Finalmente – Broadway e MSG

Uma das primeiras coisas que amigos e parentes nos perguntaram quando chegamos aqui (nos 6 primeiros meses…) era se tínhamos assistido a algum show da Broadway. Nopz. E, para Daniel, continuavam: e algum jogo de basquete? Nopz 2 vezes. Acontece que um amigo de Daniel passou rapidamente (passagem relâmpago meeeeesmo) por aqui e queria ir à Boradway. E resolvemos que era hora de ir também. Daniel e eu já tínhamos conversado sobre os shows e tínhamos decidido (ou eu quem decidi? hohoho) que o primeiro show TINHA que ser O Fantasma da Ópera. E foi!

É tudo de bom que vcs podem imaginar… é lindo lindo lindo, as vozes são incríveis, as músicas arrepiam os pelinhos da nuca, o figurino é fantástico, a produção é maravilhosa e os atores são impecáveis. Só ficaria melhor se nós pudéssemos ter comprado (eu me recuso a usar “ter pagado”… é mto feio!) a senha que custa um ziguilhão de dólares, e fica lá bem pertinho do palco. MAS, ficamos num lugar ótimo, bem no meio, dava pra ver tudo! Lindo de viver! Eu não filmei nem tirei fotos (não pode, né, gente? Além do mais, não levamos a câmera… :D ), mas vou lá esses dias e tiro foto ao menos da fachadad o teatro. Prometo.

O (triste) resultado dessa história, é que nos apaixonamos… e TEMOS que assistir outros musicais/peças. Já estamos escolhendo o próximo… hohohoh aguardem o próximo capítulo!

Isso foi sexta. Daí, segunda, fomos assistir a um jogo do Knicks (time de basquete de NY) no Madison Square Garden. Eu não sou mto fã de basquete (ou volei… futebol…), mas AMEI! O jogo foi até emocionante, o que ajudou… mas o clima é mto legal! A música, a comida, as pessoas… o ambiente é ótimo, super divertido e empolgante. ADOREI tb. Resultado 2? Yep yep, temos que voltar…

Pelo menos dessa parte tiramos fotos… já sabem, né? Flickr/Multiply.

Eu podia estar matando…

… eu podia estar roubando, me prostituindo… mas não… eu estou aqui, pedindo uma ajuda… :)

Eu não quero dirigir. Ponto final. Não adianta vir com blábláblá, como Daniel, que acabou de passar 45 minutos tentando me convencer a dirigir. Eu não quero. E sim, eu sou uma mulher moderna, bem adaptada ao século XXI. Tem mulher que sabe dirigir e não usa internet. Outras, não usam celular… bom, eu escolhi usar bem o computador, ser expert no meu celular… e não dirigir. Qualéopó?

Não acho que não dirigir me faz menos mulher ou menos moderna, ou mais dependente. Táxis estão aí pra isso mesmo, ou não é? Eu ando a pé, de ônibus, de táxi… sem problemas. Ter um carro não significa independência, ué. Se eu dependo financeiramente do meu marido – e não me envergonho – por que depender dele para andar de carro me faria uma pessoa menor?

Carros são caros, poluem, dão problemas, precisam de manutenção e atenção. A maioria das mulheres que conheço têm carro apenas para dirigir. Não sabem nada de revisão e talecousa. Quem faz essa parte são os maridos/namorados. Dependência, não é? Aí elas são consideradas independentes (mais independentes que eu) porque podem pegar seus carros e irem pro salão ou pro trabalho? Bom, eu posso… faço isso de metrô, muito obrigada.

Eu não dirijo e não tenho vontade de dirigir. Vou aprender? Talvez. Se o fizer, saibam que será contra a minha vontade. Eu não dirijo e estou vivendo… tem gente que dirige e está morrendo… :) E não me venham com xurumelas!

Passei!

PASSEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!!!

Fui aprovada em uma das universidades onde apliquei. Então, até agora, Rutgers, aí vou eu!!!!!!

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Porque saímos do Brasil, mas o Brasil não sai da gente…

Na faculdade, fiz um trabalho sobre comidas típicas e meu grupo ficou com o estado de São Paulo. Foi super difícil fazer o trabalho porque, cá como a Big Apple, São Paulo é um grande caldeirão com um pouquinho de cada canto do Brasil e do mundo. Depois de muita pesquisa, descobrimos um único prato 100% paulista é o Bauru. Por que falei disso? Não sei.. não tem nada a ver com o post… acho que é só porque acho o fato curioso…

Bom, ontem resolvemos conhecer uma nova budeguinha brasileira nos arredores de casa. O New York Pão de Queijo. Além, obviamente, de pão de queijo, a casa oferece diversos salgados brasileiros, como coxinha, enroladinho de salsicha (acho!!!), quibe frito (não é brasileiro, tá, mas entra na categoria… só pelo tamanho do kibe). Além de salgados, pamonha (huuuuuuuuuuuuuuum), tortas belíssimas, pudim de leite, docinhos (brigadeiro, de coco e acho que brigadeiro branco), acho que mousse de maracujá e VÁRIAS outras coisas que não examinei. Como Daniel descreveu aqui, o lugar é literalmente um buraco na parede (como vários cantos em NY). Apenas 4 mesinholas (vai, uns 30cm de diâmetro) com lugar pra pouco mais que 8 pessoas apertadinhas. O grande lance do local, como pudemos notar quando chegamos, é a entrega. MAS, como vcs podem imaginar, durante o inverno, a entrega não é a melhor coisa. A não ser que o restaurante seja a menos de 3 minutos de bicicleta da sua casa. Se for mais que isso, a comida esfria consideravelmente no caminho. Ainda mais se vc mora a umas 10 ou 15 ruas do local: o entregador vai juntar pelo menos 3 entregas de uma vez. Se a sua for a última parada… já viu: pizza congelada.

Enfim, voltando ao local…

O ambiente é meio agoniante. MUITO apertado e as mesinhas não estavam muito limpas… Se vc quiser comparar com um café, nota 1. Se comparar com uma budega no Brasil, nota 7. :) A comida é muito boa. Comida de rua brasileira, claro, mas bem feita. Pedimos 1 coxinha e 1 pão de queijo, de “entrada”. O pão de queijo estava ótimo! Hum-hum-hum-hum-hum… delicioso. A coxinha estava boa. Bem normal, sabe? O recheio meio seco (acho que um queijinho cremoso cairia bem), mas a massa estava muito boa. Daniel não gostou mto, mas eu adorei. Massa sequinha, nada gordurosa da fritura.

Daí, vem a parte principal (acho que dái a relação com o início do post…): qual o sanduba mais brasileiro que vc conhece? O x-tudo, CLARO! hohoho. E adivinha o que pedimo? hohoho! X-tudo, como deve ser, tinha tudo. :D Hamburguer (meio seco…), tomato, alface, presunto, bacon, calabresa, queijo, ovo, milho, ervilha e batata palha. Tinha gosto de x-tudo brasileiro, e, pra mim, ganhou pontos.

Para sobremesa, pedimos um pudim de leite. D-I-V-I-N-O!

O preço é na média… não adianta comparar com o preço de comida de rua no Brasil, porque this is America. Os salgados são na faixa de $2, os hamburguers entre $4 e $7 (x-tudo $6.25), tortas/pudim por cerca de $4. Enfim, na faixa.

Avaliação da bodega: 

                      

  • Preço: na faixa (sandubas $4 a $7, sobremesas $4 e salgados, cerca de $2); 
  • Ambiente: apertadérrimo, meio agoniante, talvez melhore na primavera, quando puder ter mesinhas na calçada;
  • Atendimento: muito bom. Acredito que é a dona quem toma conta. Muito simpática.
  • Comida: muito boa! Por isso as 4 rapadurinhas…
  • Resumo da ópera: preço normal, comida muito boa. Peça para viagem ou para entregar em casa.
  • Voltaremos: provavelmente não. Talvez na primavera… mas pediremos de casa, com certeza!!!!

Quer conhecer? 

  • Endereço: 31-90 30th street, Astoria/NY
  • Metrô: linhas N e W.

 


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Fotos: Flickr