Primavera em NY

Já escrevemos um pouco sobre o clima de NY aqui. Mas resolvemos falar um pouco melhor sobre o que a cidade oferece nesses períodos.

Central Park em um dia de sol

Na primavera (20 de março a 20 de junho), o clima começa a esquentar. Durante o primeiro mês, mais ou menos, o casaco ainda é essencial. A partir do meio de abril, você começa a usar um casaco mais leve alguns dias e, em maio, o casaco começa a sair de cena. A partir do meio de maio, o casaco leve pode ficar dentro da bolsa porque vai ser útil à noite. Nessa época, os dias são mais quentes e as noites são frias (frias o suficiente para um casaquinho e não apenas “mais frias que os dias”). Nesse tempo todo, de março a junho, você vai usar casaco por uma semana e, de repente, o clima fica bem quente. No dia seguinte, esfria de novo. Também é a época de chuva. Assim, a cidade fica linda, bem verde e florida (parece que as árvores florescem do dia pra noite!). Ouvi falar que março é o mês da chuva, mas isso não é necessariamente verdade. A chuva está espalhada durante toda a primavera, mas esse ano não vi um dia de chuva o dia inteiro. Acompanhe a previsão do tempo diariamente e você saberá quando e a que horas irá chover. Daí, é só estar preparado.

Durante essa época, todos os passeios são recomendados. Aproveite os dias quentes e explore as opções outdoors e, nos dias mais frios ou chuvosos, passeios intermediários ou indoors. As opções outdoors incluem caminhadas e picnics no Central Park, visita à Estátua da Liberdade (e Ellis Island), passeios de balsa ao redor da cidade, caminhadas longas pela cidade, pôr-do-sol no Riverside Park (rio Hudson), visita à Governors Island e visitas aos jardins botânicos da cidade.

O Memorial Day (última segunda-feira de maio) é considerado o início não oficial do verão. Mesmo ainda sendo primavera, o clima está quente o suficiente para uma praia ou um banho de sol no parque. A foto do post foi tirada em plena quinta-feira, às 4h da tarde… e o Central Park estava lotado – e muita gente pegando um bronze. Daqui pra frente, isso é comum no parque. Quem quiser tentar uma atividade típica nova-iorquina, pega uma bolsa grandinha, enche de frutas, refris e água, uma toalhinha pra se deitar, e vai pro parque com um biquini por baixo da roupa. Leeeeeeeembrem-se, entretanto, de que os biquinis aqui não são pequenos como os biquinis tupiniquins, como disse Lorena, no finado Lore and the city. Melhor usar um shortinho ou comprar um biquini daqui, para não causar (e sentir) constrangimento.

Para os interessados em arquitetura, a cidade é cheia de prédios famosos – pela arquitetura ou pela altura (acho que a altura faz parte da arquitetura… mas resolvi chamar a atenção porque alguns prédios são bonitos, outros são interessantes e outros são apenas altos). Alguns prédios famosos são o Empire State (o mais alto da cidade), Chrysler (lindo lindo), Rockefeller Plaza e o Bank of America Tower (ainda em construção). Para explorar a arquitetura de NY, você pode olhar no Google maps alguns prédios famosos e/ou você pode andar pela cidade e se encantar com lindos prédios espalhados por toda a cidade.

Aproveitando o clima, do meio pro final de abril os restaurantes e cafés enchem as calçadas com mesas e os pratos quentes são substituídos por opções mais frias e leves. O vinho pode ser substituído por drinks gelados e cerveja e os sorvetes e sorbets reaparecem no cardápio das sobremesas. Nos cafés, frappuccinos e cafés gelados (isso mesmo, café, leite, gelo) são a melhor opção.

De abril a maio, é o festival das cerejeiras, que florescem lindamente no Brooklyn Botanical Garden. O pico se dá mais ou menos no início de abril. No final de abril/início de maio, acontece o Tribeca Film Festival, um festival de cinema anual que apresenta cerca de 200 filmes americanos e estrangeiros (inclusive brasileiros). As entradas por filme variam de $10 a $15. A Pride Week acontece no final de maio/início de junho, e tem uma parada grande começando na 5a avenida.

 

What’s wrong with you, Globo?

Tenho vergonha de admitir que o Globo.com é(ra) o meu site de notícias do Brasil. A primeira página tem um design horrível, dividido em 3 partes iguais: notícias (do Brasil e do mundo), Esporte e TV. Porque é assim: política, saúde, mercado etc., é tudo tão importante quanto o futebol ou quanto o BBB ou os filhos de Fernanda Lima. 33%. Além dessa estrutura horrível, comecei a notar que 50% das notícias vem do “Mundo Bizarro”. Caindo no conceito again! Pra matar a pau, parece que quem escreve as notícias são os estágiários (que JAMAIS passaram por um curso de jornalismo… nem de redação).

Na página principal de hoje, a manchete (bem escrita!): “Clínica oferece silicone para ter enfermeiras”. E a notícia é repleta de peitos. Peitos. Afinal, se é silicone, é no peito, e não no seio. Como alguém escreve isso num site grande??? Nem aqui, nesse blog de respeito, escrevemos peitos – e se sair, não sai 10 vezes em 3 parágrafos.

Tsk, tsk, tsk, dona Globo.com. Demite os estagiáros aí. E todo mundo que deixa esse site ir ao ar!

Para quem não viu, eia a prova de lo crime.

 

Globo.com hoje

Globo.com hoje

O Museu Metropolitano de Arte (MET)

Entrada do Metropolitan

MET (Metropolitan Museum of Art) fica do lado leste do Central Park, na 5ª avenida com rua 81, numa região conhecida como Upper East Side. O metrô fica perto (dois ou três blocos nas linhas 4, 5 ou 6), mas não fica quase dentro do museu. Como o Museu de História Natural, está sempre lotado e com crianças em excursões de escolas. Quando eu chamo atenção é porque são desde crianças bem pequenas a adolescentes que andam em grupos grandes. Se você é uma pessoa meio impaciente, melhor tomar uma Maracujina antes porque de repente você está concentrado vendo um quadro de Picasso e 25 crianças param na sua frente, cochichando, apontando, daí vem a professora e começa a falar. Se você estiver com um audio guide, pior, não dá pra ouvir mais nada. Respire, conte até 5 minutos, e recomece quando eles forem pra outra sala. De modo geral, fuja de grupo. Atrapalham muito. E não sei se vale a pena participar de um… acho que o audio guide faz milagres. Pra quem não fala inglês, o museu oferece informações (no balcão), tours e mapas do museu em português. Mas o mapa você tem que downloadar (aqui).

Auto-retrato (Van Gogh)

Auto-retrato (Van Gogh)

Não sei se vale a pena conhecer todo o museu (que é gigante) em um único dia. Se tiver tempo, separe pelo menos 2 dias de visita. Se não tiver, escolha as galerias que mais agradam e fique muito tempo nelas. Nas outras, passe mais rápido, mas visite. Dois lugares que nós visitamos e recomendamos muito são o terraço no topo do museu, onde existe um barzinho e você pode aproveitar a belíssima vista de Manhattan, e a seção egípcia, que contém um grande salão/jardim com um templo egípcio antigo (original, trazido do Egito). O museu é aberto de terça a domingo, das 9:30 às 5:30 (sextas e sábados, até as 9 da noite). O audio guide custa $8 (e vale a pena, se você falar inglês) e a entrada “sugerida” é de $20, ou seja, você pode pagar o quanto quiser, mas eles recomendam $20. Por favor, não paguem menos do que $5 por pessoa. Se puder, pague mais. O museu é excelente e vale cada centavo.

Se ficou curioso pra ver o museu por dentro, em nossa última visita nós tiramos muitas (muitas!) fotos, inclusive de algumas das obras mais famosas.


Dicas de NY – passeios

O que visitar na cidade? O que vc quiser.

1. Museus: a cidade tem dezenas de museus, incluindo museus de cinema e imagem, sexo, história natural, judeus, arte moderna, imigrante, rock, crianças etc. 

2. Teatro: shows da Broadway e off-Broadway acontecem o ano todo.

3. Filme: cinemas à vontade.

4. Pela cidade: passear por alguns bairros é um encanto, como o West Village. Os prédios são bonitinhos, têm aquele clima de “filme” e vc pode encontrar um famoso na rua.

5. Compras: paraíso das compras, desde que vc esqueça o Real e pense em Dólar. Se vc for pensar que $20 são R$40, fica chato, porque tudo fica caro. Pense que $20 é $20 e conte com o que vc trouxe em Dólar, não o quanto vc pagou em Real… A Macy’s fica com uma vitrine bonita no Natal, dá pra passar lá só pra ver.

6. Comida: nada melhor que desfrutar das cozinhas que vc nunca experimentou. Se vc gosta de comida italiana, ótimo, vc pode provar uma massa deliciosa em Little Italy ou uma pizza perfeita no Brooklyn. Mas, não fique só no que vc conhece. Se arriscar com o que vc não tem na sua cidade é legal. Comida do Vietnam, Quênia, Turquia e Grécia são alguns pouquíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiissimos que podemos citar. Quer comer comida de não sei lá onde? TEM!

7. Estátua da Liberdade: vale a pena visitar sim. Além do passeio até a ilha da estátua, onde vc pode tirar a foto clássica ( :D ), o passeio inclui a visita a Ellis Island, a ilha onde os imigrantes desembarcavam quando chegavam a NY.

8. Parques: Central Park, com certeza, mas outros parques da cidade também são bonitos, até parques nos outros boroughs (Brooklyn, Queens, Bronx e Staten Island).

9. Boates/Barzinhos/Pubs: muitos, mas nós não conhecemos.

10. Governors Island: essa ilha só fica aberta, se não me engano, de março a outubro (primavera e verão). Tem uma vista linda de Manhattan, New Jersey, Liberty Island e Ellis Island. A balsa é de graça. Vc pode fazer picnics (mas não pode levar bebida alcoólica), alugar bicicletas por lá e ficar passeando pela ilha.

11. Rockfeller Center/Empire State: vale a pena pagar para fazer uma dessas visitas, para ver a cidade do alto, de muuuuito alto. O ticket custa cerca de $20 e uns $10 pelo guia eletrônico, que eu aconselho a pegar. Basta um, mesmo que para 2 ou 4 pessoas. Uma escuta e explica pros outros, é suficiente. É legal pagar pelo guia porque, lá de cima, vc não sabe exatamente pra onde está olhando. E o guia diz coisas curiosas, como, no empire State, um dos pontos que ele e mostra é o local onde o Titanic deveria ter atracado.

12. Brooklyn: o Brooklyn tem coisas legais para ver. Para chegar lá, o melhor caminho é atravessando a Ponte do Brooklyn, que é linda. Mas não vale ir em dia frio. Se for no verão/primavera, vale visitar o Brooklyn Botanical Garden. Para comer, pizza no Di Fara e carne/hamburguer no Peter Luger. Além desses, vários outros cantos bons por lá.

13. Queens: o Queens tem uma região bem árabe. É o canto certo pra experimentar o narguile, ver um show de dança do ventre e comer comida árabe. Além dos árabes, tem egípcios, gregos, colombianos, equatorianos, brasileiros etc.

I’ll be there for you!

Hoje foi um lindo dia de sol, com temperatura acima dos 20 graus. Não dá pra ficar em casa num dia desses, depois de um inverno tão longo… 

Fui andar pela cidade e visitar uns cantos que eu queria ir e não ia. Passeei pelo SoHo e pelo West Village, dois bairros bem interessantes. O SoHo tem muita loja de roupa. É o lugar ideal pra fazer compras. Por outro lado, é suuuuper cheio, com camelô nas calçadas… meio agoniante. Tem que ir com calma e com destino certo. Não é o melhor lugar pra passear a toa… mas hoje foi :) . De lá, fui para o West Village, que é muito lindinho. Acho a parte mais charmosa de NY. Os prédios são mais baixos, o sol entra mais nas ruas… é cheio de restaurantezinhos (zinhos mesmo, são bem pequenininhos!), cafés, bakeries e lojas de roupa. Ao contrário do SoHo, que é cheio de lojas de marcas famosas e super famosas, o Village tem mais loj(inh)as independentes. São boutiques bem carinhas, também… é o lugar ideal pra comprar AQUELA roupa, única, só sua, linda de morrer, pra fazer suas inimigas morrerem de inveja. Mas tem que estar disposta a gastar um tanto mais.

Lá, vi o prédio de Friends, o apartamento de Carrie (Sex and the City) e dei uma passadinha em Magnolia Bakery, que é onde Carrie comia cupcakes. E que tem cupcakes deliciosos… :) De lá, fui encontrar Daniel no Chelsea Market. Tomamos um café delicioso – que entrou na minha lista de melhor da cidade e fomos comprar uns vinhos… porque já não tinha mais em casa!

 

Ixe, quase um diário, né?

Ah, esqueci de contar… andando pelo Village, passei por um parque pequenininho, com um monte de gente vendo alguma coisa. Quando me aproximei, vi que era um povo jogando basquete. Sabe aquilo que a gente vê em filme? Negros jogando basquete, tipo 1 a 1 ou 2 a 2, um monte de gente apostando, daí vem um branquelo e desafia? Nesse estilo… só que não tinha branquelo, só os negões (peeeense num povo grande!!!!!) jogando. E uns caras, mais velhos, comandando as apostas! O engraçado foi que o celular desses mais velhos tocou e ele foi saindo da quadra gritando “Eu já disse pra vc não me ligar!!! Esse é o meu escritório!!! Eu tô trabalhando!!!”. E desligou na cara… heheheheeheh

Dicas de NY – clima

NY é uma cidade imensa e cheia de coisas pra fazer. Algumas coisas ficam melhores de acordo com cada clima, mas não significa que vc não fará se não vier na melhor época. Só se não tiver acontecendo. :) O blog NY para mãos de vaca fez uma série de posts sobre o que fazer em cada época do ano. Introdução, inverno, primavera, verão e outono.

O que nós temos a dizer é basicamente o seguinte: no inverno é frio pra caramba. A temperatura fica na média de 0, chegando aos 20 negativos. Dizem que “não existe frio, vc quem não está agasalhado o suficiente”, mas não é verdade. Além do frio “normal”, tem o vento congelante, ou “vento encanado”, como diz Daniel. Vc está na rua, normal, com seu casaco, seu sueter, sua camiseta e sua camisetinha, luvas, cachecol. Bem, obrigada. Aí, começa a ventar. O vento é cortante, horrível. Sua cara congela, seus dedos congelam, sua bexiga encolhe e as ruas se esticam. Não tem café ou qualquer agasalho que sirva. Talvez até tenha, mas aí vc vai morrer de calor quando não estiver ventando… Sim, continuando: no inverno é frio pra caramba e no verão, quente pra dedéu.

Não venham achando que por sermos do Brasil clima tropical e tal, estamos acostumados com o calor daqui. Refazendo minha afirmação: não venham achando que por sermos de Natal, estamos acostumados com o calor. :) Não sei exatamente como é nos outros cantos… Mas, em Natal é quente, um inferno. MAS, aqui é pior. O verão é o extremo oposto do inverno: quente e SEM vento. E, acreditem, é melhor sem o vento. Quando venta, é o inferno da cuia, porque o vento não é vento, é bafo. É horrível!

A primavera e o outono são estações intermediárias. Na primavera, alguns dias frios, do restinho do inverno, e dias esquentendo, pegando o jeito do verão. Mas vc consegue sair na rua de camiseta e se sentir bem. Com calor, dependendo do dia ou do quanto vc andar, mas bem. No outono, os dias vão esfriando, com gostinho de inverno. Nada que um casaco médio e um suéter não resolvam.

As estações influem também no que vc poderá fazer. Na primavera, o clima é ótimo para passeios pela cidade. Longas caminhadas. Na primavera/verão, a cidade fica linda, florida, enfeitada de natureza. Passeios e picnics nos parques são super bem-vindos e deliciosos, além das visitas aos Jardins Botânicos e Zoológico. No verão, a cidade fica cheia de festivais, de graça e pagos (caros e baratos). Vc consegue assistir a shows, filmes e peças nos parques da cidade, de graça. Até shows da Broadway. No outono, o clima fica ótimo para passeios não tão longos, intercalados com eventuais paradas para um café. A cidade fica linda, com tons de terra. Folhas caindo, árvores vermelhas, laranja, marrons… lindo lindo. Passeios pelos parques são bons, mas picnics já não são muito comuns… No outono/inverno, vc pode passear pelos parques pra tirar fotos, mas descansar nos bancos já não é muito agradável. Em compensação, as pistas de patinação estão por aí. No inverno, chega a neve (alguns dias, é verdade, mas tem!).

The Boss

Boss

Boss

Ingressos comprados, de ultima hora. Custaram horrores – estavam esgotados a seis meses. Quinta-feira, dia 21 de maio. Tocando em casa, gloriosa Nova Jersey. Estaremos lá, Bruce, Walking on a Dream.

Or should I just keep chasing pavements, even if it leads nowhere?

O show ontem foi fantáaaaaaaaaaastico!!!! Se eu já era fã de Adele, agora sou super-hiper-mega fã. Alguém aí conhece um fã-clube? :)

Do começo…

Uma amiga, num grupo de emails, mandou um vídeo da Adele, que eu não conhecia na época. Gostei mto da voz e da música dela e comecei a procurar outras no Youtube. Daí, comprei o cd no iTunes e fiquei ouvindo e ouvindo… Daniel, que é mto lindinho e que me deixa cada vez mais apaixonada, descobriu que ela ia fazer um show aqui e comprou senhas – surpresinha pra mim. O show foi ontem. Óooootimo!!! Ontem era também o aniversário dela (21 anos… ai, como ela é novinha!). :) O show tava beeeeem cheio, mas ficamos num lugar até médio – era difícil ver o palco vez ou outra, mas daí eu me pendurava em Daniel e resolvia… Adele é suuuuuuuuuuuuuper gracinha, bem menininha, simpática, tímida, nervosinha… e faaaaala que só! Canta melhor que no cd, por sinal… :) Depois procuro um vídeo dela no show de ontem… pra mtar a curiosidade de quem não a conhece, vídeo com a música preferida do meu amor.

Brasileiros em NY

Nós temos alguns grupos de amigos brasileiros por aqui, e um desses grupos é bem peculiar. Para mim, puxando pro lado negativo.

Um dos grupos é bem normal. Quando nos encontramos, damos 2 beijinhos (cumprimento brasileiro, né?) e falamos em português o tempo todo. Outro grupo é mais estranho… quando nós saímos, Daniel e eu fomos no  normal 2 beijinhos e ouvimos piadinhas (ah, é, se dá 2 beijihnos no Brasil). Como assim? Eu fiquei morrendo de vergonha… será que o problema tá na gente? Daí, nesse mesmo grupo, estávamos falando em português quando, de repente, eles começam a falar em inglês. Éramos todos brasileiros! Não me interessa se as pessoas ao nosso redor falam inglês. Se o grupo e que estávamos fala português, português it is. Não captei. Mas achei que era porque eles moram aqui a mto tempo – todo mundo mora aqui a mto tempo… mas lá no meu salão, elas falam português e moram aqui a muito tempo. Mas, pode ser porque elas não falam inglês, né? Então tá. Fiquei com essas idéias na cabeça…

Daí, saímos com outro grupos de brasileiros, só que esse grupo era misto: brasileiros casados com americanos e com amigos americanos. Em geral, a conversa rolava em inglês, para integrar todo mundo. Mas qnd a conversa era a dois, era português que saia naturalmente. E, na chegada e na saída, hora da verdade: como se deve cumprimentar? 2 beijinhos! Inclusive com os maridos/esposas americanos, que pegaram o jeito de brasileiros! Inclusive tentando falar português. E olhe que os brasileiros desse grupo moram aqui a muuuuuuuuuuuuuuuuito tempo – muito mais tempo que os brasileiros dos grupos anteriores.

Cheguei a conclusão de que eu falo português e AMO falar português. E tenho notado que carrego ainda mais meu sotaque qnd ouço piadinhas do “aaah, olha como ela fala”. VTNC. A conclusão seguinte é de que um dos grupos não é mais meu grupo (acho que não seria mesmo, depois desse post… isso é, se eles leem…).