Sobrevivemos ao inverno… passado!

Nós chegamos aqui no início do outono, e achamos o clima ótimo. Frio, mas um frio agradável, ótimo. Sobrevivemos sem sacrifícios. Depois veio o inverno. Sobrevivemos, mas já com alguns sacrifícios. Nossos amigos nos diziam que o inverno era horrível, muito frio e tal. Mas nós sobrevivemos e nos achamos o máximo! Estávamos consciente de que aquele inverno tinha sido “quente”. Bom, foi para “amaciar”. Definitivamente o clima foi bom conosco. 

O outono mal começou e hoje estamos em clima de inverno… dia chuvoso e frio, com temperatura em torno dos… 0 graus. Com direito a sensações térmicas de negativos e uma neve de leve de madrugada..

GRE

Quem planeja fazer pós-graduação por aqui pode precisar fazer o GRE (Graduate Record Examination). Esses últimos meses me dediquei à preparação para a prova. Comprei alguns livros e estudei em casa mesmo. Existem cursos pra ajudar, como pro TOEFL, mas os livros (cujos autores são os que oferecem os cursos) são muito bons. A prova é no mesmo esquema do TOEFL. Vc marca pelo site ($140 aqui) e eles te mandam um CD pra ajudar a se preparar. Mas vc pode fazer o download do arquivo no próprio site da ETS (empresa que faz o TOEFL e GRE). Aqui, o CD chegou em uns 10 dias. Mas, pra quem tá fazendo de outros cantos, eu não tenho idéia.

A prova é de inglês e matemática, apenas. “Apenas”. Na primeira parte, são duas redações. Na primeira, eles dão dois tópicos (duas frases sobre alguma coisa) e vc escolhe um dois dois para escrever uma redação normal, em 45 minutos. Na segunda, eles dão um parágrafo de algum texto de alguém, e vc tem que apontar porque o texto é falho. Por exemplo, tem que dizer que ele usou amostragem insuficiente, generalizações e coisas e tal. Quem já fez ou sabe como é, pode explicar isso melhor. Depois disso vc pode tirar 10 minutos de intervalo.

Na parte seguinte, vêm as provas de inglês (que eles chamam de “Verbal”) e depois matemática, ou vice-versa. A prova de inglês é composta basicamente por 4 tipos de questões: analogias, antônimos, leitura e compreensão de textos e completar frases. Parece fácil… mas não é. Ao menos, para mim não foi. As palavras utilizadas são, em geral, bizonhas. Palavras que ninguém usa normalmente ou, se usa, eles escolhem o segundo ou terceiro sentido da palavra, que ninguém conhece. Na analogia, até aparecem palavras mais comuns, mas pra vc achar a relação… meio chato. Leitura e compreensão é chato, porque nessa prova toda (30 questões) vc tem 30 minutos pra fazer. E quando chega um texto, vc perde mto tempo lendo e desarruma tudo. Além disso, as questões são chatas. As questões de completar frase são razoáveis. Vc pode completar com 1 ou 2 palavras, dependando da questão. Mas, as frases não são simples… alguem são mais claras, mas outras…

A prova de matemática é um pouco melhor. São 28 questões e 45 minutos pra fazer. São 2 tipos de questão: comparativas e múltiplas respostas (ou algo assim). Nas comparativas, eles dão 2 número (ou duas expressões ou qualquer coisa!) e vc tem que comparar os dois. As possíveis respostas são (sempre): “A é maior que B”, “B é maior que A”, “Iguais”, “Poucas informações para afirmar”. O outro tipo é normal. Uma questão e 5 respostas. As questões podem ser de álgebra, aritmética, geometria, gráficos, probabilidade etc. Achei a matemática melhor que o inglês. Até porque eu já havia estudado matemática alguma vez na vida…

O grande lance dessa prova é que ela é “modelada”. Tipo assim, vc começa com uma questão fácil-média. Cada vez que vc acerta, a dificuldade aumenta. Cada vez que vc erra, a questão seguinte é mais fácil. Eles fazem isso pra encaixar vc num nível lá. Então, se vc a prova começa a ficar muito difícil, é um bom sinal. Também se vc acertar uma questão fácil vc não ganha mtos pontos. Errando uma difícil, talvez vc até nem perca pontos… é uma maneira interessante! Também é legal, porque eles dizem sua nota logo que vc acaba a prova. Bom, eles não dizem as notas das redações, mas td bem. Algumas universidades dizem a sua nota mínima pra poder aplicar pras elas. Então, quando vc sai da prova, vc já sabe se vai ter que fazer de novo ou não.

Um lance bom dessa prova também é que ela é “treinável” até certo ponto. A prova é a mesma, as questões são as mesmas. Na matemática, por exemplo, só mudam os números. Então, vc pode treinar treinar treinar e conseguir se dar bem na prova. Os livros, que eu falei no começo, inclusive dão técnicas pra vc detonar na prova. Dicas para vc resolver as questões mais rápido e tal. Ainda dão dicas para, quando vc não souber, excluir respostas e aumentar suas chances de acertar. É bom, vale MUITO a pena comprar os livros. A maioria deles vêm com CDs e/ou acesso ao site, assim vc pode treinar também. Essas dicas são tanto para a matemática quanto para o inglês. Inclusive, eles dão listas das palavras que mais caem na prova. Por isso eu passei tanto tempo estudando minhas palavrinhas.

Bom, em resumo, a prova é sim difícil, exige muito tempo de preparo e os nativos sempre terão vantagens. Mas, estudem e estudem e estudem que ao menos as notas mínimas nós conseguimos. :)

P.S.: Livros que eu comprei: Baroon, Princeton Review e Kaplan. O Princeton é muito bom, mas o site é horrível. O Baroon comprei só o livro de bolso, pra treinar no metrô. Bom. O Kaplan é bom, os cds são bons e o site é bom. Achei a melhor combinação. O ruim é que o treino dele na matemática é em 30 minutos, e não 45, como na prova, o que faz com que as últimas questões vc não consiga responder direito. Os livros não são exatamente caros, acho que vc encontra até no Amazon por $20 cada. Vale MUITO a pena. Melhor gastar muito em livros que pagar a prova de novo…

Um ano depois

Hoje faz um ano que chegamos aqui. Como é segunda-feira, saímos ontem para comemorar. Nossa primeiras impressões…

Chegamos com o nascer do sol (leia-se 7h da manhã). Depois de desembarcar e esperar na fila da imigração, saímos do aeroporto com um sol maravilhoso! Eu tirei logo meu casaco, porque, afinal, sol = calor. Tirei meu casaco e, quando as portas do aeroporto se abriram, congelei. :D Primeiro impacto.

Pegamos um taxi para a casa de Marcel, que nos acolheria até acharmos nosso cantinho. E no caminho, sonhávamos por “estar em NY”. Na verdade, ficamos meio decepcionados no caminho, mas também era querer demais ver uma Times Square no caminho do aeroporto. Chegamos em Marcel, lesamos um pouco até a hora do almoço. Passeio pelo bairro (Astoria) e almoço no restaurante Tailandês. Pedi um prato com UMA pimentinha (eles classificam de 1 a 3 ou 4 pimentinhas) e não consegui comer. Duas ou três garfadas e pronto, a pimenta pegou. Deixei o prato todo. A garçonete veio até perguntar se estava ruim. Aiai. Depois do almoço, passeio por Manhattan. Aaaaah… Manhattan. Pega o metrô, atravessa o rio, chega em Manhattan. Passeamos um pouco pelo MeatPacking District, pertinho do Google, e tomamos nosso primeiro Starbucks. Decepção total. Mas depois recuperamos o respeito.  Primeira semana, semana de passeio o dia todo (afinal, na outra semana Daniel já começava a trabalhar). Passeio pra conhecer a cidade, pra procurar apto, pra comprar os móveis e utensílios e tal. Segunda semana, contagem regressiva para nossa mudança.

Mas, quais as primeiras impressões da cidade? A cidade é louca. Muito muito urbana. Mas, ao mesmo tempo, misturada com umas quitandinhas no centro da cidade. Combinação diferente. Poucos, quase nenhum, mendigos nas ruas. Muitas lixeiras, mas ainda lixo no chão. Água cara. Muita, mas MUITA gente nas ruas. Metrô ótimo. Cidade cara. E com muitas caras.

Um ano depois… o que mudou?

Quase nada. A cidade é muito urbana, mas vc se acostuma com o ritmo acelerado da cidade e das pessoas. Um ano depois, já nos irritamos com turistas andando com passinhos de bebê na nossa frente. Vc adquire alguns costumes, sem pensar que são costumes. Andar na rua com seu copinho de café (normalmente Starbucks) é uma necessidade básica: no inverno, um café quentinho, pra ajudar a aquecer. No verão, pega um café frio, frappuccino, pra refrescar. Vc se acostuma com as muitas opções de cinema, teatro, shows, livros, restaurantes, cafés, passeios, compras… e muito de um muito, o que fascina no começo. Ainda fascina… mas não tanto quanto antes. A cidade continua falando mais línguas do que eu saberia citar. O que provocava curiosidade no começo, hoje passar quase despercebido. Os mendigos nas ruas… bom, hoje notamos mais. Não chega aos pés do Brasil, mas tem. Muitas lixeiras e lixo no chão. Água não tão cara. Só quando vc compra nos pontos turísticos. :) Metrô ótimo. ruas SEMPRE lotadas. Cidade cara. E com muitas caras. Mais duas. :)

Apesar de tudo isso, dos costumes, do carinho que já sentimos pela cidade… somos brasileiros e natalenses, de sangue e coração. Não importa o que aconteça, sempre arranjamos um jeitinho de encaixar Natal em nossa história. Outro país, outra vida… até nos acostumamos. Mas a falta que família e amigos nos fazem, isso nunca vai mudar. E tem dias que a saudade aperta muito mais forte… e quando chega uma mensagem no Orkut de amigos dizendo que estão com saudades… Bom, isso acelera a compra de passagens.

Família, que nos liga, amigos, que nos mandam e-mails… aí vamos nós! E depois, que venha mais um ano!

Burger Heaven

Fomos ao cinema ontem e, ao decidirmos fazer um jantar rápido antes do filme, nos deparamos com o “Paraíso dos Hamburgueres” logo ao lado do cinema. Nada mais fast-food (e gostoso) do que um bom hamburguer – embora não tenhamos levado nenhuma de nossas visitas ao Goodburger, a próxima está intimada a comer o melhor hamburguer de sua vida conosco.

Eu pedi um cheeseburger “deluxe” (com batata frita, alface, tomate) e Thaisa pediu um burger normal. Foi decepcionante. A batata frita estava extremamente gordurosa, chega brilhava de tanto óleo. O meu cheeseburger veio com uma folha de alface gigante e duas fatias grossas de tomate em cima, não dava nem pra montar direito o sanduíche. O hamburguer de Thaisa veio seco, passado do ponto. Resultado: tivemos que tacar ketchup em cima de tudo pra poder comer. Admito até que a carne do meu cheeseburger estava gostosa, mais ou menos no ponto, mas todo o resto foi decepcionante. Se, mesmo com todas essas falhas, o preço fosse super em conta, ainda vá lá, mas acabamos pagando uns $25 pelo jantar. Enfim, deixemos de enrolação e vamos à…

Avaliação da bodega:

  • Preço: meio caro ($12 por cheeseburger + fritas).
  • Ambiente: estilo diner, um salão grande e, quando fomos, meio vazio.
  • Atendimento: Normal.
  • Comida: de regular a ruim. Só provamos o hamburguer, que deveria ser a especialidade da casa, e não saímos nem um pouco impressionados. A batata frita estava terrível.
  • Resumo da ópera: caro, comida regular.
  • Voltaremos: não!
  • Review no Yelp

Quer conhecer?

  • Endereço: 1534 3rd avenue, Upper East Side, Manhattan, NY
  • Metrô: linha 6 até a estação da rua 86 – siga o mapa.

TPM em 4 fases

E-mail que recebi hoje, na íntegra. Thanks, Lella.

 

TPM em 4 fases 
 

(procura-se a autoria para entregar o Nobel)


             Segundo a visão masculina, dividiu-se a TPM em 4 fases principais:

            *Fase 1 - a Fase Meiguinha*

            Tudo começa quando a mulher começa a ficar dengosa,grudentinha. Bom sinal?
            Talvez, se não fosse mais do que o normal.
            Ela te abraça do nada, fala com aquela vozinha de criança e com todas as palavras no diminutivo. A fase começa chegar ao fim quando ela diz que está com uma vontade absurda de comer chocolate. O que se segue, é uma mudança sutil desse comportamento, aparentemente inofensivo, para umtemperamento um pouco mais depressivo.

            *Fase 2 - a Fase Sensível*

            Ela passa a se emocionar com qualquer coisa, desde uma pequena rachadura em forma de gatinho no azulejo em frente à privada, até uma reprise de um documentário sobre a vida e a morte trágica de Lady Di. Esse estágio atinge um nível crítico com uma pergunta que assombra todos os homens, desde os inexperientes até os mais escolados como o meu pai:
            – Você acha que eu estou gorda?
            Notem que não é uma simples pergunta retórica. Reparem na entonação, na escolha das palavras. O uso simples do verbo ‘estou’ ao invés da combinação ‘estou ficando’, torna o efeito da pergunta muito mais explosiva do que possamos imaginar.
            E essa pergunta, meus amigos, é só o começo da pior fase da TPM. Essa pergunta é a linha divisória entre essa fase sensível da mulher para uma fase mais irascível.

            *Fase 3 - a Fase Explosiva*

            Meus amigos, essa é a fase mais perigosa da TPM.
            Há relatos de mulheres que cometeram verdadeiros genocídios nessa fase. Desconfio até que várias limpezas étnicas tenham sido comandadas por mulheres na TPM. Exagero à parte, realmente essa é a pior fase do ciclo tepeêmico. Você chega na casa dela, ela está de pijama, pantufas e descabelada. A cara não é das melhores quando ela te dá um beijo bem rápido, seco e sem língua. Depois de alguns minutos de silêncio total da parte dela, você percebe que ela está assistindo aquele canal japonês que nem ela nem você sabem o nome. Parece ser uma novela ambientada na era feudal. Sem legendas…
            Então, meio sem graça, sem saber se fez alguma coisa errada, você faz aquela famosa pergunta: ‘Tá tudo bem?’ A resposta é um simples e seca: ‘Ta’ sem olhar na sua cara.
            Não satisfeito, você emenda um ‘Tem certeza?’, que é respondido mais friamente com um rosnado baixo e cavernoso ‘teenhoo.’. Aí, como somos legais e percebemos que ela não tá muito a fim de papo, deixamos quieto e passamos a tentar acompanhar o que Tanaka está tramando para tentar tirar Kazuke de Joshiro, o galã da novela que…
            – Merda, viu!? – ela rosna de repente.
            – Que foi?
            A Fase Explosiva acaba de atingir o seu ápice com essa pergunta.
            Sem querer, acabamos de puxar o gatilho. O que se segue são esporros do tipo:
            – Você não liga pra mim! Tá vendo que eu to aqui quase chorando e você nem pergunta o que eu tenho! Mas claro! Você só sabe falar de você mesmo!
            Ah, o seu dia foi uma merda? O meu também! E nem por isso eu fico aqui me lamuriando com você! E pára de me olhar com essa cara! Essa que você faz, e você sabe que me irrita! Você não sabe! Aquele vestido que você me deu ficou apertado! Aaaai, eu fico looooouca quando essas coisas me acontecem!
            Você também, não quis ir comigo no shopping trocar essa merda! O pior de tudo é que hoje, quando estava indo para o trabalho, um motoqueiro mexeu comigo e você não fez nada! Pra que serve esse seu Jiu Jitsu? Ah, você não estava comigo? Por que não estava comigo na hora? Tava com alguma vagabunda? Aquela sua colega de trabalho, só pode ser ela. E nem pra me trazer um chocolate! Cala sua boca! Sua voz me irrita!  Aliás,vai  embora antes que eu faça alguma besteira. Some da minha frente!
            Desnorteado, você pede o pinico e sai. Tenta dar um beijinho de boa noite e quase leva uma mordida.

            *Fase 4 - a Fase da Cólica*

            No dia seguinte o telefone toca. É ela, com uma voz chorosa, dizendo que está com uma cólica absurda, de não conseguir nem andar. Você vai à  casa dela e ela te recebe dócil, superamável. Faz uma cara de coitada, como se nada tivesse acontecido na noite anterior, e te pede pra ir à farmácia comprar um Atroveran, Ponstan ou Buscopan pra acabar com a dor dela.Você sai pra comprar o remédio meio aliviado, meio desconfiado ‘O que aconteceu?’, você se pergunta. ‘Tudo bem’. Você pensa: ‘Acho que ela se livrou do encosto’. Pronto! A paz reina novamente. A cólica dobra (literalmente) a fera e vocês voltam a ser um casal feliz.
            Pelo menos até daqui a 20 dias…

            ADENDO DO LEITOR
            P.S.: O PIOR NÃO É ISSO, O PIOR É QUE ELAS ESTÃO LENDO ISTO E ESTÃO DANDO RISADA!!!   ESTÃO DIZENDO, SOU ASSIM MESMO, E DAÍ? 

P.S. : Sim, eu fiquei rindo e pensando que é verdade mesmo. E daí? :p

Chocolate Spoon

O Chocolate Spoon Coffee House é um café ótimo. Funciona diariamente, serve café da manhã, almoço, jantar e lanches e fica pertinho da minha casa. É um café com comida brasileira. Ótimo.

O café é bom, normal. Tem um bolo de cenoura ótimo (quando tá novinho. Porque teve um dia que pedimos um já de uns 2 dias, e não tava mais tão bom…). também tem guaraná, açaí, mousse de maracujá, torta de limão, coxinha, empada e pastel frito. E X-tudo!!! huaahauhauahau Já almocei lá (ou “aqui”, já que estou aqui agora!) algumas vezes. O salpicão é bom e o almoço é normal. Mas também, eu pedi um frango grelhado. Outra vez vou experimentar um prato mais invocado, como ontem, que tinha frago a parmegiana. Não é exatamente invocado, mas é mais fácil errar num frango a parmegiana que num frango grelhado, né?

Os funcionários são ótimos, todos muito simpáticos (só uma funcionária que não é exatamnte simpática, mas não é antipática nem de longe!!!). Uma delas é a melhor, uma latina. Muito simpática! Faz um cappuccino ótimo!!!! O melhor da casa. Então, aconselho a ir de tarde, porque é o horário que ela tá lá. 

O preço é bem normal, dentro dos padrões NYC/Queens. Apesar do café ser meio barato. Merece visita de brasileiro que tá morando aqui. Se vc tá só turistando, só vá lá se vc tiver turistando por muito tempo… ou se quiser relaxar. Além da boa comida e bom café, o ambiente é agradabilíssimo, com música ambiente e acesso a internet.

Avaliação da bodega: 

                 

  • Preço: na faixa (almoço/jantar na média de $10/prato, café cerca de $3/pequeno, bolos e salgados, cerca de $2.50); 
  • Ambiente: aconchegante, bem iluminado, convidativo.
  • Atendimento: Bom. Destaque pro atendimento da latina.
  • Comida: boa.
  • Resumo da ópera: preço justo, comida honesta.
  • Voltaremos: volto todo dia.

Quer conhecer? 

  • Endereço: 37-03 31st avenue, Astoria/NY
  • Metrô: linhas R e V (e G no final de semana)


View Larger Map


Natal precisa de cafés

Natal precisa de cafés. Definitivamente. Refiro-me a Natal, porque é a única cidade que eu morei. Pelo menos até outubro do ano passado, Natal não tinha cafés.

Não sei se não tinha/tem por ser uma cidade pequena, por ser costume, por falta de pensamento ou por falta de público. O que importa é que quando eu morava lá, não tinha. E eu nunca senti fala. MAS, um café é o melhor lugar do mundo. Estou me referindo a uma café de verdade, não ao Santa Clara lá do Midway. E olhe que o Santa Clara já era um lugar que eu adorava ir… Pensando bem, eu ia muito lá nos meus momentos de solidão! Então, refaço minha declaração: um café é o melhor lugar do mundo para um momento de solidão. :)  Meio deprimente falar isso, mas é uma coisa ótima. Eu ia muito pro Santa Clara com meu mp3 e um bom livro. Ia ao cinema, saia do filme e ia tomar um café, lendo o livro e ouvindo música. Às vezes só o café mesmo bastava. Mas quando vem acompanhado de bolo ou tapioca, é melhor ainda.

Desde terça-feira estou vindo para o Chocolate Spoon, um café brasileiro pertinho da minha casa. Depois escrevo sobre ele. É um ambiente ótimo. Estilo café mesmo, não restaurante, como o Point Brazil. No primeiro dia, levei meus livros, cadernos, lápis e canetas e fiquei estudando, tomando um café. No segundo dia, almocei também, e já levei o laptop. Ontem, mesma coisa. Hoje, não trouxe os livos. Sou filha de Deus. E hoje é feriado em Natal. :D Hehehe

Olhe, mas o ponto é pra dizer que um café é muito legal. Vc traz suas coisas, estuda ou não estuda, lê ou não lê, escuta música ou não escuta. Vc escolhe. Mas, o importante é que, se vc quiser fazer essas coisas, o ambiente deixa. Claro que às vezes não dá, porque às vezes uns grupos fazem muito barulho, mas não é regra. Ambiente ótimo, comida boa… vc estuda (ou faz o que vc quer!) e lancha e relaxa. Muito, muito bom. Natal deveria ter um. Agora um café de verdade mesmo. Também não conta a A.S. Livros. Tem que ser um café, onde vc possa relaxar. Com acesso a net, claro. Se não tiver, tudo bem. Mas é melhor que tenha. 

Um lugar pra variar, né? Porque em Natal, se vc quer sair com os amigos, vc vai pra Shoppings. Se quer lanchar, Shopping. Pronto. Não tem outro canto, pra ir às 3h da tarde, quando vc tá de férias. Ou quando vc tá sem saco de assistir aula… ou sei lá! Café café café. Ó a dica pros empreendedores?! :p

Abuso

Tô chata e chateada. E não venham me dizer que eu não tenho motivos…

Tô sozinha a dias;

Não conversava com ninguém desde o dia 24 de setembro, até que ontem resolvi ficar vindo ao café, pra conversar com a atendente!

Só tenho estudado;

Não consigo dormir cedo;

Não consigo acordar cedo;

Vou pra academia sozinha;

Tô gorda, mesmo evitando doces;

Tô gorda, mesmo evitando massas brancas;

Tô gorda, mesmo evitando gordura;

Tô gorda, mesmo indo pra academia 3xsemana, 1h15/dia;

Tô gorda, mesmo querendo estar linda e não gorda;

Não tenho doces em casa;

Não tenho nada pra fazer, além de estudar;

Não tenho tempo pra fazer nada, além de estudar (é, isso mesmo! E faz sentido!!!!);

Não tenho visitas;

Não tenho companhia;

Não tenho nota boa nos testes da prova que vou fazer;

Não tenho colo;

Não tenho prazeres.

Droga de prova.