Cafés em Nova York

Nova York é cheia de cafés (coffee shops), que estão sempre cheios de pessoas com seus tablets, laptop ou livros. São lugares maravilhosos para passar o tempo: você pega seu livro/tablet/laptop, vai para um café, pede um café (espresso, cappuccino, latte, normal), senta e esquece da vida. Se tiver lugar na janela, melhor ainda – você passa o resto do dia vendo as pessoas pra lá e pra cá. Eu adoro. Eles nem sempre são silenciosos, mas eu consigo me desligar completamente. Se você não consegue, leva um headphone e seja feliz.

A maior rede de cafés de Nova York é o Starbucks (que é de Seattle, acho, mas está no mundo todo). Você encontra um Starbucks em praticamente qualquer esquina da cidade (e eu não estou exagerando), o que é ótimo! Primeiro, porque se estiver frio, você pode entrar e se esquentar. Se não estiver frio, você pode descansar. Segundo, porque eles tem comida. E terceiro, a coisa mais importante, porque tem banheiro. Normalmente tem fila e os banheiros não são dos mais agradáveis, mas é um banheiro! Aproveite e se de por satisfeito. Várias vezes eles estão em condições boas/super-boas. Quanto ao café… bom, o café de bule, normal (que eles chamam de brewed coffee ou apenas coffee), é ruim, mas tomável. As outras bebidas, tipo cappuccino (espresso com espuma de leite, sem canela e sem chocolate), latte (espresso com leite quente), mocha (latte com calda de chocolate), machiatto (latte com calda de caramelo) e demais variações, são uma roleta-russa: quando o barista acerta, são bons, às vezes até muito bons. Quando o barista erra, são intragáveis.

Outra rede de café daqui é a Dunkin’ Donuts, que não é um coffee shop, mas vende café. Ruim, nem vale a pena. Se você quer provar o donut tudo bem, mas pule o café e vá para um lugar melhor. Mas, se você está com pouco dinheiro, o café do DD é mais barato que o do Starbucks.

Além dessas redes, você encontra vários outros coffee shops pela cidade. Se o/a atendente estiver de boné, lenço, boina, ou qualquer outra coisa na cabeça, e se estiver de óculos anos 80, a chance do seu café ser bom é bem maior do que no Starbucks. Se ele/a for rude, as chances aumentam ainda mais.

Latte art em um coffee shop (Ost Cafe) - você não encontra latte art no Starbucks ou DD...

Aqui está um mapa com cafés que já provamos e aprovamos. Os marcados em verde são nossos lugares favoritos.


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Hot dog em Nova York

Todo mundo sabe que hot dogs são muito comuns em NY e nos EUA inteiro. Inclusive, ir a um jogo de baseball e não comer hot dog é uma ofensa :) . Além dos jogos de baseball, em NY tem aqueles carrinhos de rua, vendendo hot dogs e pretzels em toda esquina. Mas esses são ruins (ou não bons) – não vale a pena. Esses hot dogs de estádio e rua são bem simples: pão e salsicha. Alguns oferecem chucrute (sauerkraut) ou picles picadinho (relish), além de ketchup, mostarda e, às vezes, molho picante. Se você é purista ou quer ter aquela experiência de comer um hot dog de rua, prove. Mas se você quer comer um hot dog gostoso, existem outras opções…

Uma opção que recomendamos, é o Crif Dogs, no East Village.  Esse restaurante é minúsculo. Não tem garçom: você vai no balcão, pede seus hot dogs rapidinho (seja rápido! Escolha antes de entrar na fila, por favor), dá seu nome (qualquer nome, gente, não invente de tentar explicar a atendente seu nome 100% brasileiro. Vá de Maria ou David, algo rápido e que eles entendam de primeira… :) ), diz se é pra ficar (to stay) ou levar (to go) e espera. Uns 5 a 10 minutos depois, a mocinha grita o seu nome e você será uma pessoa mais feliz.

Se você escolher ficar no (mini) restaurante, dependendo da hora, você vai ter que dividir a mesa com bêbados ou universitários gritando e galinhando alguém, mas, afinal, são apenas hot dogs – comida rápida. Se for antes de meia noite e o clima estiver bom, você pode ir pro Tompkins Square Park. Aqui está o cardápio gigante do Crif Dogs. E sim, são todos hot dogs.  Nós já comemos o Good morning, Spicy Redneck, Jon Jon Deragon e alguns outros que não estamos lembrando… e gostamos de todos! Nham.

Agora, se você estiver numa casa e tem acesso a cozinha, você pode tentar a receita maravilhosa de Daniel. Vá por mim, vale a pena!!!!

Daniel style hot dog

  • Bacon
  • Salsicha
  • Tomate
  • Cebola
  • Mostarda
  • Picles
  • Cream cheese
  1. Pique a cebola, refogue em fogo baixo até amolecer, coloque um pouco de sal e reserve.
  2. Coloque as salsichas em água fervente, espere a água voltar e ferver, tampe a penala, desligue o fogo e deixe cozinhar por 8minutos.
  3. Coloque fatias de bacon entre folhas de papel toalha e leve ao microondas por 4 minutos (para cada 4 fatias).
  4. Pique o picles beeeeeeeem fininho – use o processador, se tiver, ou compre já o picles picado (relish).
  5. Fatie o tomate e parta as fatias ao meio.
  6. Quando tudo estiver pronto, passe o cream cheese no pão de hot dog, coloque o bacon, tomate, hot dog. Por cima, coloque o picles, mostarda e, por último, a cebola.

(Ai, que fome!)

Jantando em NY

Depois que me mudei para cá, me tornei uma pessoa muito mais aberta a novas experiências gastronômicas. Antes eu só comia o que conhecia, ficava basicamente nas massas, hamburguer e pizza de pepperoni. Hoje, entretanto, costumo pedir pratos que parecem bons, mesmo que eu não conheça todos os ingredientes. Como Daniel é alérgico a frutos do mar, temos o cuidado de evitar. Fora isso, arriscamos: se o nome/a descrição parece(m) bom(ns), pedimos.

Se você também é assim, ótimo! Mas cuidado. Nem tudo o que parece é. Tenho certeza de que isso nos aconteceu porque, apesar de adorarmos sair pra comer (e de passar 24h com canais de receita na tv), não conhecemos todas as coisas do mundo… então: mesmo se seu inglês é super bom, se você não é um daqueles chatos foodies uma daquelas pessoas que conhece tudo de gastronomia e se autodenomina foodie, estiver jantando em NY e tiver um smartphone, melhor checar antes de pedir :) .

A uns 6 meses fomos jantar num restaurante famoso da cidade, de um chef super respeitado. A recomendação era o sweet bread. Sweet bread = pão doce. Pedimos. Quando nós recebemos o prato… bem, aquilo não parecia pão. Provamos.

1) Não era pão;

2) Não era doce.

Depois do primeiro pedaço (pedacinho), Daniel resolve perguntar ao garçom, que não acreditava que nós não sabíamos o que era, mas gentilmente nos explicou. Sweetbread, na verdade, é o nome gastronômico para o timo ou o pâncreas de bezerros ou cordeiros, normalmente, mas outras glândulas podem ser utilizadas, como as parótidas, sublinguais, salivares e testículos, também de bois e porcos. Apesar dessa descrição desagradável… comemos o prato quase todo (thanks God era pequenininho!).

Saímos do restaurante com a lição de que nunca mais passaríamos por isso novamente. Se não sabe o que é, pergunte. Bom… eis que a cerca de 1 mês vamos a outro restaurante, com boas recomendações na cidade. Para entrada, várias saladas, sopas e queijos. Pedimos o head cheese que, na descrição, dizia “feito no local, estilo caseiro”. Oba! Adoramos queijo, ainda mais queijo fresquinho! Let me tell you, amigos…

1) it ain’t no cheese (não é queijo).

Imaginamos que a descoberta do que realmente era aquilo poderia ser desagradável, então resolvemos comer o negócio todo (novamente, thanks God era pequeno) e só depois que (quase) terminamos, checamos no wikipedia o que era. No cheese, right? But wait: ’

2) it’s head indeed. (é cabeça…)

Eis que somos idiotas o suficiente para não saber o que é head cheese. Head cheese, leitores, nada mais é do que o termo gastrônomico para uma terrine feita com partes da cabeça de bezerros ou porcos (ás vezes vaca ou ovelha). Mas não precisa se preocupar: normalmente o cérebro e os olhos são excluídos (!). Porém, a língua, os pés e o coração são normalmente incluídos.

Então, fica a dica: mesmo que o cardápio diga “filé mignon” ou “pizza de queijo”, não custa checar :D .

Queen of Sheba – provando comida etíope

Daniel trabalha com um etíope, que nos recomendou um restaurante de seu país. É óbvio que fomos lá provar.

Quase passamos batido pelo restaurante – só não pulamos porque levamos o número da loja. A fachada é pequena, escura e nada chamativa. Entramos e a primeira impressão foi: “somos os únicos brancos daqui?”. Não, não éramos – mas éramos uma minoria absurda. O ambiente é muuuuito escuro. Escuro a ponto de quase não conseguirmos ler o cardápio e de não termos conseguido tirar foto (não íamos botar um flash num lugar super escuro… maracatu demais). As atendentes (só tinha mulher msm) não eram treinadas (ou foram mal-treinadas), não eram simpáticas mas não foram rudes. Pareciam ser etíopes, então talvez seja o jeito deles mesmo, né?, reservados?

Pedimos uma entrada que era uma massinha de panqueca (que eles chamam de “pão etíope”) e uma masinha frita (sabem cavaco chinês? Pronto, fino como ele, só que torradinho, meio gorduroso), para comer como recheio. Diferente e agradável. Antes que pudéssemos terminar a entrada, nossos pratos chegaram. Enfim, paciência. Arranjamos lugar na mesa minúscula e pronto. Meu prato era o pão etíope com carne moída (que eu juro que tava escrito “carne picada” e não “moída!”) e Daniel pediu o prato com amostra de todos os pratos: pão etíope com uns 10 tipos de recheio. Alguns recheios eram bons, outros eram muuuuito bons. Nenhum ruim, mas foi desagradável comer um recheio de carne cozida em cubos e meter a dentada em ossinhos… ugh. Esse prato com “amostras” é bem grande: basta pedir um para duas pessoas – mas eles cobram $5 a mais se você fizer isso. Mas vale a pena.

Para beber, Daniel pediu uma cerveja etíope – mais ou menos, segundo ele – e eu pedi vinho de mel – que tinha gosto de meladinha, só que suave e sem limão. Não comemos sobremesa… (não chegamos sequer a terminar os pratos…).

Avaliação da bodega:

4rapas



  • Preço: razoável (uns $10 pela entrada, $15 pelo prato principal, $20 pelo prato com amostras e $6 pela bebida alcoólica).
  • Ambiente: restaurante, pequeno, muito escuro, cara não especialmente convidativa.
  • Atendimento: normal.
  • Comida: muito boa. Não foi a melhor coisa que comi na minha vida, MAS, é uma experiência super legal.
  • Resumo da ópera: a experiência é ótima. Falei aqui que se come tudo com as mãos? Pois é. E no final eles te dão um papelzinho para limpar a mão – não se desespere.
  • Voltaremos: sim, com visitas.

Quer conhecer?

  • Endereço: 650 10th avenue, Clinton (?), Manhattan, NY
  • Metrô: como tem que andar de todo modo, praticamente todas as linhas de metrô.

1. Linhas C ou E até a estação da rua 50 (essa é uma das estações mais próximas – cerca de 15 minutos de caminhada):


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2. Linhas A, C ou E até a estação da rua 42 – Port Authority Bus Terminal (15 minutos):


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3. Linha 1 até a estação da rua 50 (17 minutos):


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4. Linhas NR ou W até a estação da rua 49 (17 minutos):


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5. Linhas 1, 2 ou 3 até a estação da rua 42 – Times Square (18 minutos):


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6. Linhas 7, N, Q, R, W e o Shuttle do Grand Central (S) até a estação dua rua 42 – Times Square (18 minutos);

7. Linhas B, D ou E até a estação da 7a avenida (21 minutos).

Rafaella on Ninth

Eu adoro o brunch. deve ser porque acordo (um pouco) tarde, daí já levanto morrendo de fome. Nos finais de semana, pulamos (?) o café da manhã, fazemos um brunch, e esquecemos o almoço. Hoje foi dia de conhecer um lugar novo… fomos ao Rafaella on Ninth, um restaurante italiano que fica na 9a avenida com a rua 21. A fachada não é exatamente chamativa, tanto que já havíamos passado por lá várias vezes e não havíamos notado sua existência. Fomos por recomendação no Yelp.

O estilo do restaurante é interessante. Fugindo completamente à regra, ele não possui um padrão para nada: as mesas são redondas, quadradas, ovais, de mármore e madeira, as cadeiras são dos mais diversos modelos – cadeiras, sofás -, nem as xícaras são de uma mesma louça. Vintage, talvez? Parece assustador, mas não é. Mas também não é uma atmosfera que encante. É diferente, apenas. O brunch é prix fix (preço fixo): por $11.95, um prato, café ou chá e suco de laranja ou mimosa (suco de laranja com champagne). Pedimos eggs benedict (ovos benetitos ou beneditinos?) (sempre) e panquecas (sempre também). Os ovos estavam bons, cozidos corretamente, e o molho é levemente diferente dos molhos hollandaise (molho holandês?) que já havíamos provados, mas era bom, agradável. Normalmente os pratos salgados do brunch são servidos com batatas cozidas e refoagas (eu acho). Nunca é muito bom. Se puder, melhor pedir pra trocar por batata frita. Além dessas batatas cozidas, veio uma salada – boa também. As panquecas (mixaria, só duas, fininhas) estavam mais ou menos: muito finas, pro meu gosto. Ao menos veio com uma porção considerável de salada de frutas. Finalmente…

Avaliação da bodega:

  • Preço: na média ($12 por um prato + café/chá + suco de laranja).
  • Ambiente: restaurante, pequeno (mas não apertado), meio vintage, cara não especialmente limpa. Mal-cuidado, talvez.
  • Atendimento: normal.
  • Comida: muuuuito razoável. Já comi melhores e pelo mesmo preço, pelas redondezas. Só vale a pena se vc estiver pertinho e não tiver que esperar por uma mesa.
  • Resumo da ópera: nhé.
  • Voltaremos: não.

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  • Endereço: 178 9th avenue, Chelsea, Manhattan, NY
  • Metrô: linhas E ou C até a estação da rua 23 – siga o mapa.

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Porque saímos do Brasil, mas o Brasil não sai da gente…

Na faculdade, fiz um trabalho sobre comidas típicas e meu grupo ficou com o estado de São Paulo. Foi super difícil fazer o trabalho porque, cá como a Big Apple, São Paulo é um grande caldeirão com um pouquinho de cada canto do Brasil e do mundo. Depois de muita pesquisa, descobrimos um único prato 100% paulista é o Bauru. Por que falei disso? Não sei.. não tem nada a ver com o post… acho que é só porque acho o fato curioso…

Bom, ontem resolvemos conhecer uma nova budeguinha brasileira nos arredores de casa. O New York Pão de Queijo. Além, obviamente, de pão de queijo, a casa oferece diversos salgados brasileiros, como coxinha, enroladinho de salsicha (acho!!!), quibe frito (não é brasileiro, tá, mas entra na categoria… só pelo tamanho do kibe). Além de salgados, pamonha (huuuuuuuuuuuuuuum), tortas belíssimas, pudim de leite, docinhos (brigadeiro, de coco e acho que brigadeiro branco), acho que mousse de maracujá e VÁRIAS outras coisas que não examinei. Como Daniel descreveu aqui, o lugar é literalmente um buraco na parede (como vários cantos em NY). Apenas 4 mesinholas (vai, uns 30cm de diâmetro) com lugar pra pouco mais que 8 pessoas apertadinhas. O grande lance do local, como pudemos notar quando chegamos, é a entrega. MAS, como vcs podem imaginar, durante o inverno, a entrega não é a melhor coisa. A não ser que o restaurante seja a menos de 3 minutos de bicicleta da sua casa. Se for mais que isso, a comida esfria consideravelmente no caminho. Ainda mais se vc mora a umas 10 ou 15 ruas do local: o entregador vai juntar pelo menos 3 entregas de uma vez. Se a sua for a última parada… já viu: pizza congelada.

Enfim, voltando ao local…

O ambiente é meio agoniante. MUITO apertado e as mesinhas não estavam muito limpas… Se vc quiser comparar com um café, nota 1. Se comparar com uma budega no Brasil, nota 7. :) A comida é muito boa. Comida de rua brasileira, claro, mas bem feita. Pedimos 1 coxinha e 1 pão de queijo, de “entrada”. O pão de queijo estava ótimo! Hum-hum-hum-hum-hum… delicioso. A coxinha estava boa. Bem normal, sabe? O recheio meio seco (acho que um queijinho cremoso cairia bem), mas a massa estava muito boa. Daniel não gostou mto, mas eu adorei. Massa sequinha, nada gordurosa da fritura.

Daí, vem a parte principal (acho que dái a relação com o início do post…): qual o sanduba mais brasileiro que vc conhece? O x-tudo, CLARO! hohoho. E adivinha o que pedimo? hohoho! X-tudo, como deve ser, tinha tudo. :D Hamburguer (meio seco…), tomato, alface, presunto, bacon, calabresa, queijo, ovo, milho, ervilha e batata palha. Tinha gosto de x-tudo brasileiro, e, pra mim, ganhou pontos.

Para sobremesa, pedimos um pudim de leite. D-I-V-I-N-O!

O preço é na média… não adianta comparar com o preço de comida de rua no Brasil, porque this is America. Os salgados são na faixa de $2, os hamburguers entre $4 e $7 (x-tudo $6.25), tortas/pudim por cerca de $4. Enfim, na faixa.

Avaliação da bodega: 

                      

  • Preço: na faixa (sandubas $4 a $7, sobremesas $4 e salgados, cerca de $2); 
  • Ambiente: apertadérrimo, meio agoniante, talvez melhore na primavera, quando puder ter mesinhas na calçada;
  • Atendimento: muito bom. Acredito que é a dona quem toma conta. Muito simpática.
  • Comida: muito boa! Por isso as 4 rapadurinhas…
  • Resumo da ópera: preço normal, comida muito boa. Peça para viagem ou para entregar em casa.
  • Voltaremos: provavelmente não. Talvez na primavera… mas pediremos de casa, com certeza!!!!

Quer conhecer? 

  • Endereço: 31-90 30th street, Astoria/NY
  • Metrô: linhas N e W.

 


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Fotos: Flickr

Burger Heaven

Fomos ao cinema ontem e, ao decidirmos fazer um jantar rápido antes do filme, nos deparamos com o “Paraíso dos Hamburgueres” logo ao lado do cinema. Nada mais fast-food (e gostoso) do que um bom hamburguer – embora não tenhamos levado nenhuma de nossas visitas ao Goodburger, a próxima está intimada a comer o melhor hamburguer de sua vida conosco.

Eu pedi um cheeseburger “deluxe” (com batata frita, alface, tomate) e Thaisa pediu um burger normal. Foi decepcionante. A batata frita estava extremamente gordurosa, chega brilhava de tanto óleo. O meu cheeseburger veio com uma folha de alface gigante e duas fatias grossas de tomate em cima, não dava nem pra montar direito o sanduíche. O hamburguer de Thaisa veio seco, passado do ponto. Resultado: tivemos que tacar ketchup em cima de tudo pra poder comer. Admito até que a carne do meu cheeseburger estava gostosa, mais ou menos no ponto, mas todo o resto foi decepcionante. Se, mesmo com todas essas falhas, o preço fosse super em conta, ainda vá lá, mas acabamos pagando uns $25 pelo jantar. Enfim, deixemos de enrolação e vamos à…

Avaliação da bodega:

  • Preço: meio caro ($12 por cheeseburger + fritas).
  • Ambiente: estilo diner, um salão grande e, quando fomos, meio vazio.
  • Atendimento: Normal.
  • Comida: de regular a ruim. Só provamos o hamburguer, que deveria ser a especialidade da casa, e não saímos nem um pouco impressionados. A batata frita estava terrível.
  • Resumo da ópera: caro, comida regular.
  • Voltaremos: não!
  • Review no Yelp

Quer conhecer?

  • Endereço: 1534 3rd avenue, Upper East Side, Manhattan, NY
  • Metrô: linha 6 até a estação da rua 86 – siga o mapa.

Chocolate Spoon

O Chocolate Spoon Coffee House é um café ótimo. Funciona diariamente, serve café da manhã, almoço, jantar e lanches e fica pertinho da minha casa. É um café com comida brasileira. Ótimo.

O café é bom, normal. Tem um bolo de cenoura ótimo (quando tá novinho. Porque teve um dia que pedimos um já de uns 2 dias, e não tava mais tão bom…). também tem guaraná, açaí, mousse de maracujá, torta de limão, coxinha, empada e pastel frito. E X-tudo!!! huaahauhauahau Já almocei lá (ou “aqui”, já que estou aqui agora!) algumas vezes. O salpicão é bom e o almoço é normal. Mas também, eu pedi um frango grelhado. Outra vez vou experimentar um prato mais invocado, como ontem, que tinha frago a parmegiana. Não é exatamente invocado, mas é mais fácil errar num frango a parmegiana que num frango grelhado, né?

Os funcionários são ótimos, todos muito simpáticos (só uma funcionária que não é exatamnte simpática, mas não é antipática nem de longe!!!). Uma delas é a melhor, uma latina. Muito simpática! Faz um cappuccino ótimo!!!! O melhor da casa. Então, aconselho a ir de tarde, porque é o horário que ela tá lá. 

O preço é bem normal, dentro dos padrões NYC/Queens. Apesar do café ser meio barato. Merece visita de brasileiro que tá morando aqui. Se vc tá só turistando, só vá lá se vc tiver turistando por muito tempo… ou se quiser relaxar. Além da boa comida e bom café, o ambiente é agradabilíssimo, com música ambiente e acesso a internet.

Avaliação da bodega: 

                 

  • Preço: na faixa (almoço/jantar na média de $10/prato, café cerca de $3/pequeno, bolos e salgados, cerca de $2.50); 
  • Ambiente: aconchegante, bem iluminado, convidativo.
  • Atendimento: Bom. Destaque pro atendimento da latina.
  • Comida: boa.
  • Resumo da ópera: preço justo, comida honesta.
  • Voltaremos: volto todo dia.

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  • Endereço: 37-03 31st avenue, Astoria/NY
  • Metrô: linhas R e V (e G no final de semana)


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Point Brazil – falha grave

Um lugar que se denomina “cafe-grill-buffet” e serve almoço, não pode falhar. Eu, cliente, não tenho nada a ver com seus atrasos, mas almoço é almoço.

Hoje fui almoçar no Point Brazil. Cheguei lá às 12:30 e o café da manhã estava servido. Perguntei se eles não serviriam almoço hoje, num sábado!, e a atendente me disse que eles tinha atrasado um pouco (pouco?), mas que em meia hora o almoço estaria servido. Como eu estava lavand roupa, meia hora era o tempo de colocar a roupa pra secar. Resolvi esperar. Voltei para a lavanderia, li, coloquei minha roupa pra secar e voltei para o restautrante. 1:15h. E o almoço não estava servido.

Sinceramente, restaurante que serve almoço, serve almoço. Almoço pra mim é meio dia. Ou perto. Depois de 1h, é demais. E parece que eles estava tão despreocupados com isso, que eu entrei e saí de lá e ninguém veio falar comigo, dizer de que horas iam servir ou coisa e tal. Canto que muito amigo vai tem dessas coisas… os donos esquecem que existem clientes que não são amigos e não vão ficar lá esperando o almoço ser servido. 

DESAPROVADÍSSIMO! Falha grave, gravíssima!

Point Brazil

Para começar a falar de comida, falemos de comida brasileira. Ou, pelo menos, de restaurante brasileiro. Essa semana abriu em Astoria, aqui do nosso ladinho, um restaurante brasileiro, “Point Brazil – Cafe-Grill-Buffet”. Ontem fomos conferir…

E aí? Sacou? Cafe-Grill-Buffet? É o nosso veeelho conhecido, self-service! Muito bonitinho, arrumadinho. Além do self-service com churrasco :D , o Point Brazil serve também quitutes como coxinha, pastel frito, bolo, bolo de macaxeira, quindim, brigadeiro, pudim de leite e café e café e sucos e guaraná!

Fomos ontem para jantar (e estávamos morrendo de fome!!!!) e nos deparamos com vinagrete, couve a mineira, picanha na brasa e… e… para fechar com chave de ouro… pô, ninguém sabe????? FAROFA! Ô povo mais ou menos!!!! Claro que tomamos um guaraná e, de sobremesa, pudim de leite!

Avaliação da bodega: 

            

  • Preço: na faixa ($5.99/pound, aproximadamente $13/kg), sobremesas cerca de $3.25/fatia. 
  • Ambiente: aconchegante, pequenininho, bem iluminado, convidativo.
  • Atendimento: Bom. Uns funcionários melhores que outros. As mais senhoras, melhores, os mais jovens, meio desatentos.
  • Comida: ótima. Carne deliciosa, farofa ideal, arroz com gostinho de Brasil. Pra quem gosta, tem feijão (e tinha a cara boa!).
  • Resumo da ópera: preço justo, comida honesta.
  • Voltaremos: com certeza!

Quer conhecer? 

  • Endereço: 38-01 31st avenue, Astoria/NY
  • Metrô: linhas R e V (e G no final de semana) – siga o mapa.


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