Passeando pela cidade – Parte 2

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Depois da explicação da Bilbioteca (não, eu não consigo ser sucinta!), voltemos aos passeio. Vocês podem ver o trajeto do metrô até a biblioteca no mapa, nos três pontos marcadinhos lá em cima, isolados. Para encantar, no caminho para a biblioteca, passamos pelo Empire State. Sempre bom revê-lo… especialmente num dia tão bonito quanto ontem.

Bom, saímos da Biblio e fizemos o mesmo caminho até o metrô novamente. Daí, de um metrô para o outro, chegamos no Google para continuar nossos estudos. Saímos do Google por volta das 8h (ainda estava anoitecendo) e começamos nosso passeio…

O primeiro ponto do nosso passeio, no mapa, é o Google. Dele, seguimos na 8a Avenida e pegamos a Bleecker. Essa região é cheia de boutiques (pequenas e caras) e cafés. No meio dos cafezinhos, passamos pela Magnolia Bakery (que aparecia em Sex and the City). Pensamos em parar, mas tava lotada, com fila na porta e, sinceramente, não somos fãs de cupcakes… deixa pra outro dia.

Continuamos na Bleecker até pegarmos a 6a avenida e fomos para o terceiro ponto: Film Forum. Esse caminho é muito legal de se fazer pra passear/turistar ou só ficar à toa, procurando um lugar pra comer. Daniel disse que é “a região dos turistas”. Bem que parecia mesmo. Os restaurantes estavam lotados, mas eram mais restaurantes/cafés mesmo (nada de barzinho). Se os restaurantes não estivessem tão cheios e se não tivéssemos o filme pra assistir, tínhamos ficado por aí. Voltando ao cinema… Eu digo que é um cinema meio alternativo, porque passam uns filmes não tradicionais. Esse mês tá tendo um festival de filmes clássicos e íamos assistir sábado “The Good, the Bad and the Ugly“, mas erramos o horário da sessão. :D

No ponto 4, nos deparamos com uma celebridade Hollywoodiana (que eu não reconheci…), passeando com seus dois filhos e esposo. Só notamos, na verdade, pelos papparazzi enchendo o saco com flashes e mais flashes.

Daí por diante, como tínhamos perdido mesmo o filme… resolvemos que iríamos só passear. E ficamos passeando e passeando. Até que passamos pelo “Angelika Film Center”, outro cinema legal que tava passando um tempo desse “Cidade dos Homens”. Cogitamos a possibilidade de pegar um filminho (queremos ver “Persepolis“), mas a sessão ia demorar muito e eu não quis esperar.

Logo depois do cinema, passamos pela loja da Adidas, que queremos ir também, mas tava fechada. Continuamos na nossa andança em direção ao Lower East Side, a região de balada mesmo – barzinhos, clubes, etc etc etc. Seguimos na Houston até a 1a avenida, mas como já estávamos començando a cansar, resolvemos parar o passeio e procurar um lugar pra comer ou uma estação de metrô. Região entupida, lotada, sem espaço. Tá, exagero… mas bem cheia sim, monte de gente arrumada, grupos e tal. Mas não é muito região de turista não…

Continuamos na 1a avenida até a rua 14, onde tinha metrô. Compramos uns cookies no meio do caminho (nhé… muito bons não) e comemos um hot dogo num lugar famoso (ché… normal). Até que chegamos ao metrô e rumamos de volta pra casa.

Em Astoria (onde moramos, pra quem não sabe), descemos numa estação mais longe na nossa casa pra procurar um lugar pra comer. Os barzinhos e restaurantes e cafés estava também lotados. Acabou que encontramos uma lugar já conhecido, velho amigo, comemos e desmaiamos quando chegamos em casa :)

Vale lembrar que o clima estava ótimo!!! Agradabilíssimo! Dava pra andar sem casaco e tudo (de dia. De noite o casaco foi bom).

Passeando pela cidade – Parte 1

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Ontem fomos estudar e aproveitamos o belo dia de sol para dar um passeio pela cidade. Nosso pequeno percurso…

Só pra descrever um pouco da Biblioteca (vamos sempre estudar lá, mas nunca havíamos postado nada a respeito), é linda, gigante e organizada. E tem tudo. Levamos nossos laptops e pronto. Daniel pega os livros que precisa, lê artigos, teses e tudo mais que precisar. O ambiente é ótimo, com acesso à net, confortável, friozinho, iluminação legal… tudo de bom pra estudar. Nas primeiras vezes que fomos, no inverno, não tinha muita gente. Mas agora, primavera, já começaram as aulas e tava lotaaaaado ontem. Mesmo assim, conseguimos lugares. E o aumento no número de pessoas de modo algum resultou em barulho.

Uma outra coisa interessante de lá é que, quandoe stava mais vazia, tinha uns homeless dormindo por lá, fingidno que tavam lendo (ou depois de ler, né?). Mas desde a primeira vez que fomos, tem um deles lá que pega um monte de livros e realmente lê, fica nos computadores… já pensou? Acho que no Brasil ele não poderia nem entrar na Biblioteca… quanto mais utilizá-la. Muito legal!

A Biblioteca tem 2 andares (de acesso ao público). No térreo, quando você entra, estão os livros para empréstimo normal, computadores e tal. Nunca ficamos nessa parte… Na parte de baixo é onde você faz reserva e pega (para consulta, apenas) as coisas mais “especiais”. É onde tem também uma sessão para uso de computadores. Mesinhas mais reservadas do salão principal, pra você ficar estudando. Show.

Visão da parte de baixo da biblioteca.

Também na parte de baixo. Dá pra ver a entrada da biblioteca e a escada.

Atrás da escada, ficam essas Tv’s, passando os mais variados canais. No meio de um monte de jornais, umas propagandas estilo 011-1406!

Bom, sinceramente, nós achamos essa Biblioteca uma imitação barata da BCZM ou da Câmara Cascudo… Hunf!

Cada louco…

Fui agora à noite no supermercado (que é aqui do lado) e, quando voltei, tinha um rapaz (seus 20 e poucos anos) na porta do prédio, como se estivesse esperando alguém. De jeans e casaco preto, mochila nas costas, headfone e óculos escuros (à noite!). Ele estava parado bem na frente do trinco e eu não tinha como colocar a chave. Pedi licença mil vezes e ele não se mexeu. Aí dei um toquinho (vai que ele não tava me vendo nem ouvindo…) e nada. Aí resolvi falar mais alto e dar um toque mais forte (um empurrãozinho…). E o cara não se mexeu e começou a cantar!!! Ainda bem que vai abrir uma lojinha no térreo do prédio e tinham dois homens trabalhando lá. Fui lá e pedi pra eles me ajudarem. Um deles foi e deu um puxão lá no cara, pra ele sair (e ele continuou como se nada tivesse acontecendo…). Eu hein.

Daniel me lembrou que eu devia ter ligado pra polícia. Espero que não aconteça de novo, mas, se acontecer, 911.

É preciso ter carisma!

Eu já disse aqui que sou a rainha dos reality shows e é verdade. Realmente gosto e me perco assistindo. Entrei numa agora de ver um progama chamado “What not to wear” (O que não usar). Acho super divertido, principalmente porque me identifico com muitas das roupas. Não das roupas que são mostradas como certas, infelizmente, (continuo achando que não há de errado com o jeans, camisetinha e tênis) mas, acabo vendo mais ou menos o que eles recomendam pra moçoilas e penso em imitar. Até agora só penso mesmo, porque eu nãso tenho muito saco de comprar roupa e apesar de ter o dia todo disponível pra isso, não faço.

Além do já dito, gosto desse programa porque os apresentadores têm carisma. São simpáticos, brincam, são sérios e não são/não parecem ser falsos. Mas, coitados, não são fenômenos aqui. Pelo que vi até agora, 4 mulheres são fenômenos nacionais:

Oprah (tem um famoooooso programa de auditório meio auto-ajuda, sei lá)
Tyra Banks (Apresenta America’s next top model e tem um programa igual ao da Oprah)

Martha Stewart (tem um programa “de dona de casa”, como Ana Maria Braga antigamente…)

Rachael Ray (tem um programa de receitas em um canal e, no outro, igual ao da Martha)

Dessas quatro, prefiro a Tyra. É a única com carisma. Essas outras… principalmente as mais velhas (que, como vocês podem ver, estão sendo aos poucos substituídas pelas versões mais novas). Cara, vocês precisam ver um programa delas. É BIZONHO! Parece… tipo o Justus! Sabem aquela coisa sem carisma ALGUM, que até se esforça mas… nhéee… não dá? Pois é. Agora me digam: como é que elas conseguem ser esse fenômeno (e por tanto tempo???)??? O que há de errado com o público daqui? Ou será que sou eu que queria um Silvio Santos apresentando esses programas? Hebe… sei lá. O_o