Mas eu aposto que ela é burra

É pura inveja mesmo e eu não tenho vergonha de admitir. Tenho inveja e chamo logo de burra. tem que ter defeito…

Eu nunca fui uma pessoa (muito) vaidosa. Na adolescência (solamente alguns aninhos atrás), mal passava batom. Era lavar o cabelo com shampoo e condicionador, usar um sabonete qualquer, desodorante e perfume. Só. A algum tempo, resolvi que era hora de ser vaidosa. Salão a cada 3 semanas, academia, hidratantes, maquiagem e coisaetal. Estava até indo bem. Agora, resolvi que era hora de aprender a usar delineador. Hohohoho… maquiagem II.

Comprei um bendito e resolvi ficar treinando. Erro daqui, erro de lá, mas uma hora sai. Fui ver uns vídeos que ensinavam a colocar o dito cujo. Como essas mulheres (90% orientais) conseguem passar o negócio tão facilmente? Como pode? Elas põe maquiagem em 10 minutos, e saem lindas e maravilhosas. Eu passo 30 minutos tentando me maquiar e saio de casa como se não tivesse colocado nada!!!! Frustradinha da vida…

Então… olho pra essas mulheres – que ensinam a colocar sombra, delineador, batom ou qualquer outra coisa – com uma invejinha (que não é branca!) danada… e só consigo pensar: aposto que ela é burra.

É, meu amigo, porque não dá pra (não é juuuuusto) saber colocar maquiagem perfeitamente e ser inteligente ao mesmo tempo. Só pode ser burra ou fanha ou tem mau-hálito. Tem que ter alguma coisa errada… Ah, e não estou me referindo às profissionais da área, tá?

Hum…. aposto que é burra… :(

Eventos de Verão

O verão em NY é uma época maravilhosa para turistas e locais. Os estudantes estão de férias, as praias estào abertas, os parques estão verdes, os dias são longos e parece que a cidade está sempre em festa. Tirando a grande desvantagem do inferno astral climático, é perfeito para os turistas mão de vaca e mão aberta. Para ler sobre o clima, veja nosso post anterior (Verão em NY).

Aproveitando os dias longos e ensolarados, a cidade se enche de atrações outdoors, a maioria de graça (ou a um custo mínimo). Para saber mais, uma pequena amostra do que NY pode oferecer nos quentes dias de verão…

Good Morning America Summer Concerts: o programa de TV “Good morning America” oferece shows todas as sextas-feiras pela manhã, de maio a agosto, no Rumsey Playfield no Central Park. Esses shows não precisam de senha, mas há um número limitado de lugares disponíveis – quem vai chegando cedo pega um lugar melhor, mas são lugares em pé mesmo. Para realmente assistir aos shows, é recomendado chegar ao parque na hora que ele abre, às 6h da manhã. O show acontece das 7 às 9 da manhã e, nesse tempo, as bandas tocam de 3 a 4 músicas (será que vale a pena mesmo?). Aqui está a programação desse ano.

Central Park SummerStage: a maioria dos eventos aqui são de graça. As apresentações (musicais, peça, etc.) acontecem no Rumsey Playfield, e os portões se abrem 1h30 (nos finais de semana) ou 1h (à noite) antes do show começar. Clique aqui para ver a programação desse ano.

Broadway in Bryant Park: as apresentações ocorrem nas quintas-feiras de julho e agosto, na hora do almoço. Cada apresentação dura cerca de 30 minutos (3 a 4 músicas). Esse evento ainda não disponibilizou a programação, mas fique de olho aqui.

HBO Bryant Park Summer Film Festival: também no Bryant Park, nas segundas-feiras, de junho a agosto. Os filmes começam depois do pôr-do-sol (8 ou 9h), mas o parque abre a partir das 5 da tarde. é legal chegar mesmo cedinho, para pegar um lugar bom. Aproveite o tempo livre e faça um picnic. Programação.

New York Philharmonics in the parks: no mês de julho, a orquestra filarmônica de NY se apresenta (de graça) em diversos parques da cidade (nos 5 boroughs) e em Long Island.Em Manhattan, As apresentações começam às 8h da noite. Para pegar um bom lugar, procure chegar pelo menos 2h antes. Programação.

MET summer recital: o MET (Metropolitan Museum) promove performances de ópera nos parques da cidade, nos meses de julho e agosto. As apresentações começam às 8h da noite -chegue pelo menos 2h antes. Programação.

Today Show concert: o programa de TV “Today Show’ promove shows (normalmente) nas sextas-feiras pela manhã, de maio à agosto, no Rockefeller Center. As apresentações ocorrem das 7 às 9 da manhã – planeje chegar pelo menos 2h antes. Programação.

Shakespeare in Central Park.

Brooklyn Performing Arts Festival.

Madison Square Music.

River to River Festival.

Brooklyn Concerts.

Roosevelt Live.

Lincoln Center Out of Doors.

Quando chove em NY

Em geral, quando chove por aqui, é suportável. Chove, mas não é aquela chuva desgraçada que cai em Natal, do nada, e te pega desprevenido. Primeiro, porque aqui vc TEM que checar a previsão do tempo – é tiro e queda. Segundo, porque a chuva, em geral, é fina e vai engrossando. Normal. Mas não precisa ter medo da chuva. Vem com Deus que não faz tanta diferença assim.

Agora, vem cá. Senta aqui do meu ladinho…

Tem medinho de raio? E de trovão? Pois LASCOU-SE, querido. Meeeeeeeus amiiiiiiiiiiiigos… peeeeeeeeeeeeeensem numa terra pra ter raio e trovão!!!! É assim, desesperadamente! Comum mesmo. Tem até época (que eu não lembro qual é), que vive tendo! De uns tempo pra cá, estamos tendo bastante… e é bastante MESMO! Acordamos no meio da noite, 2 dias no mês passado, com trovões. E fui aquele escapabuuuuuuuuuuuum do tamanho do mundo!!! Eu juro que achei que era um avião caindo, uma explosão, algo do tipo. Num dos dias, no primeiro, não tinha tanto raio. Mas no outro dia, além do barulho dos trovões não nos deixar dormir, era um jogo de luz só. Foi até assunto no trabalho! =)

Sério, não é exagero (bem, é claro que é. Mas não é mto. :D ), tem MUITO trovão mesmo. E muito raio. Ilumina tudo, cara. E o trovão… eu nem tinha taaaaanto medo assim de trovão, mas agora, morro de medo. Aiaiai…

Então, anotaí: se tem medo de trovão, esquece NY…

Musiquinha linda, que meus pais e minhas irmãs cantam pros meus sobrinhos, quando eles têm medo de trovão… :)

Verão em NY

Central Park SummerStage 2008

A partir de junho, os dias já começam a ficar quentes, mesmo com o verão começando apenas no final desse mês. As atividades de verão são parecidas com as da primavera, mas exigem um pouco mais de força de vontade e incluem paradas para relaxar no ar-condicionado (em lojas ou cafés). O ótimo dessa época é que os dias são super longos. O sol nasce antes das 6 e se põe por volta das 8 (da noite?). Mesmo meio quente, os passeios são muito agradáveis. Roupas leves, protetor solar, óculos escuros e garrafa de água são essenciais para sobreviver ao verão em NY. Para quem gosta muito de fotografar, melhor trazer sempre baterias/pilhas reserva. Os museus da cidade são maravilhosos, mas prefira as atividades outdoors. Escolha um ou dois museus (os mais famosos são o MET, História Natural, MoMA e Guggenheim) e vá nos dias mais quentes – que vc não aguentaria passear por horas nas ruas da cidade. Eu sei que o Brasil tem praia pra dar e vender, mas ir à praia é uma das grandes atividades de verão da cidade. Uma boa idéia é ir à Coney Island, no Brooklyn. A viagem é longa, mas além da praia, Coney Island tem parques, um aquário e a Mermaid Parade (em junho).

Um dos grandes lances do verão em NY são os eventos (quase) de graça que acontecem por toda a cidade. São shows, peças, musicais, entrevistas, filmes, passeios, orquestras… tem quase de tudo. Alguns desses eventos já têm a programação definida – afinal, junho está logo ali. No começo de junho começa o Central Park SummerStage, com shows de graça (maioria) e pagos. As apresentações de filmes também começam, no Bryant Park, Central Park, Riverside Park (no rio Hudson), Brooklyn Bridge e Prospect Park (Brooklyn). Nas sextas pela manhã, o programa “Today Show”, da NBC, tem o Summer Concert, com shows de graça no Rockefeller Center (onde estão os estúdios da NBC). Ano passado teve show do Cold Play e Miley Cyrus (que eu me lembre…). A maioria das praças  e parques da cidade possui uma programação cultural de graça, no verão, como a Union Square, Washington Square, Bryant Park e Central Park. É só dar uma pesquisada na net e ver o que interessa. A programação do Bryant Park inclui performances semanais de musicais da Broadway (2 a 3 músicas) e a do Central Park, Shakespeare no Parque.

Pela foto acima, dá pra ver que eventos em NY = um ziguilhão de pessoas – sendo de graça ou não. Como a maioria dos eventos são em locais abertos, é provável que vc possa chegar mais cedo e entrar na fila. Vale a pena, se vc quiser VER mesmo a apresentação. Nós fomos um dia assistir à Orquestra Filarmônica de Ny no Central Park (foto), mas chegamos em cima da hora. Ficamos tão longe, mas tão longe que quase não ouvimos as músicas.

Muitas vezes os eventos, mesmo grátis, pedem senha (como o Shakeaspeare no parque). Procure saber disso com antecedência e providencia a sua.

Queen of Sheba – provando comida etíope

Daniel trabalha com um etíope, que nos recomendou um restaurante de seu país. É óbvio que fomos lá provar.

Quase passamos batido pelo restaurante – só não pulamos porque levamos o número da loja. A fachada é pequena, escura e nada chamativa. Entramos e a primeira impressão foi: “somos os únicos brancos daqui?”. Não, não éramos – mas éramos uma minoria absurda. O ambiente é muuuuito escuro. Escuro a ponto de quase não conseguirmos ler o cardápio e de não termos conseguido tirar foto (não íamos botar um flash num lugar super escuro… maracatu demais). As atendentes (só tinha mulher msm) não eram treinadas (ou foram mal-treinadas), não eram simpáticas mas não foram rudes. Pareciam ser etíopes, então talvez seja o jeito deles mesmo, né?, reservados?

Pedimos uma entrada que era uma massinha de panqueca (que eles chamam de “pão etíope”) e uma masinha frita (sabem cavaco chinês? Pronto, fino como ele, só que torradinho, meio gorduroso), para comer como recheio. Diferente e agradável. Antes que pudéssemos terminar a entrada, nossos pratos chegaram. Enfim, paciência. Arranjamos lugar na mesa minúscula e pronto. Meu prato era o pão etíope com carne moída (que eu juro que tava escrito “carne picada” e não “moída!”) e Daniel pediu o prato com amostra de todos os pratos: pão etíope com uns 10 tipos de recheio. Alguns recheios eram bons, outros eram muuuuito bons. Nenhum ruim, mas foi desagradável comer um recheio de carne cozida em cubos e meter a dentada em ossinhos… ugh. Esse prato com “amostras” é bem grande: basta pedir um para duas pessoas – mas eles cobram $5 a mais se você fizer isso. Mas vale a pena.

Para beber, Daniel pediu uma cerveja etíope – mais ou menos, segundo ele – e eu pedi vinho de mel – que tinha gosto de meladinha, só que suave e sem limão. Não comemos sobremesa… (não chegamos sequer a terminar os pratos…).

Avaliação da bodega:

4rapas



  • Preço: razoável (uns $10 pela entrada, $15 pelo prato principal, $20 pelo prato com amostras e $6 pela bebida alcoólica).
  • Ambiente: restaurante, pequeno, muito escuro, cara não especialmente convidativa.
  • Atendimento: normal.
  • Comida: muito boa. Não foi a melhor coisa que comi na minha vida, MAS, é uma experiência super legal.
  • Resumo da ópera: a experiência é ótima. Falei aqui que se come tudo com as mãos? Pois é. E no final eles te dão um papelzinho para limpar a mão – não se desespere.
  • Voltaremos: sim, com visitas.

Quer conhecer?

  • Endereço: 650 10th avenue, Clinton (?), Manhattan, NY
  • Metrô: como tem que andar de todo modo, praticamente todas as linhas de metrô.

1. Linhas C ou E até a estação da rua 50 (essa é uma das estações mais próximas – cerca de 15 minutos de caminhada):


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2. Linhas A, C ou E até a estação da rua 42 – Port Authority Bus Terminal (15 minutos):


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3. Linha 1 até a estação da rua 50 (17 minutos):


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4. Linhas NR ou W até a estação da rua 49 (17 minutos):


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5. Linhas 1, 2 ou 3 até a estação da rua 42 – Times Square (18 minutos):


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6. Linhas 7, N, Q, R, W e o Shuttle do Grand Central (S) até a estação dua rua 42 – Times Square (18 minutos);

7. Linhas B, D ou E até a estação da 7a avenida (21 minutos).

Rafaella on Ninth

Eu adoro o brunch. deve ser porque acordo (um pouco) tarde, daí já levanto morrendo de fome. Nos finais de semana, pulamos (?) o café da manhã, fazemos um brunch, e esquecemos o almoço. Hoje foi dia de conhecer um lugar novo… fomos ao Rafaella on Ninth, um restaurante italiano que fica na 9a avenida com a rua 21. A fachada não é exatamente chamativa, tanto que já havíamos passado por lá várias vezes e não havíamos notado sua existência. Fomos por recomendação no Yelp.

O estilo do restaurante é interessante. Fugindo completamente à regra, ele não possui um padrão para nada: as mesas são redondas, quadradas, ovais, de mármore e madeira, as cadeiras são dos mais diversos modelos – cadeiras, sofás -, nem as xícaras são de uma mesma louça. Vintage, talvez? Parece assustador, mas não é. Mas também não é uma atmosfera que encante. É diferente, apenas. O brunch é prix fix (preço fixo): por $11.95, um prato, café ou chá e suco de laranja ou mimosa (suco de laranja com champagne). Pedimos eggs benedict (ovos benetitos ou beneditinos?) (sempre) e panquecas (sempre também). Os ovos estavam bons, cozidos corretamente, e o molho é levemente diferente dos molhos hollandaise (molho holandês?) que já havíamos provados, mas era bom, agradável. Normalmente os pratos salgados do brunch são servidos com batatas cozidas e refoagas (eu acho). Nunca é muito bom. Se puder, melhor pedir pra trocar por batata frita. Além dessas batatas cozidas, veio uma salada – boa também. As panquecas (mixaria, só duas, fininhas) estavam mais ou menos: muito finas, pro meu gosto. Ao menos veio com uma porção considerável de salada de frutas. Finalmente…

Avaliação da bodega:

  • Preço: na média ($12 por um prato + café/chá + suco de laranja).
  • Ambiente: restaurante, pequeno (mas não apertado), meio vintage, cara não especialmente limpa. Mal-cuidado, talvez.
  • Atendimento: normal.
  • Comida: muuuuito razoável. Já comi melhores e pelo mesmo preço, pelas redondezas. Só vale a pena se vc estiver pertinho e não tiver que esperar por uma mesa.
  • Resumo da ópera: nhé.
  • Voltaremos: não.

Quer conhecer?

  • Endereço: 178 9th avenue, Chelsea, Manhattan, NY
  • Metrô: linhas E ou C até a estação da rua 23 – siga o mapa.

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Fatia da Maçã – Times Square

A fatia de hoje é talvez o marco mais famoso da cidade – a interseção da avenida Broadway com a Sétima avenida, conhecida mundialmente como Times Square.

A Broadway cruza diagonalmente o meio de Manhattan e, em cada interseção da Broadway com uma avenida, temos um local famoso e incrivelmente movimentado: quando cruza com a 4a avenida temos Union Square, quando cruza com a 5a avenida temos Madison Square Park, quando cruza com a 6a avenida temos Herald Square (onde fica a Macy’s), quando cruza com a 7a avenida Times Square e, finalmente, quando cruza com a 8a avenida, temos Columbus Circle.

As luzes de Times Square são a grande atração – é difícil encontrar um local que tenha mais outdoors brilhantes, anúncios gigantes, propagandas mirabolantes. Dizem que dá pra ver NY do espaço quando o planeta está escuro por conta de Times Square. Dizem também que existe legislação especificando um mínimo pra quantidade de luz dos anúncios – aqueles que brilham pouco nem entram.

Há algumas semanas a prefeitura resolveu fechar o trânsito em Times Square, deixando-a somente para os pedestres. Na minha opinião uma decisão acertadíssima, devida à quantidade inacreditável de turistas que circulam pela área em qualquer dia, em qualquer época do ano. Ainda não visitamos depois dessa mudança, mas vamos visitar e tirar fotos pra vocês verem.

Times Square

Times Square

Fatia da Maçã – Riverside Park

Não tenho tido muito tempo de escrever por aqui – mestrado + trabalho estão tomando quase todo meu tempo. Como Thaisa tem escrito bastante sobre a cidade, estações do ano, lugares para visitar, etc. combinamos que eu seria encarregado em colocar fotos de NY – afinal tem fotos que falam mais do que qualquer post. Vou tentar fazer regularmente (por dia? semana? quem sabe?), aqui está a primeira.

Skyline de Manhattan

Skyline de Manhattan visto do Riverside Park

Essa foto foi tirada no Riverside Park, um longo e estreito parque que corre colado ao rio Hudson (daí o nome), no extremo oeste de Manhattan. O skyline (o desenho formado no horizonte pelos prédios) de Manhattan é talvez o mais famoso do mundo – entretanto essa foto só retrata alguns prédios do lado oeste da ilha, o skyline mais famoso, normalmente retratado nos filmes, é o visto do sul, normalmente do Brooklyn.


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O que vem primeiro?

Na casa dos meus pais, o lixo sempre foi separado: orgânicos de um lado, recicláveis de outro, limpinho, arrumadinhos, prontos para a coleta. Aqui em casa, nós também reciclamos. Tá tudo separadinho. Daniel diz que é porque me faz bem ser “ecologicamente correta”, mas eu acho que é porque é certo ser. Não que eu seja o exemplo, mas eu tento fazer pequenas coisas.

O lixo é separado, usamos louça em casa (não descartáveis), não jogo lixo no chão (no rio/lagoa/mar, muito menos), desligo a torneira enquanto lavo louça, escovo os dentes… são pequenas coisas que posso fazer e venho fazendo. Acontece que aqui nos EUA há uma campanha ainda maior para diminuir a produção de lixo, já que apenas uma pequena parte do lixo produzido é reciclado no final das contas. É recomendado comprar uma garrafinha de água reutilizável para tomar no dia a dia, na academia… assim vc evita comprar (e jogar no lixo) as garrafinhas plásticas. Essa nós aderimos. Daniel deixou de tomar água de garrafa no escritório e nós levamos nossa garrafinha para a academia.

Travel Mug
Travel Mug

Como nós já falamos aqui, americano adoooora andar com um copo de café na mão – quente ou frio. Agora, uma outra campanha é que vc use sua caneca de viagem. Como essa aqui. Vc vai no seu café e pede pro seu café (entendeu? :) ) ser colocado na sua caneca, e não no copo de papel (+ tampa + proteção). Ainda, se vc vai ficar na loja, se recomenda que vc peça em xícara normal. Ótimo! Também estamos fazendo.

Mas, vem cá… e a água, nessa história? O consumo de água, nessa de usar louça o tempo todo (e lavar um bando de coisas!), não vai aumentar (tipo assim, MUITO) não? Ou será que o problema da água potável estar acabando é só enrolação, só para assustar? Ou será que mesmo que a água acabe, aparentemento nós vamos conseguir recriá-la em laboratório, mas acabar com esse lixo todo, não? Ou eu estou exagerando e o consumo de água não vai ser assim tão grande, de modo que vale a pena?

Algum entendido na área pode me ajudar? Ou desentendido, pode dar seu pitaco?

Selinho

Hoje ganhei meu primeiro selinho! Yaaaaay!!! Thanx, Claudinha!

Aqui vão as regras do selinho:

1- Esse é o troféu do Amigo!
2- Esses blogs são extremamente charmosos.
3- Esses blogueiros têm o objetivo de serem amigos.
4- Eles não estão interessados em se autopromover.
5- Nossa esperança é que quando os laços desse troféu são cortados ainda mais amizades sejam propagadas.
6- Entregue esse troféu para oito blogueiros(as) que devem escolher oito outros blogueiros (as) e incluir esse texto junto com seu troféu!

Repasso o selinho para minhas amigas:

1. Ulla: http://obvioullulante.wordpress.com

2. Lella: http://acasadelellita.blogspot.com/

3. Amanda: http://www.sintomuitasaudade.blogspot.com

4. Chris: http://chris.moraes.zip.net/

Mas 8 é demais :D . Só pra essas 4 á bom! Afinal, não dá pra ficar devolvendo selo, né?