ainda mais depois que a Globo começou a não mudar a programação da manhã e quando a TV por assinatura mudava o horário dos programas ou, outros horários de verão, não mudava. Complicava tudo. E eu demorava um tempinho pra me acostumar com os horários… lá ia toda feliz ver o programa que eu não perdia nunca e… puf. O programa já era.

No ano que Natal teve horário de verão foi o ó do borogodó. Tendo que levantar às 5:00h (sim, sim, porque mesmo que mude todo o dia, meu relógio biológico não se alterava do dia pra noite), com o sol fraquinho, nascendo… só fazia gastar mais energia, porque as 5h da manhã definitivamente você precisa acender as luzes em Natal.

Enfim… ontem aqui começou o horário de verão. No final do outono/começo do inverno, às 4:30 da tarde já estava anoitecendo. Aí começou a ser mais tarde, mais tarde… e um dia desses notamos que anoitecia depois das 6h. Dia longo… e amanhece às 7h, mais ou menos. Daí, chegou a notícia de que ia começar o horário de verão. O bisonho é que, aqui, ele começa no meio da tarde! Em vez do clássico “adiantem seus relógios em uma hora” na noite de sábado, pra comercar o horário à meia noite do domingo, veio um “adiantem seus relógios em uma hora” às 2h da tarde! Aí sim, 1 hora do nosso dia foi engolida. 1:58h, 1:59h, 3:00h. o_O

Como se já não bastasse ter perdido (sim, sim, perdido) 1 hora do nosso sagrado final de semana… acordar cedo na segunda? Claro que não conseguimos dormir uma hora mais cedo no domingo, então, acabamos dormindo quase meia noite (na nossa antiga hora normal, às 11 da noite). Aí, às 6h da manhã levantar? Quase sem sol? Aaah, não. E ainda levantar pra malhar? Aaah não. Duas vezes.

Daniel, como bom diurno, levantou às 7h (pra mim, 6h!). Eu fiquei enrolando, enrolando… :D E lá se foi a hora da academia. Quando levantei (recuso-me a informar a hora que me dispus a levantar…), Daniel tava todo pronto, saindo pra trabalhar. Ô marido bom! Me mata de orgulho! :D

MAS, não sou de toda preguiçosa. Constato que não consigo dormir na hora que deito… não sei por quê. Aí sempre durmo muito mais tarde do que quando fomos nos deitar. E eu não tô tomando café depois das 3h da tarde. Aiai… um dia eu descubro o segredo do deita-e-dorme.

Falei falei e, só pra deixar mais claro ainda, A diferença daqui praí (sim, leitores amados de Natal…) é de 1h, apenas.

Update: Lorena disse que o horário começa as 2 da manhã. Talvez eu tenha visto errado, então… :) Corrigindo: começou as 2 da manhã, mas eu só notei as 5 da tarde :)

E eu acho inglês difícil…

Pra mim, TH e RL são dois sons IMPOSSÍVEIS de reproduzir. Eu tento tento tento. Passo a tarde em casa, lesando, falando: THe THis THat THief THey Then THursday e giRL woRLd e por aí vai. As variantes ainda complicam mais, mas nem cheguei na fase de odiá-las (odeio ainda as primeiras…): THR ou RTH. E outras coisas que não me lembro agora. Mas, são fichinha perto desses “cliques”. o_O