Parabéns!

Parabéeeeeeens pra vooocêeeeeeeeee

nesta daaaata queriiiiidaaaaaaaaaaaa

muitaaaas feeeeeeeeelicidadeees

muuitos aaaaaaaaanos de viiiiiiiiiiiiiiiidaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Fonte: Love at first slice

:) Parabéns, Digo!

Pra quem não sabia, hoje foi o aniversário do meu irmão. Dêem os parabéns, seus mal-educados! ;)

E, pra vcs que comeram o bolo, postei essa foto pra tentar me igualar… só quero dizer que eu quero um igual ao dele no meu aniversário tb…

Brazilian Day

Brazilian Day 2008

Brazilian Day 2008

Sim, nós fomos. Tínhamos que ir, afinal, foi o primeiro Brazilian Day desde que chegamos. Fomos. Não gostamos muito. Não sei se voltaremos. Talvez, viu?

A festa foi numa região perto da chamada “Little Brazil” (que é uma rua). Os shows (de Jorge Ben, Banda Eva e Lulu Santos) foram na 6a avenida e nas ruas (que cruzam as avenidas) tinham as feirinhas. Feira de tudo que vcs quiserem imaginar. Tudo. Pastel frito em óleo do ano passado, churrasquinho de gato fedorento, caldo de cana, acaí, crepe, feijoada e guaraná. Claro que também tinham roupas e havaianas. No meio das coisas brasileiras, churrasquinhos (os chamados ‘kebabs” daqui) dos primos árabes, vitaminas dos vizinhos orientais e limonadas dos amigos latinos.

Bom, mas e os shows? Chegamos até cedinho por lá, por volta de meio-dia, uma hora, algo assim. O show não tinha começado e ficamos por lá, no meio da feirinha. Reclamamos da multidão, do empurra-empurra e do fedor dos churrasquinhos. Daí, fomos pra o local do show. Sol. Sol. E um viadinho apitando no meu ouvido. Resolvemos ir comer (não, não nos arriscamos na feijoada ou no pastel frito e fomos pra um restaurante mesmo). Voltamos e pegamos o show do Jorge. Ficamos num lugarzinho ótimo. Apertadinho, com fumaça de churrasquinho, mas na sombra e sem multidão. Ficamos por lá, pulando, dançando e cantando.

O show acabou e pensamos em esperar o próximo show… não… nós não somos assim… Saímos da multidão e fomos pra livraria :) . Passamos pela loja da Apple (lotada!) pra comprar um iPhone pro tio de Daniel e depois casa, que é bom e nós merecemos. MAS, daí tinha o jogo do Flu, e movemos nossas bundas para um restaurante brasileiro pertinho de casa e assistimos ao jogo, tomando Guaraná, Cerveja Brahma, calabresa frita e macaxeira frita.

Hoje tá tendo uma feirinha brasileira por aqui. Já já vamos lá também. Feriadão com gostinho brasileiro… pra entrar no clima com a chegada das visitas!!!

O senhor das moscas

Ando com bastante tempo pra ler, já que passo em média 1h por dia dentro do metrô, indo e vindo do trabalho. Boto uma música agradável, pego um bom livro, tento ignorar o calor, aproveito a viagem. Em suma, nos últimos meses li bastante coisa, vou falar de alguns dos livros por aqui, de pouco em pouco.

Capa de Lord of the Flies

Capa de Lord of the Flies

O senhor das moscas (Lord of the Flies), William Golding, 1954

Prosseguindo a idéia de ler autores e livros famosos da língua inglesa, me aventurei a pegar esse livro de 1954 do britânico William Golding. Eu já tinha ouvido falar do livro, o nome não me era estranho, mas não tinha a menor idéia do que se tratava. A capa dá a impressão de ser uma história de terror. Que nada. É um livro sobre crianças.

Um avião que carregava um grupo de crianças cai em uma ilha deserta. Todos os adultos morrem (aparentemente só havia o piloto de adulto), as crianças tem de aprender a se cuidar sozinhas. Há grupos de meninos “mais velhos” (10 ou 11 anos) e os “pequenos” (4 ou 5 anos). Os mais velhos rapidamente assumem o comando e tentar formar sua pequena sociedade na ilha, com direito a reuniões, líderes e trabalhos em conjunto. Eles acendem uma fogueira, comem dos frutos das árvores e, no geral, passam o tempo brincando no que parece um paraíso perdido.

Um dia, um dos meninos desaparece. Comeca a correr a história de que há um monstro na ilha. Os pequenos se desesperam e têm pesadelos a noite. Os grandes ficam divididos, alguns com medo do monstro, alguns querendo ir caçá-lo e alguns sem acreditar. O medo constante e as diferenças de personalidade entre os dois líderes adultos (um deles chamado Jack) levam lentamente a ruína da sociedade das crianças. Como o próprio livro coloca na contra capa “as crianças tem que enfrentar não só os defeitos de sua sociedade mas também de sua própria natureza”. Eu dou $10 pra quem, pela minha descrição, adivinhar qual série de TV se baseia descaradamente na história do livro. Mas como eu não quero perder $10, eu mesmo respondo: tá na cara que uma das inspirações pra Lost foi esse livro. O artigo da Wikipedia sobre Lost menciona que o livro influenciou a história da série desde o começo.

A maneira como o livro é escrita é, na verdade, bastante cansativa. Há longas passagem descrevendo a geografia da ilha, a vegetação, os montes, etc. Por ser um livro da década de 50, o inglês é um pouco diferente do que nos estamos acostumados, o que fez com que em alguns trechos eu não entendesse tudo que estava sendo dito. É um daqueles livros que você tem que aguentar as primeiras (e chatas) 50 ou 60 páginas, pra começar a ficar intrigado e ir até o fim. Quando no meio do livro eu percebi que eu estava praticamente lendo o roteiro do primeiro episódio de Lost, me animei mais.

O que eu aprendi na Wikipedia:

  • Foi uma das influências pra Lost;
  • É um dos livros clássicos da literatura inglesa pós-guerra, junto com Animal Farm (A revolução dos bichos) de Orwell e O apanhador no campo de centeio (The catcher in the rye) de Salinger – ambos entraram na nossa fila de livros;
  • O título é uma referência ao termo Hebreu Belzebu, ou “deus das moscas”.
  • Além de autor ganhador do prêmio Nobel de literatura, Golding também foi capitão da Marinha Imperial Britânica durante a Segunda Guerra.

Verdicto final: só se você estiver com muito saco.

Blog de casa nova

Não se assustem! Mudamos a cara, o nome e o endereço do blog. Já estávamos com vontade de fazer isso há um tempo, o endereço antigo (thaisamsl.blogspot.com) não fazia jus a nossa dinâmica dupla de dois escritores. Junta isso com o fato que comprar um domínio ‘.com’ custa a bagatela de $7 por ano, só precisavamos de um novo nome, que veio em meio a discussões do que seria uma comida regional legal pra misturar com maçã.

Atualizamos o feed RSS pra apontar pro nosso blog novo, mas se vocês quiserem mudar na marra, tem um linquizinho no final da barra lateral.

Sejam bem-vindos ao Big Apple com Rapadura! Novo blog, novo endereço, novo design, mesma demora pra postar. :-D

Update por Thaisa: eu adorei a parte da “dupla” que posta. A cada 10 posts, 9 e meio são meus… procuro qualquer coisa pra postar só pra não deixar o samba morrer e ainda tenho que ouvir as reclamações de que eu posto sobre salto alto… hehehe, vamos ver se agora o Sr. do blog novo se anima e contribui um pouco nesse blog duplo. :)