Restaurant Week

Se não estou enganada, a Restaurant Week (Semana de Restaurantes) de NY acontece 2 vezes por ano: no verão e no outono/inverno. Não sei exatamente as datas, mas está acontecendo uma agora. Durante os dias 12 a 25 de julho (deveria ser “weeks”, mas…) quase 300 restaurantes da cidade oferecem um cardápio com preço fixo para o almoço e/ou jantar (várias outras cidades do mundo vêm fazendo a mesma coisa, inclusive São Paulo). Não sei como funciona nos outros cantos, mas aqui você precisa reservar com certa antecedência, já que dentre os restaurantes, sempre existem os $$$$ participando, e todo mundo quer provar a comida daquele chef famoso por um precinho melhor. O almoço custa $24.07 e o jantar, $35 por pessoa e o preço inclui uma entrada, prato principal e sobremesa. Os cardápios são pequenos (em geral, 3 opções para cada prato) e as porções também. A idéia não é comer muito por um preço razoável, mas dar a chance de conhecer um restaurante novo por um preço razoável. Se você gostar muito da comida, você um dia volta, pagando o preço todo. Se não, não perdeu tanto assim.

Vocês podem pegar informações no site. Se está vindo pra NY em outra época, guarde o endereço e, quando estiver mais perto de sua viagem, procure. Quem sabe você dá sorte?

Bom, reservamos vários restaurantes e hoje fomos nos 2 primeiros: no Morimoto (reviews aqui) pro almoço e no One if by land, two if by sea pro jantar (reviews aqui). O Morimoto é o restaurante do Iron Chef japonês Morimoto :D , famoso nos EUA. Como vocês podem imaginar, é um restaurante de comida japonesa e nos arriscamos nos sushis. Não somos lá grandes fã de sushi ou sashimi, mas, se tínhamos que tentar comer, uma boa idéia é provar os de um dos melhores restaurantes da cidade né? Enfim… eram bons, os melhores que já comi, mas não nos convenceram. Não nos converteram. Nossa conclusão foi de que se não gostamos aqui, podemos parar de tentar… Mas, pagamos $24.07 por pessoa, mais bebidas, impostos e gorgeta. Mas checamos o cardápio normal e vimos que são razoáveis. Não é um restaurante para se ir com frequência (não para nosso padrão), mas não é nada absurdo. Se você está vindo passear e é fã de comida japonesa, tente almoçar lá. Acho que os pratos principais variavam de $20 a $40. O jantar deve ser mais caro…

O One if by land é considerado um dos restaurantes mais românticos da cidade, e isso é verdade. O ambiente é super romântico, com paredes vermelho-escuro, luz de velas e piano ao fundo. Super romântico mesmo! No cardápio normal, eles oferecem um jantar com 5 pratos e harmonização de vinhos por uns $170 por pessoa ou $80 por 3 pratos (entrada, principal e sobremesa). Nós fomos de $35 pelo restaurante week e… bem… não sei onde estava com a cabeça e pedi um gazpacho de pepino. Na minha cabeça, se eu iria provar gazpacho, que fosse num restaurante bom. Se eu não gostar aqui, não gosto e pronto. Como vocês podem imaginar (e eu podia, só não quis acreditar), era o sabor dos infernos. Exageros a parte, eram pepinos batidos no liquidificador, temperados com pimenta do reino. Ainda consegui engolir 1/2 da porção gigante (claro que a única porção grande tinha que ser do prato ruim, ne?) e o garçon perguntou se estava ruim e se eu queria algo em troca. :/ Daniel pediu uma saladinha de milho com uma linguiça italiana, que estava bom. Não ótimo. Partindo para o principal, Daniel pediu uma carne, bem gostosa (não maravilhosa…) e eu pedi fettucini. Absolutamente normal. Faço igual. Bem, não faço, mas não cobro por isso. Para compensar, as  sobremesas (um cheesecake e uma mousse de gianduia) estavam diviiiiinas!!! Mas nesse lugar, voltaremos, porque eles são famosos pelo Bife Wellington, que somos doidos para comer (maldito Gordon Ramsay, que só fala disso…)

Queen of Sheba – provando comida etíope

Daniel trabalha com um etíope, que nos recomendou um restaurante de seu país. É óbvio que fomos lá provar.

Quase passamos batido pelo restaurante – só não pulamos porque levamos o número da loja. A fachada é pequena, escura e nada chamativa. Entramos e a primeira impressão foi: “somos os únicos brancos daqui?”. Não, não éramos – mas éramos uma minoria absurda. O ambiente é muuuuito escuro. Escuro a ponto de quase não conseguirmos ler o cardápio e de não termos conseguido tirar foto (não íamos botar um flash num lugar super escuro… maracatu demais). As atendentes (só tinha mulher msm) não eram treinadas (ou foram mal-treinadas), não eram simpáticas mas não foram rudes. Pareciam ser etíopes, então talvez seja o jeito deles mesmo, né?, reservados?

Pedimos uma entrada que era uma massinha de panqueca (que eles chamam de “pão etíope”) e uma masinha frita (sabem cavaco chinês? Pronto, fino como ele, só que torradinho, meio gorduroso), para comer como recheio. Diferente e agradável. Antes que pudéssemos terminar a entrada, nossos pratos chegaram. Enfim, paciência. Arranjamos lugar na mesa minúscula e pronto. Meu prato era o pão etíope com carne moída (que eu juro que tava escrito “carne picada” e não “moída!”) e Daniel pediu o prato com amostra de todos os pratos: pão etíope com uns 10 tipos de recheio. Alguns recheios eram bons, outros eram muuuuito bons. Nenhum ruim, mas foi desagradável comer um recheio de carne cozida em cubos e meter a dentada em ossinhos… ugh. Esse prato com “amostras” é bem grande: basta pedir um para duas pessoas – mas eles cobram $5 a mais se você fizer isso. Mas vale a pena.

Para beber, Daniel pediu uma cerveja etíope – mais ou menos, segundo ele – e eu pedi vinho de mel – que tinha gosto de meladinha, só que suave e sem limão. Não comemos sobremesa… (não chegamos sequer a terminar os pratos…).

Avaliação da bodega:

4rapas



  • Preço: razoável (uns $10 pela entrada, $15 pelo prato principal, $20 pelo prato com amostras e $6 pela bebida alcoólica).
  • Ambiente: restaurante, pequeno, muito escuro, cara não especialmente convidativa.
  • Atendimento: normal.
  • Comida: muito boa. Não foi a melhor coisa que comi na minha vida, MAS, é uma experiência super legal.
  • Resumo da ópera: a experiência é ótima. Falei aqui que se come tudo com as mãos? Pois é. E no final eles te dão um papelzinho para limpar a mão – não se desespere.
  • Voltaremos: sim, com visitas.

Quer conhecer?

  • Endereço: 650 10th avenue, Clinton (?), Manhattan, NY
  • Metrô: como tem que andar de todo modo, praticamente todas as linhas de metrô.

1. Linhas C ou E até a estação da rua 50 (essa é uma das estações mais próximas – cerca de 15 minutos de caminhada):


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2. Linhas A, C ou E até a estação da rua 42 – Port Authority Bus Terminal (15 minutos):


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3. Linha 1 até a estação da rua 50 (17 minutos):


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4. Linhas NR ou W até a estação da rua 49 (17 minutos):


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5. Linhas 1, 2 ou 3 até a estação da rua 42 – Times Square (18 minutos):


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6. Linhas 7, N, Q, R, W e o Shuttle do Grand Central (S) até a estação dua rua 42 – Times Square (18 minutos);

7. Linhas B, D ou E até a estação da 7a avenida (21 minutos).

Rafaella on Ninth

Eu adoro o brunch. deve ser porque acordo (um pouco) tarde, daí já levanto morrendo de fome. Nos finais de semana, pulamos (?) o café da manhã, fazemos um brunch, e esquecemos o almoço. Hoje foi dia de conhecer um lugar novo… fomos ao Rafaella on Ninth, um restaurante italiano que fica na 9a avenida com a rua 21. A fachada não é exatamente chamativa, tanto que já havíamos passado por lá várias vezes e não havíamos notado sua existência. Fomos por recomendação no Yelp.

O estilo do restaurante é interessante. Fugindo completamente à regra, ele não possui um padrão para nada: as mesas são redondas, quadradas, ovais, de mármore e madeira, as cadeiras são dos mais diversos modelos – cadeiras, sofás -, nem as xícaras são de uma mesma louça. Vintage, talvez? Parece assustador, mas não é. Mas também não é uma atmosfera que encante. É diferente, apenas. O brunch é prix fix (preço fixo): por $11.95, um prato, café ou chá e suco de laranja ou mimosa (suco de laranja com champagne). Pedimos eggs benedict (ovos benetitos ou beneditinos?) (sempre) e panquecas (sempre também). Os ovos estavam bons, cozidos corretamente, e o molho é levemente diferente dos molhos hollandaise (molho holandês?) que já havíamos provados, mas era bom, agradável. Normalmente os pratos salgados do brunch são servidos com batatas cozidas e refoagas (eu acho). Nunca é muito bom. Se puder, melhor pedir pra trocar por batata frita. Além dessas batatas cozidas, veio uma salada – boa também. As panquecas (mixaria, só duas, fininhas) estavam mais ou menos: muito finas, pro meu gosto. Ao menos veio com uma porção considerável de salada de frutas. Finalmente…

Avaliação da bodega:

  • Preço: na média ($12 por um prato + café/chá + suco de laranja).
  • Ambiente: restaurante, pequeno (mas não apertado), meio vintage, cara não especialmente limpa. Mal-cuidado, talvez.
  • Atendimento: normal.
  • Comida: muuuuito razoável. Já comi melhores e pelo mesmo preço, pelas redondezas. Só vale a pena se vc estiver pertinho e não tiver que esperar por uma mesa.
  • Resumo da ópera: nhé.
  • Voltaremos: não.

Quer conhecer?

  • Endereço: 178 9th avenue, Chelsea, Manhattan, NY
  • Metrô: linhas E ou C até a estação da rua 23 – siga o mapa.

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I’ll be there for you!

Hoje foi um lindo dia de sol, com temperatura acima dos 20 graus. Não dá pra ficar em casa num dia desses, depois de um inverno tão longo… 

Fui andar pela cidade e visitar uns cantos que eu queria ir e não ia. Passeei pelo SoHo e pelo West Village, dois bairros bem interessantes. O SoHo tem muita loja de roupa. É o lugar ideal pra fazer compras. Por outro lado, é suuuuper cheio, com camelô nas calçadas… meio agoniante. Tem que ir com calma e com destino certo. Não é o melhor lugar pra passear a toa… mas hoje foi :) . De lá, fui para o West Village, que é muito lindinho. Acho a parte mais charmosa de NY. Os prédios são mais baixos, o sol entra mais nas ruas… é cheio de restaurantezinhos (zinhos mesmo, são bem pequenininhos!), cafés, bakeries e lojas de roupa. Ao contrário do SoHo, que é cheio de lojas de marcas famosas e super famosas, o Village tem mais loj(inh)as independentes. São boutiques bem carinhas, também… é o lugar ideal pra comprar AQUELA roupa, única, só sua, linda de morrer, pra fazer suas inimigas morrerem de inveja. Mas tem que estar disposta a gastar um tanto mais.

Lá, vi o prédio de Friends, o apartamento de Carrie (Sex and the City) e dei uma passadinha em Magnolia Bakery, que é onde Carrie comia cupcakes. E que tem cupcakes deliciosos… :) De lá, fui encontrar Daniel no Chelsea Market. Tomamos um café delicioso – que entrou na minha lista de melhor da cidade e fomos comprar uns vinhos… porque já não tinha mais em casa!

 

Ixe, quase um diário, né?

Ah, esqueci de contar… andando pelo Village, passei por um parque pequenininho, com um monte de gente vendo alguma coisa. Quando me aproximei, vi que era um povo jogando basquete. Sabe aquilo que a gente vê em filme? Negros jogando basquete, tipo 1 a 1 ou 2 a 2, um monte de gente apostando, daí vem um branquelo e desafia? Nesse estilo… só que não tinha branquelo, só os negões (peeeense num povo grande!!!!!) jogando. E uns caras, mais velhos, comandando as apostas! O engraçado foi que o celular desses mais velhos tocou e ele foi saindo da quadra gritando “Eu já disse pra vc não me ligar!!! Esse é o meu escritório!!! Eu tô trabalhando!!!”. E desligou na cara… heheheheeheh

Nutella é chocolate?

Fiz uma promessa. A coisa aconteceu e entrei numa vida chocolateless desde o dia 05 de abril. Chocolate agora, só dia 05 de abril de 2010. Mas daí… nutella é chocolate? (sim, isso é uma pergunta. Respondam…)

Feeling the magic

Eu ando numa fase meio chef. Estou ME sentindo… comprei um livro, The lost recipe for happiness (que não é de auto-ajuda, fazfavor), em que a personagem principal é uma chef de cozinha e a história acontece num restaurante (óbvio…). Estou pouco depois da metade do livro e estou amando! Não o livro, em si, que é bem normal – daquele estilo feel-good (eu acho!) de ser, saca? -, mas as descrições que Elena (a dita cuja) usa para comida… geeeeeeente, quéquéeeeeeeeeeisso! É algo alucinante… ainda mais quando ela está criando as receitas: ela fecha os olhos e pensa nos ingredientes e monta a coisa toda na cabeça, já sonhando com os sabores.

Vemcá, me diz: que que falta preu ser uma chef? Pergunta retórica! Pergunta retórica! Não precisa começar a enumerar… I got it. Voltando…

Fiquei/estou tão alucinada com essa “explosão de sabores” (que a auora usa mto no livro), que senti um sangue chef nas minhas veias. E pópará de pensar “chef, é? cozinheeeeeeeeeeeeeeeeeira”. Cozinheira o escambau. CHEF! :) Enfim… fui preparar meu almoço ontem com esse sangue chefês nas veias. Já viu o estrago, né? Pois não é que ficou bom? Ficou tão bom que fiz hoje pra Daniel almoçar. E ele adorou. A-ham! Claro que não foi nada muito elaborado, mas ao menos foi bem diferente do de sempre. Fiz um molho de tomate com molho de tomate pedaçudo + pasta de tomate, alho, geléia de pimentão, sal, pimenta-do-reino, pimenta vermelha, coentro seco, orégano e canela. Juntei almôndegas de peru, macarroni e voilà! Tudibom. Sei que não parece. Mas ficou. :D

Seguindo o espírito, fiz a mesma pro almoço de hj. Só que, cheguei em casa com uma vontade louca, mas assim, LOUCA mesmo de comer bolo de limão. Passei no supermercado, comprei lemones e voltei feliz para casa. SECA pelo bolo. Nem troquei de roupa e fui direto pra cozinha. Mas, devo confessar que minhas vontades loucas não incluem – nunca, jamais – muito tempo E trabalho. Tsk, tsk, tsk. Eis que pego meu super-liquidificador, jogo ovos, açúcar, suco de limão (e laranja… só pra dar o gosto), iogurte e óleo e bato, misturo farinha (com fermento e sal), raspas de limão e essência de baunilha, forno e, tcharaaaaaaaaaaaaaaaaaaaan: 40 minutos depois, sai um bolinho douradinho…

Quero só deixar registrado aqui: HUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUMMMMMMM!!!!!!

Sei, também, que baunilha, limão e iogurte não soam bem… mas combinaram! A única dica que dou é pra usar menos limão. Eu adoro azedinhos, então estou amando. Se vc não gosta, vai com calma. Masa baunilha, fazfavor de usar. Dá um gostinho show.

E aí? O que vc fez pra comer hoje?

Porque saímos do Brasil, mas o Brasil não sai da gente…

Na faculdade, fiz um trabalho sobre comidas típicas e meu grupo ficou com o estado de São Paulo. Foi super difícil fazer o trabalho porque, cá como a Big Apple, São Paulo é um grande caldeirão com um pouquinho de cada canto do Brasil e do mundo. Depois de muita pesquisa, descobrimos um único prato 100% paulista é o Bauru. Por que falei disso? Não sei.. não tem nada a ver com o post… acho que é só porque acho o fato curioso…

Bom, ontem resolvemos conhecer uma nova budeguinha brasileira nos arredores de casa. O New York Pão de Queijo. Além, obviamente, de pão de queijo, a casa oferece diversos salgados brasileiros, como coxinha, enroladinho de salsicha (acho!!!), quibe frito (não é brasileiro, tá, mas entra na categoria… só pelo tamanho do kibe). Além de salgados, pamonha (huuuuuuuuuuuuuuum), tortas belíssimas, pudim de leite, docinhos (brigadeiro, de coco e acho que brigadeiro branco), acho que mousse de maracujá e VÁRIAS outras coisas que não examinei. Como Daniel descreveu aqui, o lugar é literalmente um buraco na parede (como vários cantos em NY). Apenas 4 mesinholas (vai, uns 30cm de diâmetro) com lugar pra pouco mais que 8 pessoas apertadinhas. O grande lance do local, como pudemos notar quando chegamos, é a entrega. MAS, como vcs podem imaginar, durante o inverno, a entrega não é a melhor coisa. A não ser que o restaurante seja a menos de 3 minutos de bicicleta da sua casa. Se for mais que isso, a comida esfria consideravelmente no caminho. Ainda mais se vc mora a umas 10 ou 15 ruas do local: o entregador vai juntar pelo menos 3 entregas de uma vez. Se a sua for a última parada… já viu: pizza congelada.

Enfim, voltando ao local…

O ambiente é meio agoniante. MUITO apertado e as mesinhas não estavam muito limpas… Se vc quiser comparar com um café, nota 1. Se comparar com uma budega no Brasil, nota 7. :) A comida é muito boa. Comida de rua brasileira, claro, mas bem feita. Pedimos 1 coxinha e 1 pão de queijo, de “entrada”. O pão de queijo estava ótimo! Hum-hum-hum-hum-hum… delicioso. A coxinha estava boa. Bem normal, sabe? O recheio meio seco (acho que um queijinho cremoso cairia bem), mas a massa estava muito boa. Daniel não gostou mto, mas eu adorei. Massa sequinha, nada gordurosa da fritura.

Daí, vem a parte principal (acho que dái a relação com o início do post…): qual o sanduba mais brasileiro que vc conhece? O x-tudo, CLARO! hohoho. E adivinha o que pedimo? hohoho! X-tudo, como deve ser, tinha tudo. :D Hamburguer (meio seco…), tomato, alface, presunto, bacon, calabresa, queijo, ovo, milho, ervilha e batata palha. Tinha gosto de x-tudo brasileiro, e, pra mim, ganhou pontos.

Para sobremesa, pedimos um pudim de leite. D-I-V-I-N-O!

O preço é na média… não adianta comparar com o preço de comida de rua no Brasil, porque this is America. Os salgados são na faixa de $2, os hamburguers entre $4 e $7 (x-tudo $6.25), tortas/pudim por cerca de $4. Enfim, na faixa.

Avaliação da bodega: 

                      

  • Preço: na faixa (sandubas $4 a $7, sobremesas $4 e salgados, cerca de $2); 
  • Ambiente: apertadérrimo, meio agoniante, talvez melhore na primavera, quando puder ter mesinhas na calçada;
  • Atendimento: muito bom. Acredito que é a dona quem toma conta. Muito simpática.
  • Comida: muito boa! Por isso as 4 rapadurinhas…
  • Resumo da ópera: preço normal, comida muito boa. Peça para viagem ou para entregar em casa.
  • Voltaremos: provavelmente não. Talvez na primavera… mas pediremos de casa, com certeza!!!!

Quer conhecer? 

  • Endereço: 31-90 30th street, Astoria/NY
  • Metrô: linhas N e W.

 


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Fotos: Flickr

Pra quê???

Digam-me, amigos e amigas, o que leva uma pessoa a postar fotos de comidas para a irmã/filha que mora longe??? Depois Daniel reclama que eu vivo querendo fazer um bolo de chocolate com recheio  (e nao faço!!!!)… Provas dos crimes:

 

 

Quero divórcio dessa família… :(

Polentinha

Ontem deu uma vontade danada de comer polenta. Sabe lá Deus o motivo, porque eu não era acostumada a comer polenta com freqüência em casa… Mas, bateu a vontade e já era. Tinha que comer.

Obviamente, eu não sabia fazer e fui pra net, aprender. Eis que me aparece uma receita de Mario Batali (um chef super ultra mega famoso aqui) e eu resolvo fazer a tal. Hum. Confesso que não botei fé na receita. Mesmo não sendo uma expert, tava na cara que não ia prestar… só ia água e fubá. Hunrun, tô falando literalmente. Não, minto, tinha sal tb.

Mesmo sem confiar, resolvo dar uma ponta de credibilidade ao cara e sigo a receita passo a passo (e foi difícil! Deixa a água esquentar, põe o fubá e mexe). Meu amigo… pense numa porquera! Jesus. Tinha gosto de cuscuz com água. Horríiiiiiiiiiiiiiiiiivel. E mesmo na minha remota lembrança de polenta, lembro que a da minha mãe tinha um temperinho show, bom que só, de comer a polenta purinha (com uma bela xícara de café). A polenta perdeu a poesia… tsk, tsk, tsk. Eu sabia que não ia dar certo… Como um cara famoso recomenda uma porcaria dessas? Será que é pra enganar os bestas, que vão achar que errou e vão no restaurante dele provar? Ou já provaram e resolvem fazer igual e não vão entender nunca que nunca vão conseguir porque ele MENTE na receita? Uma razão ou outra, ficou HORRÍVEL e Thaisinha Mary não repetirá. Tchau, Babau.

Para a minha sorte, eu queria comer polenta com alguma coisa, então tinha feito um molhinho show: cebola e alho refogadinhos, junta lingüiça italiana (só a carninha, sem a pele horrorosa, ah, a sweet), refoga bem direitinho, juntou molho de tomate show de bola, pica cebolinha verde e voilà! Aí, o fubá com água ficou com gosto, já que o molho estava show. Salvou, Jesus. Senão eu ia morrer de desgosto… Pra acompanhar, vinhozinho básico.

Ah, e o ocorrido aconteceu só para a minha desgraça mesmo, porque Daniel não gosta de polenta (“Eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeecaaaaaaaaaaaaaa!!! Quem diabos come polenta???” EU!), e eu fiz macarrão pra ele. By the way, pense num menino que só come macarrão. “Daniel, quer arroz ou macarrão?” “Macarrão”. Sempre essa é a resposta… mas às vezes eu faço arroz, porque ninguém é de ferro, e ele não reclama não. Bonzinho, né =)

E por falar em comida…

Fonte: Arch Words

Um dia desses, numa TPM braba, saí para andar na rua sem objetivo algum. Zanzando pela rua, passei em frente a uma Dunkin’ Donuts e resolvi comprar um donut, que a milênios não comia (leia-se: comi apenas uma vez). Entrei na (mini)loja e fiquei olhando as inúmeras opções de donuts, tentando escolher uma. Eis que observo os numerozinhos embaixo das prateleiras dos donuts. Presto mais atenção e vejo 239, 438, 327… ainda tentando escolher o que eu queria, fiquei reclamando com meus botões como era caro! Um único donut, mais de $2.00? Aí, presto mais atenção e vejo que não tem o “.” nos preços… hum… daí me toco! Não é o preço, é o valor calórico!!!

Coladinha com a lei da gordura trans, existem uma lei que obriga as redes fast-food a informarem o valor calórico dos alimentos…

Meia-volta, volver.

Eu e minha semi-dieta não vamos por água a baixo por um simples donuts… que eu nem gostei tanto assim…