Comida barata em NY

Como já falamos antes, experimentar culinárias diferentes em NY não significa comer comidas estranhas e/ou gastar um horror. Uma dica de restaurantezinho legal que comemos até com frequência é o Num Pang, um lugar de sanduíches da Camboja (que eu jurava que era vietnamita, mas… enfim, é perto! :p)

O Num Pang fica pertinho da Union Square e pouquíssimo espaço para sentar. Se você está em NY entre os meses de abril-outubro, eu sugiro que pegue um sanduíche e vá para a Union Square, onde tem muito lugar pra sentar. Se você estiver aqui durante o inverno/começo da primavera, melhor melhor ficar por lá mesmo. Os sanduíches custam entre $7-$8.5 e são suficiente para uma pessoa. Se estiver com muita fome, 1 1/2. Dois por pessoa pode ser demais.

Eu tenho certeza de que quando eu falei “Camboja” 50% de vocês pensaram logo em “aaargh… deve ser super estranho”. Não é. Abaixo, os que nós já pedimos e recomendamos:

Sanduíche de almôndegas de vitela ao molho Hoisin

Esse é (metade d)o Hoisin veal meatballs, um sanduíche de almôndegas de vitela ao molho Hoisin (um tipo de molho asiático). Custa $7.50. A almôndega é bem diferente das que minha mãe faz, mas é uma delícia! Todos os sanduíches vem com penino, coentro, cenoura e um molho a base de maionese.

Sanduíche de porco ao molho agridoce

Esse é o Pulled Duroc pork, um sanduíche de porco desfiado, um pouco apimentado (nada extravagante, juro!) e com um pouco de mel – meio agridoce-picante. Custa $7.75.

Sanduíche de carne assada

E esse é o meu preferido! É o Grilled skirt steak. Skirt steak é um corte parecido com a fraldinha. A carne é bem temperadinha, não é picante, e eles sempre fazem (na minha opinião) no ponto certo: rosinha no meio. Adoro esse sanduíche! Custa $9.50 e vale a pena!

Viu? Quando eu sugiro coisas diferentes não tô dizendo pra você comer inseto! :)

Avaliação da bodega:

  • Preço: bom (sanduíches de $7-$10, sucos de $2-$3. Uns $10-$15 por pessoa).
  • Ambiente: pequeno mas não sei muito. Nunca fui (Daniel traz pra casa)
  • Atendimento: não sei. Nunca fui. Mas Daniel nunca reclamou.
  • Comida: Boa! Almoço ou jantar, dá pra pegar um take-out e comer no parque ou no hotel.
  • Resumo da ópera: recomendo! Os sanduíches são sempre bons!
  • Voltaremos: sim, comemos lá (ou melhor, de lá) 1 ou 2 vezes no mês…

Quer conhecer?

  • Site: http://www.numpangnyc.com/
  • Endereço: duas opções! 21 East 12th st. (rua 12, entre University Place e 5a avenida), Union Square; 140 East 41st st. (rua 41 entre Lex e 3a ave), Murray Hill.
  • Metrô (para o da Union Square): L, N, Q, R, 4, 5, 6 para a Union Square.

Onde comer em NY – além dos fast food: me explicando melhor

Peço desculpas a todos vocês pelo último post. Eu acho que a mensagem que eu queria passar não ficou muito clara. Pensei em só adicionar um update no final, mas finalmente decidi escrever um post me explicando. No post anterior (http://bigapplecomrapadura.com/2012/04/24/onde-comer-em-nova-york-alem-dos-fast-food/) eu falei que nós não recomendamos restaurantes estilo fast food. Mas deixem-me me justificar…

Eu quis dizer que se vocês pedirem dicas de restaurantes aqui, nós não recomendaremos esses lugares. Não quer dizer que falaremos “não vá nesse lugar”. Quer  dizer que ele não vai ser citado. Faz sentido? Dito isto, queria dividir os restaurantes em 4 categorias.

1) Fast food: quando penso em fast food, penso em restaurante estilo McDonalds, BK, Wendy’s, Bob’s, Habibs, etc. Esses lugares podem até ter comida gostosa, mas nós (marido e eu) particularmente não gostamos – por questões de saúde, políticas, e sociais. Não entrarei nessa discussão aqui porque não é o ponto do blog. Esses restaurantes fast food são os que falamos no post anterior que são SUPER baratos. Se você quer economizar um pouco ou está com muita pressa ou muita fome-tenho-que-comer-agora-se-não-eu-morro, pode ser uma opção. Mas, tenha em mente: o estilo do restaurante é diferente do Brasil. O ambiente. Apesar da decoração ser a mesma, como falamos no post anterior, são lugares em geral meio sujos (claro, depende do dia/hora/localização) e com alguns pedintes (na porta, pedindo, ou dentro, comendo).

2) Restaurantes de cadeia: essa categoria inclui os fast food mencionados acima, mas não se resume a eles. Aqui eu incluo os restaurantes estilo Outback, AppleBees, HardRock Café, etc. São restaurantes que servem basicamente o mesmo cardápio no mundo  todo, mas que são restaurantes: você entra, pede uma mesa, senta, pede comida, é atendido por um garçon, etc. Nós não frequentamos esses restaurantes, mas nós vamos a eles. Faz sentido? Em geral eles não são nossas primeiras opções, porque em Manhattan sempre se tem várias opções. Mas se, por exemplo, você está na região da Times Square, 99% dos restaurantes lá são assim. Se estamos por lá, comemos. Ou se estamos fora de Manhattan. Quarta-feira (antes de ontem), por exemplo, estávamos num shopping em San Diego (California) fazendo hora pra ir pro aeroporto e comemos num Cheesecake factory. Esses restaurantes de cadeia tem, em geral, a comida até gostosa. Alguns lugares tem comidas melhores que outros (gostamos muito do Cheesecake factory, mas talvez tenha um lado sentimental, já que nos lembra um querido casal de amigos :) ). Novamente, se você pede dicas de restaurantes, esses lugares não chegam na nossa lista de lugares preferidos porque temos várias outras opções em Manhattan. Não quer dizer que achamos a comida ruim. Esses lugares não são exatamente baratos, mas são mais em conta do que no Brasil (acho! Nunca fui nesses lugares no Brasil). No Cheesecake Factory, por exemplo, um prato individual custa uns $15-$20 ($20-25 se for carne vermelha/frutos do mar).

3) Joints: esses são lugares pequenos, que servem comida rápido (fast food?), tipo hamburger, tacos, quesadillas, coisas assim, mas não são grandes cadeias internacionais. Podem ser até cadeia local, mas raramente são nacionais/internacionais. Gostamos desses lugares porque, sendo locais, em geral eles servem comida fresca (hambuger de carne moida fresca, em vez do hambuger congelado do BK, por exemplo). Aqui incluo lugares tipo o Burger Joint e o ShakeShack (dois lugares de hamburger e milk shake super bons!), o Dos Toros (lugar de quesadillas e burritos), o Num Pang (lugar de sanduíche vietnamita), etc. O preço desses lugares varia mas, sendo estilo sem-garçon, ficam mais em conta (só aqui vocês já cortam no mínimo 15% da conta). Eu chutaria que uns $10 por pessoa (1 hamburger/sanduiche + refri).

4. Restaurantes: aqui incluo restaurantes com garçon. Senta na mesa, pede, etc. (Em geral) A comida demora um pouco mais do que nas categorias 1 e 3 acima. Nessa categoria, o preço varia. Vão existir lugares baratinhos (os asiáticos, principalmente), lugares médios e caros. Que nem no Brasil.

Em geral, nós vamos aos lugares 3 e 4. Vamos ao 2 quando não temos muitas opções. Vamos ao 1 raramente/nunca. Quando eu sugeri que vocês evitassem os lugares 1 (e 2) no post anterior, eu estava pensando mais na linha: “deem uma chance aos lugares que vocês não conhecem o cardápio”. Não significa que vocês vão gastar MUITO mais dinheiro. Mas quer dizer que vocês já sabem o sabor, o tempero da comida de lugares que vocês conhecem… tentem lugares desconhecidos. Não estou dizendo que vocês devem gastar muito dinheiro (como Sergio falou no comentário do post anterior, existem vários lugares baratos que não sejam exclusivamente BK/McDonalds) nem que devem se arriscar em culinária tradicional chinesa. Quis dizer que não custa muito ir a lugares que vocês não conhecem e pedir uma comida que tenha ingredientes que vocês gostam. Tipo, se você gosta de hamburger, pula o BK e vai no ShakeShack ou Burger Joint. Não tem perigo de você não gostar.

#prontomeexpliquei :)

Onde comer em Nova York – além dos fast food

Familiares e amigos que nos visitam e leitores do blog estão sempre pedindo recomendações de bons restaurantes em Nova York. Nos temos uma lista gigantesca de lugares legais, e vamos tentar falar mais desses lugares aqui no blog. Mas, queria deixar claro uma coisa: se você está aqui no blog (ou falando conosco pessoalmente) e quiser recomendação de onde comer, esteja aberto ao que vai ouvir e tente experimentar.

Se você está esperando ouvir dicas de lugares que sirvam hamburguer estilo Mc Donalds ou costelinha do Outback ou pizza do Pizza Hut, você está falando com as pessoas erradas. Nós absolutamente não vamos a esses lugares. Nova York é um dos poucos lugares do mundo onde você encontra comida de qualquer lugar do mundo. Qualquer! E esses restaurantes de cadeia internacional servem A MESMA COISA em todo lugar do mundo. Se você adora Mc Donalds no Brasil, bom! Você deve ter um Mc Donalds perto da sua casa. Agora, você pagou $1000 de passagem, $1000 de hotel, e está gastando todo seu 13o e 14o em roupas, perfumes, maquiagem, eletrônicos… que tal aproveitar e conhecer algo novo?

Ok, se você é especialmente louco alucinado por um desses lugares, claro que você pode visitar (mas nós não vamos recomendar!). Sobre fast food tipo Mc Donalds e Burger King, fique atento: sabe aquele restaurante chique no Brasil, onde você paga R$30 por uma promoção, no salão lindo e limpo, com piso branco, mesas brancas, balcão de granito, tudo limpo e cheirando bem? Aqui não é assim! Como vocês devem saber, um Big Mac aqui custa uma bagatela. Não sei quanto, mas eu chuto que você consiga pagar uma refeição no Mc Donalds por menos de $5. Então, sendo assim super em conta, faz com que esses sejam os lugares onde moradores de rua vão comer – e aproveitar o ar-condicionado no verão ou aquecimento no inverno. Além disso, parece que eles tem poucos funcionários, o que faz com que as mesas fiquem sujas por mais tempo… e que o chão fique sujo por mais tempo… e a aparência do lugar seja… suja.

Então, nós não vamos ao Mc Donalds. Ou Burger King. Ou similares. Mas nós adoramos hamburger… então conhecemos vários lugares que servem o hamburger tradicional americano. Nós também adoramos batata frita. E também conhecemos vários lugares que servem batatas ótimas! O ponto que eu queria fazer é que se você está em Nova York, aproveitando tudo que a cidade tem para oferecer, abra sua cabeça ainda mais um pouco e prove culinárias diferentes. Está planejando ir à Índia? Não? Bom… mas que tal provar comida indiana? E visitar o Congo? Sem planos? Bom, dá pra provar a comida de lá mesmo assim! E Thailandia? Egito? Paquistão? Jamaica? Quenia? Colombia? Portugal? Não importa, tente. Se você não gostar, tudo bem. Ao menos você vai ter provado uma coisa que nunca mais vai provar na vida. Mas é uma experiência legal, gente! Aproveitem! Ok, podem comer suas costelinhas do outback ou seus bigMacs uma vez, mas aproveitem a cidade!

E quando vocês tiverem o coração aberto para uma pizza tradicional (não, não tem frango com catupiry), ou uma comida árabe (não, não tem esfiha…), ou uma comida americana (não, não é um Big MAc), ou uma comida Mexicana (não, não é TacoBell), vocês podem procurar a gente e nós vamos ter mil e uma recomendações. Abram suas cabeças e corações para as novas experiências gastronômicas que NY pode oferecer… se você não curte MESMO comida diferente… ainda assim você pode tentar uma culinária diferente e comer um arrozinho com frango chinês, em vez de um BigMac… :)

Bares em NY – uma experiência diferente…

Eu adoro bares no Brasil! Adoro a cervejinha nevando, o petisquinho gorduroso, a conversa com os amigos sem hora de ir embora… é lindo de morrer. Até o churrasquinho da esquina serve. Aqui em NY, a coisa é diferente… não que não existam bares por aqui. Existem. Milhares. O problema é que vários bares aqui não servem comida.

Uóoooooooooot? você deve estar se perguntando. Pois é. Aqui vários bares não tem comida, então você simplesmente bebe… eu não funciono apenas com bebida. Eu preciso de um petisquinho. Dai, alguns outros bares servem comida, mas não são os meus amados petisquinhos… o mais petisco que você encontra é batata frita ou nachos. “Comida de bar” aqui são hamburgers, chicken wings, quesadillas, etc. Bla. Além disso, de não ter comidinhas, só comidas pesadas, você não pode ficar eternamente numa mesa. E mais, em alguns cantos, mesa só se for comer. Então, se você quer só tomar a cervejinha, fica em pé ou, se der sorte, pega um lugar no bar. Se você senta na mesa, o(a) garçon(nete) vem e pergunta o que você vai querer. Você diz as bebidas. Ela traz as bebidas e pergunta: “e para comer?”. Dai você tem que pedir a comida (você pode até enrolar um pouco, mas se enrolar demais e o bar tiver cheio, ela vai dizer que a mesa é apenas para quem vai jantar, e bla). A comida vem (super pesada… ninguém merece tomar cerveja com hamburguer) e quando você acaba, o garçon já vem ver se você terminou e se quer mais alguma coisa. Nessa hora, você pode continuar pedindo bebida. O problema é que em alguns cantos, o garçon já pode trazer sua conta sem você pedir. É um saco. Então, comida de bar não tem. Alguns bares nem comida tem. Os que tem, a chance da comida ser ruim é de 25%. A chance da comida ser super pesada é de 90%.

Sobre a comida que você normalmente vai encontrar:

  1. hamburger (burger): 99% de chance. Quando você pedir, vão perguntar como você quer a carne (how do you want that cooked?), ou seja, qual ponto da carne você quer. As resposta são: bem passada (well done), ao ponto para bem passada (medium well), ao ponto (medium), ao ponto para mal passada (medium rare) e mal passada (rare). Isso vale para qualquer carne que eles perguntarem, inclusive cordeiro (lamb), vitela (veal) e pato (duck).
  2. sliderssliders são hamburguers pequenos. Em geral são vendidos em duplas ou trios e, por serem pequenos, em geral eles não perguntam sobre a temperatura da carne. Normalmente fica entre medium medium well.
  3. batata frita (fries): steak fries são as batatas fritas mais grossinhas, curly são as que parecem um macarrão parafuso, smile são as em formato de smileLoaded fries são as que são carregadas (loaded) com alguma coisa – normalmente queijo e bacon, algumas vezes, com chili.
  4. chicken wingsasinhas e sobrecoxa de frango fritas, passadas em algum molho (bufalo = picante, asiático ou barbecue, normalmente). Se não vem especificação do molho, significa que é o molho bufalo (buffalo sauce), que é picante. Algumas vezes eles perguntam quão picante você quer – hot, mild, etc. Mesmo que você seja acostumado a comer comida picante, comece pelas mild.
  5. anéis de cebola (onion rings): menos comuns.
  6. Quesadillas
  7. Nachos
  8. Paninis
  9. Tater tots: são bolinhas de batata ralada e fritas. Crocantes por fora, macias por dentro. Nham. 

A bebida dos bares também é um pouco diferente. Acho que todos tem cerveja, e a maioria é full bar, ou seja, serve tudo (vinho, cerveja, coqueteis). Mas, vários bares não tem cardápio. Você pode perguntar que cervejas eles tem (alguns dizem “qual você quer?”, já que eles tem quase todas), tipos de vinho (uvas, gente, tipos de uva), mas não espere um cardápio compreensivo com tudo. Alguns podem ter um cardápio com os coquetéis, mas… não é regra. Então, saiba o que pedir.

Sobre as cervejas, algumas são em garrafa long-neck (bottle), lata (can, normalmente listadas junto com as em garrafa) e as cervejas on draft ou on tap ou draught beers (ou seja, chope – ou chopp, como preferir), servidas em pint (se lê páint, e não pint ou paint – como paint brush. É um copo com quase 500mL), ou pitcher (uma jarra, com 1,7L). Além disso, as cervejas aqui não são estupidamente gelada.  Normalmente, nem geladas são. São frias. As de garrafa tendem a ser mais frias. Os pints ou pitchers são frias tipo uns 10-15C.

Sobre os coqueteis, varia muito. Existem vários sites que dizem mais os menos o que os mais comuns tem, mas eles tem nome especificos e, se você souber, pode pedir que se o lugar for full bar o bartender sabe fazer. Eu só conheço o mojito (rum, limão e hortelã), malibu pineapple (rum malibu – de côco – e suco de abacaxi) e piña colada (rum, suco de abacaxi, e creme de côco). Bares (de restaurantes) mais arrumados vão saber fazer caipirinha, mas talvez não seja comum em bares normais. Se o bar não estiver muito cheio, você pode conversar com o bartender e dizer mais ou menos do que você gosta, e ele/a prepara um drink para você. Tipo, se você é fã de caipirinha, você chega lá e diz que gosta de bebidas com frutas cítricas, por exemplo. Ele pode fazer um mojito (e cobrar o preço do mojito do cardápio) ou ele pode criar um drink especialmente para você. Nesse caso, se os drinks custam em média $10 nesse bar, espere que o seu drink especial custe de $10-$15.

E, para finalizar, 3 informações importantes:

  1. Só maiores de 21 anos podem beber. Se você tem menos de 35, ande com seu passaporte (nem adianta usar a identidade do Brasil ou cópia do passaporte). Os bartenders/garçons vão pedir sua identidad ena hora que você pedir a bebida. Em alguns cantos, vão ter bouncers na porta, que só deixam entrar no bar pessoas com mais de 21. Venha preparado.
  2. Na hora que você pede a bebida, você tem que pagar. Ou você abre uma conta (um  tab) e dá seu cartão de crédito para segurar a conta (eles vão ficar com o seu cartão até você pedir para fechar a conta) ou você paga cada bebida em dinheiro, na hora que pede.
  3. Gorjeta. Gorjeta. Gorjeta. Aqui você tem que dar gorjeta para tudo (menos fast food). Então, se você deu seu cartão de crédito e abriu um tab no bar, na hora de pagar, coloque pelo menos 15% de gorjeta (tip). 15-20, dependendo do atendimento. Se foi excelente, e você paquerou com o/a bartender a noite inteira, dê pelo menos uns 25%. Se você está pagando em dinheiro a cada pedida, a regra é de pelo menos $1 por bebida. Se a cerveja custou $3 no happy hourtip $1. Se a cerveja custou $7 no horário normal, e você pediu 2 cervejas, tip $2. Se você pediu um vinho de $15, tip $1. Se você pediu uma coisa muito específica (tipo, seu drink especial ou sugestão do bartender), tip pelo menos $3.

P.S.: Quando você paga a conta com cartão de crédito, o garçon leva o seu cartão, passa na máquina, e traz o seu cartão de volta com a conta, para você assinar. Normal. O detalhe é que ele passa o valor da conta (digamos, $100). Daí, a conta tem o lugarzinho para você escrever a gorjeta (tip, digamos $18) e colocar o novo total ($118). Daí, você já pode ir embora com seu cartão, mas eles vão cobrar $118 no cartão de crédito, e não os $100 iniciais. Nesse caso, se você quer controlar mais, você pode fechar a conta no cartão nos $100 mesmo e dar o tip em dinheiro.

Em busca do melhor chocolate quente de NY – Little Brown

Continuando nossa/minha saga em busca do melhor chocolate quente da cidade, um dia desses eu fui ao Little Brown, no Upper East Site. Essa lanchonetezinha (é bem pequena mesmo, como quase tudo em NY) é uma ótima opção para quando você for visitar o MET, porque fica bem perto da estação de metrô da rua 86. Eu vou explicar como chegar lá.

Então, no dia eu fui fazer minhas consultas médicas anuais (e, se você não sabe, 99% dos consultórios médicos de NY ficam no Upper East Side) e, entre uma consulta e outra (com 1h de espera), passei no Little Brown. Apesar de pequeno, tem lugar para umas 30 pessoas. São apenas 2 mesas grandonas (para umas 10 pessoas) e 3 mesas compridas na janela (para umas 12-15 pessoas). Não é exatamente um lugar para almoço, mas quebra um galho. Eu sugiro mais como um café da manhã mais tarde ou lanche. O cardápio inclue cafés (claro!), frapês, algumas comidinhas tipo croissant, bolinhos, muffins, etc. Mas os principais atrativos do lugar são os chocolates quentes (\o/).

Chocolate quente da Little Brown

Eles tem chocolate quente de chocolate ao leite, amargo (70% dark) e branco, além de chocolate quente de nutella (ooooooh no, you didn’t!), pasta de amendoim (peanut butter),   caramelo com sal (sea salt caramel), com pimenta (spicy chilli) e com marshmallows torradinhos (toasted marshmallows). Como eu sou fã de Nutella e acho uma covardia usar Nutella com qualquer coisa (qualquer coisa com Nutella fica bom), eu resolvi provar o chocolate quente com chocolate amargo. Não é muito amargo. Na verdade, é até docinho, mas você sente que o açúcar foi colocado ali, e não é horrivelmente doce. Nham. Como a ideia é achar o melhor chocolate quente, não vou comentar sobre as outras coisas.

Avaliação da bodega:


  • Preço: razoável (chocolate quente médio custa uns $4, croissants custam uns $2.50).
  • Ambiente: café, pequeno, com janelão pra rua 85 com Lexignton, convidativo mas barulhento.
  • Atendimento: normal.
  • Comida: Boa. Digna. Serve para o cafezinho da tarde ou para a fominha antes/depois do museu.
  • Resumo da ópera: O chocolate quente é bom. Digno.
  • Voltaremos: Talvez. Só quando estivermos pelas redondezas e a fominha bater.

Quer conhecer?

  • Site: http://www.ourlittlebrown.com/
  • Endereço: 1269 Lexington Avenue (Lex & rua 85), Upper East Side, Manhattan, NY
  • Metrô: Linha verde (4, 5 ou 6), desce na 86th street. 

Em busca do melhor chocolate quente de NY – City Bakery

Queridos leitores,

como vocês bem sabem, nós fazemos tudo por vocês. E, já que vocês pediram pensaram em pedir eu quero oferecer informações antes que vocês precisem pedir, resolvi cumprir a árdua missão de achar o melhor chocolate quente da cidade. Para quem visita NY nos meses de outubro-abril, além de conhecer os melhores cafés da cidade, conhecer os lugares que vendem os melhores chocolates quentes vai ajudar a encarar o frio. E, como alguém tinha que fazer esse trabalho sujo, eu decidi começar (everything I do… I do it fooooorrrr yooouuuuu).

Então… o primeiro lugar que visitamos (sim, porque eu arrastei o coitado do marido comigo) foi a City Bakery. Eu já tinha ouvido falar que o chocolate quente de lá era bom, e resolvi que deveria ser o primeiro canto (e também estávamos passando em frente e eu pensei, porque não agora, que tá friozinho?). A City Bakery é um lugar gigante para os padrões nova-iorquinos, e estava super cheia – sem lugar para sentar. Como só queríamos mesmo o chocolate quente, pedimos. Nhaaaaaaaammmmm.

Não tem foto porque eu sou gulosa e tomei antes de pensar em tirar foto. O chocolate quente de lá é super cremoso. Pedimos o chocolate com marshmallow, que era GIGANTE e não derreteu muito. Melhor pedir sem marshmallow (e economizar $1) ou tomar no lugar, onde talve tenha uma colherzinha para pegar o marshmallow. em nossa humilde opinião, o chocolate quente de lá é muito bom (mas estamos falando do chocolate tradicional, não o de banana – sim, chocolate quente de banana… (?)), mas é meio caro ($5 por um copo pequeno, $6 com o marshmallow). Vale a pena apenas se você está congelando e morrendo de fome e passando lá em frente. Ou se você não esta passando por nada disso, mas quer provar mesmo assim.

Na City Bakery, fevereiro é o mês do chocolate quente, e eles oferecem um sabor diferente a cada dia. Quando fomos, era chocolate quente de banana.

Existem 4 City Bakery na cidade. Nós fomos na da rua 18 entre 5a e 6a avenidas (pertinho da 5a). Para chegar lá, pegue a linha amarela (N, Q ou R), verde (4, 5 ou 6) our cinza (L) e desça na Union Square, ou pegue a linha laranja (F e M) e desça na rua 14 (14th street), ou pegue o 1 e desça na rua 18 (18th street).


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Cafés em Nova York

Nova York é cheia de cafés (coffee shops), que estão sempre cheios de pessoas com seus tablets, laptop ou livros. São lugares maravilhosos para passar o tempo: você pega seu livro/tablet/laptop, vai para um café, pede um café (espresso, cappuccino, latte, normal), senta e esquece da vida. Se tiver lugar na janela, melhor ainda – você passa o resto do dia vendo as pessoas pra lá e pra cá. Eu adoro. Eles nem sempre são silenciosos, mas eu consigo me desligar completamente. Se você não consegue, leva um headphone e seja feliz.

A maior rede de cafés de Nova York é o Starbucks (que é de Seattle, acho, mas está no mundo todo). Você encontra um Starbucks em praticamente qualquer esquina da cidade (e eu não estou exagerando), o que é ótimo! Primeiro, porque se estiver frio, você pode entrar e se esquentar. Se não estiver frio, você pode descansar. Segundo, porque eles tem comida. E terceiro, a coisa mais importante, porque tem banheiro. Normalmente tem fila e os banheiros não são dos mais agradáveis, mas é um banheiro! Aproveite e se de por satisfeito. Várias vezes eles estão em condições boas/super-boas. Quanto ao café… bom, o café de bule, normal (que eles chamam de brewed coffee ou apenas coffee), é ruim, mas tomável. As outras bebidas, tipo cappuccino (espresso com espuma de leite, sem canela e sem chocolate), latte (espresso com leite quente), mocha (latte com calda de chocolate), machiatto (latte com calda de caramelo) e demais variações, são uma roleta-russa: quando o barista acerta, são bons, às vezes até muito bons. Quando o barista erra, são intragáveis.

Outra rede de café daqui é a Dunkin’ Donuts, que não é um coffee shop, mas vende café. Ruim, nem vale a pena. Se você quer provar o donut tudo bem, mas pule o café e vá para um lugar melhor. Mas, se você está com pouco dinheiro, o café do DD é mais barato que o do Starbucks.

Além dessas redes, você encontra vários outros coffee shops pela cidade. Se o/a atendente estiver de boné, lenço, boina, ou qualquer outra coisa na cabeça, e se estiver de óculos anos 80, a chance do seu café ser bom é bem maior do que no Starbucks. Se ele/a for rude, as chances aumentam ainda mais.

Latte art em um coffee shop (Ost Cafe) - você não encontra latte art no Starbucks ou DD...

Aqui está um mapa com cafés que já provamos e aprovamos. Os marcados em verde são nossos lugares favoritos.


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Hot dog em Nova York

Todo mundo sabe que hot dogs são muito comuns em NY e nos EUA inteiro. Inclusive, ir a um jogo de baseball e não comer hot dog é uma ofensa :) . Além dos jogos de baseball, em NY tem aqueles carrinhos de rua, vendendo hot dogs e pretzels em toda esquina. Mas esses são ruins (ou não bons) – não vale a pena. Esses hot dogs de estádio e rua são bem simples: pão e salsicha. Alguns oferecem chucrute (sauerkraut) ou picles picadinho (relish), além de ketchup, mostarda e, às vezes, molho picante. Se você é purista ou quer ter aquela experiência de comer um hot dog de rua, prove. Mas se você quer comer um hot dog gostoso, existem outras opções…

Uma opção que recomendamos, é o Crif Dogs, no East Village.  Esse restaurante é minúsculo. Não tem garçom: você vai no balcão, pede seus hot dogs rapidinho (seja rápido! Escolha antes de entrar na fila, por favor), dá seu nome (qualquer nome, gente, não invente de tentar explicar a atendente seu nome 100% brasileiro. Vá de Maria ou David, algo rápido e que eles entendam de primeira… :) ), diz se é pra ficar (to stay) ou levar (to go) e espera. Uns 5 a 10 minutos depois, a mocinha grita o seu nome e você será uma pessoa mais feliz.

Se você escolher ficar no (mini) restaurante, dependendo da hora, você vai ter que dividir a mesa com bêbados ou universitários gritando e galinhando alguém, mas, afinal, são apenas hot dogs – comida rápida. Se for antes de meia noite e o clima estiver bom, você pode ir pro Tompkins Square Park. Aqui está o cardápio gigante do Crif Dogs. E sim, são todos hot dogs.  Nós já comemos o Good morning, Spicy Redneck, Jon Jon Deragon e alguns outros que não estamos lembrando… e gostamos de todos! Nham.

Agora, se você estiver numa casa e tem acesso a cozinha, você pode tentar a receita maravilhosa de Daniel. Vá por mim, vale a pena!!!!

Daniel style hot dog

  • Bacon
  • Salsicha
  • Tomate
  • Cebola
  • Mostarda
  • Picles
  • Cream cheese
  1. Pique a cebola, refogue em fogo baixo até amolecer, coloque um pouco de sal e reserve.
  2. Coloque as salsichas em água fervente, espere a água voltar e ferver, tampe a penala, desligue o fogo e deixe cozinhar por 8minutos.
  3. Coloque fatias de bacon entre folhas de papel toalha e leve ao microondas por 4 minutos (para cada 4 fatias).
  4. Pique o picles beeeeeeeem fininho – use o processador, se tiver, ou compre já o picles picado (relish).
  5. Fatie o tomate e parta as fatias ao meio.
  6. Quando tudo estiver pronto, passe o cream cheese no pão de hot dog, coloque o bacon, tomate, hot dog. Por cima, coloque o picles, mostarda e, por último, a cebola.

(Ai, que fome!)

Jantando em NY

Depois que me mudei para cá, me tornei uma pessoa muito mais aberta a novas experiências gastronômicas. Antes eu só comia o que conhecia, ficava basicamente nas massas, hamburguer e pizza de pepperoni. Hoje, entretanto, costumo pedir pratos que parecem bons, mesmo que eu não conheça todos os ingredientes. Como Daniel é alérgico a frutos do mar, temos o cuidado de evitar. Fora isso, arriscamos: se o nome/a descrição parece(m) bom(ns), pedimos.

Se você também é assim, ótimo! Mas cuidado. Nem tudo o que parece é. Tenho certeza de que isso nos aconteceu porque, apesar de adorarmos sair pra comer (e de passar 24h com canais de receita na tv), não conhecemos todas as coisas do mundo… então: mesmo se seu inglês é super bom, se você não é um daqueles chatos foodies uma daquelas pessoas que conhece tudo de gastronomia e se autodenomina foodie, estiver jantando em NY e tiver um smartphone, melhor checar antes de pedir :) .

A uns 6 meses fomos jantar num restaurante famoso da cidade, de um chef super respeitado. A recomendação era o sweet bread. Sweet bread = pão doce. Pedimos. Quando nós recebemos o prato… bem, aquilo não parecia pão. Provamos.

1) Não era pão;

2) Não era doce.

Depois do primeiro pedaço (pedacinho), Daniel resolve perguntar ao garçom, que não acreditava que nós não sabíamos o que era, mas gentilmente nos explicou. Sweetbread, na verdade, é o nome gastronômico para o timo ou o pâncreas de bezerros ou cordeiros, normalmente, mas outras glândulas podem ser utilizadas, como as parótidas, sublinguais, salivares e testículos, também de bois e porcos. Apesar dessa descrição desagradável… comemos o prato quase todo (thanks God era pequenininho!).

Saímos do restaurante com a lição de que nunca mais passaríamos por isso novamente. Se não sabe o que é, pergunte. Bom… eis que a cerca de 1 mês vamos a outro restaurante, com boas recomendações na cidade. Para entrada, várias saladas, sopas e queijos. Pedimos o head cheese que, na descrição, dizia “feito no local, estilo caseiro”. Oba! Adoramos queijo, ainda mais queijo fresquinho! Let me tell you, amigos…

1) it ain’t no cheese (não é queijo).

Imaginamos que a descoberta do que realmente era aquilo poderia ser desagradável, então resolvemos comer o negócio todo (novamente, thanks God era pequeno) e só depois que (quase) terminamos, checamos no wikipedia o que era. No cheese, right? But wait: ’

2) it’s head indeed. (é cabeça…)

Eis que somos idiotas o suficiente para não saber o que é head cheese. Head cheese, leitores, nada mais é do que o termo gastrônomico para uma terrine feita com partes da cabeça de bezerros ou porcos (ás vezes vaca ou ovelha). Mas não precisa se preocupar: normalmente o cérebro e os olhos são excluídos (!). Porém, a língua, os pés e o coração são normalmente incluídos.

Então, fica a dica: mesmo que o cardápio diga “filé mignon” ou “pizza de queijo”, não custa checar :D .

Queen of Sheba – provando comida etíope

Daniel trabalha com um etíope, que nos recomendou um restaurante de seu país. É óbvio que fomos lá provar.

Quase passamos batido pelo restaurante – só não pulamos porque levamos o número da loja. A fachada é pequena, escura e nada chamativa. Entramos e a primeira impressão foi: “somos os únicos brancos daqui?”. Não, não éramos – mas éramos uma minoria absurda. O ambiente é muuuuito escuro. Escuro a ponto de quase não conseguirmos ler o cardápio e de não termos conseguido tirar foto (não íamos botar um flash num lugar super escuro… maracatu demais). As atendentes (só tinha mulher msm) não eram treinadas (ou foram mal-treinadas), não eram simpáticas mas não foram rudes. Pareciam ser etíopes, então talvez seja o jeito deles mesmo, né?, reservados?

Pedimos uma entrada que era uma massinha de panqueca (que eles chamam de “pão etíope”) e uma masinha frita (sabem cavaco chinês? Pronto, fino como ele, só que torradinho, meio gorduroso), para comer como recheio. Diferente e agradável. Antes que pudéssemos terminar a entrada, nossos pratos chegaram. Enfim, paciência. Arranjamos lugar na mesa minúscula e pronto. Meu prato era o pão etíope com carne moída (que eu juro que tava escrito “carne picada” e não “moída!”) e Daniel pediu o prato com amostra de todos os pratos: pão etíope com uns 10 tipos de recheio. Alguns recheios eram bons, outros eram muuuuito bons. Nenhum ruim, mas foi desagradável comer um recheio de carne cozida em cubos e meter a dentada em ossinhos… ugh. Esse prato com “amostras” é bem grande: basta pedir um para duas pessoas – mas eles cobram $5 a mais se você fizer isso. Mas vale a pena.

Para beber, Daniel pediu uma cerveja etíope – mais ou menos, segundo ele – e eu pedi vinho de mel – que tinha gosto de meladinha, só que suave e sem limão. Não comemos sobremesa… (não chegamos sequer a terminar os pratos…).

Avaliação da bodega:

4rapas



  • Preço: razoável (uns $10 pela entrada, $15 pelo prato principal, $20 pelo prato com amostras e $6 pela bebida alcoólica).
  • Ambiente: restaurante, pequeno, muito escuro, cara não especialmente convidativa.
  • Atendimento: normal.
  • Comida: muito boa. Não foi a melhor coisa que comi na minha vida, MAS, é uma experiência super legal.
  • Resumo da ópera: a experiência é ótima. Falei aqui que se come tudo com as mãos? Pois é. E no final eles te dão um papelzinho para limpar a mão – não se desespere.
  • Voltaremos: sim, com visitas.

Quer conhecer?

  • Endereço: 650 10th avenue, Clinton (?), Manhattan, NY
  • Metrô: como tem que andar de todo modo, praticamente todas as linhas de metrô.

1. Linhas C ou E até a estação da rua 50 (essa é uma das estações mais próximas – cerca de 15 minutos de caminhada):


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2. Linhas A, C ou E até a estação da rua 42 – Port Authority Bus Terminal (15 minutos):


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3. Linha 1 até a estação da rua 50 (17 minutos):


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4. Linhas NR ou W até a estação da rua 49 (17 minutos):


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5. Linhas 1, 2 ou 3 até a estação da rua 42 – Times Square (18 minutos):


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6. Linhas 7, N, Q, R, W e o Shuttle do Grand Central (S) até a estação dua rua 42 – Times Square (18 minutos);

7. Linhas B, D ou E até a estação da 7a avenida (21 minutos).