Comida barata em NY

Como já falamos antes, experimentar culinárias diferentes em NY não significa comer comidas estranhas e/ou gastar um horror. Uma dica de restaurantezinho legal que comemos até com frequência é o Num Pang, um lugar de sanduíches da Camboja (que eu jurava que era vietnamita, mas… enfim, é perto! :p)

O Num Pang fica pertinho da Union Square e pouquíssimo espaço para sentar. Se você está em NY entre os meses de abril-outubro, eu sugiro que pegue um sanduíche e vá para a Union Square, onde tem muito lugar pra sentar. Se você estiver aqui durante o inverno/começo da primavera, melhor melhor ficar por lá mesmo. Os sanduíches custam entre $7-$8.5 e são suficiente para uma pessoa. Se estiver com muita fome, 1 1/2. Dois por pessoa pode ser demais.

Eu tenho certeza de que quando eu falei “Camboja” 50% de vocês pensaram logo em “aaargh… deve ser super estranho”. Não é. Abaixo, os que nós já pedimos e recomendamos:

Sanduíche de almôndegas de vitela ao molho Hoisin

Esse é (metade d)o Hoisin veal meatballs, um sanduíche de almôndegas de vitela ao molho Hoisin (um tipo de molho asiático). Custa $7.50. A almôndega é bem diferente das que minha mãe faz, mas é uma delícia! Todos os sanduíches vem com penino, coentro, cenoura e um molho a base de maionese.

Sanduíche de porco ao molho agridoce

Esse é o Pulled Duroc pork, um sanduíche de porco desfiado, um pouco apimentado (nada extravagante, juro!) e com um pouco de mel – meio agridoce-picante. Custa $7.75.

Sanduíche de carne assada

E esse é o meu preferido! É o Grilled skirt steak. Skirt steak é um corte parecido com a fraldinha. A carne é bem temperadinha, não é picante, e eles sempre fazem (na minha opinião) no ponto certo: rosinha no meio. Adoro esse sanduíche! Custa $9.50 e vale a pena!

Viu? Quando eu sugiro coisas diferentes não tô dizendo pra você comer inseto! :)

Avaliação da bodega:

  • Preço: bom (sanduíches de $7-$10, sucos de $2-$3. Uns $10-$15 por pessoa).
  • Ambiente: pequeno mas não sei muito. Nunca fui (Daniel traz pra casa)
  • Atendimento: não sei. Nunca fui. Mas Daniel nunca reclamou.
  • Comida: Boa! Almoço ou jantar, dá pra pegar um take-out e comer no parque ou no hotel.
  • Resumo da ópera: recomendo! Os sanduíches são sempre bons!
  • Voltaremos: sim, comemos lá (ou melhor, de lá) 1 ou 2 vezes no mês…

Quer conhecer?

  • Site: http://www.numpangnyc.com/
  • Endereço: duas opções! 21 East 12th st. (rua 12, entre University Place e 5a avenida), Union Square; 140 East 41st st. (rua 41 entre Lex e 3a ave), Murray Hill.
  • Metrô (para o da Union Square): L, N, Q, R, 4, 5, 6 para a Union Square.

Obesidade nos EUA

Não sei se já falei sobre isso aqui, então, talvez seja um post repetido. Paciência. Talvez a idade (ou a leseira) esteja chegando mais rápido do que eu imagino…

O problema da obesidade aqui nos EUA é real e assustador. Sei que isso está em todos os jornais e todo mundo está carece de saber. Mas, vale repetir: obesidade aqui é um gravíssimo problema público de saúde! Nós temos obesidade no Brasil e eu tenho certeza que você está pensando: grande coisa, tem obeso em todo canto. Em parte, você está certo. Mas, se você não teve a oportunidade de vir aos EUA, eu acredito que você não tem noção do problema. O que nós consideramos obesidade no Brasil, aqui você passa a considerar sobrepeso. Peloamor, não estou falando isso cientificamente, ok? É visualmente! Obesidade é obesidade em qualquer canto. Estou me referindo a nossa referência visual do que é obeso, sobrepeso, normal, etc. O número de obesos aqui é muito grande e eles são, em grande parte, morbidamente obesos. Obesidade mórbida no Brasil é, comparativamente, raro! Aqui, é dia-a-dia.

Propaganda nos EUANão vou filosofar sobre as causas dessa situação que chega até a ser constrangedora aqui. Só quero dar um exemplo do que acontece… estava lendo meus readers ontem e esses foram os ads que apareceram. E aqui, isso está mesmo lado a lado: propagandas de comidas, as chamadas Western foods (ou seja, refrigerante, fast-food e comida semi-pronta), e propagandas de remédios, dvds, livros para emagrecer. Na verdade, essa primeira foto não é de propaganda de comidas: é o ad de um site com descontos (você cadastra seu email e recebe descontos para cantos diversos diariamente). Mas, pra que essa foto? É só uma amostra do que chama atenção das pessoas aqui (bem, chamou a minha… mas eu não gosto de donuts).

Isso é Brasil…

Quantas vezes você já ouviu essa frase ou sua equivalente “Só no Brasil mesmo”? Pois é, eu canso de ouvir isso diariamente, e a cada dia que passa, um dia a mais que estou fora do Brasil, vejo o quanto isso é injusto. Muita gente tem a ilusão de que apenas no Brasil certas coisas acontecem e/ou que fora do Brasil tudo é melhor. Não é exatamente assim…

Vejam bem, eu adoro morar aqui! E esse post não tem, de maneira alguma, a intenção de denegrir a imagem dos EUA. É apenas para mostrar que nem tudo é lindo como nós imaginamos do Brasil. Que nem tudo é como os filmes mostram e que os filmes não mostram tudo. São apenas algunns comentários sobre NY, NJ ou sobre os EUA, em geral.

Começo falando do cheiro da cidade. Isso é uma questão interessante, porque ninguém comenta! Ninguém havia me dito isso e eu não havia dito isso a ninguém. Mas, algumas partes de NY fedem. E muito. Não me refiro a cheiro desagradável temporário, como quando sai uma fumaça terrível dos bueiros da cidade, parecendo esgoto vaporizado. Estou me referindo a um cheiro constante, ou melhor, mau-cheiro constante, de bairros nobres de NY. Estranho, né? Chelsea é um bairro de NY na altura de onde Daniel trabalha, então passeamos muito por lá. É um bairro meio residencial, cheio de prédios bonitinhos, condos (casinhas típicas de NY de 2 ou 3 andares…) coloridos… é super interessante. Mas, por incrível que pareça, eu odeio andar por lá. As calçadas fedem terrivelmente a cocô e xixi de cachorro (cá estou usando palavras de baixo calão… tsk, tsk, tsk). É uma coisa terrível! Nojenta mesmo. Vera, minha sogra, comentou no blog dela que uma coisa típica de nova-iorquinos é andar com um copo de café na mão, e isso é verdade. Mas, eu não consigo tomar um gole de água sequer nas ruas de Chelsea, por conta desse cheiro.

Limpe!

E vocês podem perguntar: por que especificamente nesse bairro é assim? Eu não sei. Acredito que porque é um bairro bem residencial em que a maioria dos apartamentos permite animais de estimação. E todo mundo aqui tem um! A maioria são cachorrinhos, lindos, fofos, que muitas vezes andam no colo de seus donos. Mas, diferente do Brasil (ou Natal?), onde ensinamos nossos cachorros a fazer suas necessidades no quintal ou no jornal, se mora em apartamento, aqui os animais são ensinados a fazer na rua. Por mais que os donos sejam obrigados a recolher a sujeira de seu cachorro e colocar no lixo, a meleca fica! Alguém já disse isso a essas pessoas? Quando eu tinha cachorro, ele vez ou outra tinha diarréia. E aí, amigos, lascou-se. Se a desgraça acontecia antes do coitado correr pro quintal, lá íamos nós, cobrir com areia, secar, blablablá e limpar. Minha casa não cheirava a cachorro! Muito menos a suas necessidades. Aqui isso não acontece. Sujou a rua? Paciência. Ainda dê-se por satisfeito se o dono limpa (você pode ser multado, mas, pasmem!, muitos  não limpam!).

Saquinhos pendurados... legal, hein?Além de Chelsea, o West Village também tem partes fedidas. Não por inteiro, como Chelsea, mas bastante (provavlemente porque o West Village tem mais restaurantes, o que diminui o número de residentes com cachorros. E eu acredito que se o dono do restaurante é dono do prédio, ele também não permite animais). Não me entendam mal! Não sou contra animais! Sou contra o cheiro das ruas… Será que alguém poderia inventar um spray que acabasse com o cheiro? E que os donos de animais fossem obrigados a usar? Porque, mesmo que o cocô não esteja na rua, o xixi fica no chão! Geeeeeente, peloamor… fede, gente. Fede! E, por sinal, quando limpar, jogue no lixo! Não pendure, não deixe o saco no chão. Lixo. Enfim, meu conselho para quem vem: ao andar por certos bairros, prete atenção no chão!

Será que eu deveria finalizar esse post com um “Isso é NY…”?

Queen of Sheba – provando comida etíope

Daniel trabalha com um etíope, que nos recomendou um restaurante de seu país. É óbvio que fomos lá provar.

Quase passamos batido pelo restaurante – só não pulamos porque levamos o número da loja. A fachada é pequena, escura e nada chamativa. Entramos e a primeira impressão foi: “somos os únicos brancos daqui?”. Não, não éramos – mas éramos uma minoria absurda. O ambiente é muuuuito escuro. Escuro a ponto de quase não conseguirmos ler o cardápio e de não termos conseguido tirar foto (não íamos botar um flash num lugar super escuro… maracatu demais). As atendentes (só tinha mulher msm) não eram treinadas (ou foram mal-treinadas), não eram simpáticas mas não foram rudes. Pareciam ser etíopes, então talvez seja o jeito deles mesmo, né?, reservados?

Pedimos uma entrada que era uma massinha de panqueca (que eles chamam de “pão etíope”) e uma masinha frita (sabem cavaco chinês? Pronto, fino como ele, só que torradinho, meio gorduroso), para comer como recheio. Diferente e agradável. Antes que pudéssemos terminar a entrada, nossos pratos chegaram. Enfim, paciência. Arranjamos lugar na mesa minúscula e pronto. Meu prato era o pão etíope com carne moída (que eu juro que tava escrito “carne picada” e não “moída!”) e Daniel pediu o prato com amostra de todos os pratos: pão etíope com uns 10 tipos de recheio. Alguns recheios eram bons, outros eram muuuuito bons. Nenhum ruim, mas foi desagradável comer um recheio de carne cozida em cubos e meter a dentada em ossinhos… ugh. Esse prato com “amostras” é bem grande: basta pedir um para duas pessoas – mas eles cobram $5 a mais se você fizer isso. Mas vale a pena.

Para beber, Daniel pediu uma cerveja etíope – mais ou menos, segundo ele – e eu pedi vinho de mel – que tinha gosto de meladinha, só que suave e sem limão. Não comemos sobremesa… (não chegamos sequer a terminar os pratos…).

Avaliação da bodega:

4rapas



  • Preço: razoável (uns $10 pela entrada, $15 pelo prato principal, $20 pelo prato com amostras e $6 pela bebida alcoólica).
  • Ambiente: restaurante, pequeno, muito escuro, cara não especialmente convidativa.
  • Atendimento: normal.
  • Comida: muito boa. Não foi a melhor coisa que comi na minha vida, MAS, é uma experiência super legal.
  • Resumo da ópera: a experiência é ótima. Falei aqui que se come tudo com as mãos? Pois é. E no final eles te dão um papelzinho para limpar a mão – não se desespere.
  • Voltaremos: sim, com visitas.

Quer conhecer?

  • Endereço: 650 10th avenue, Clinton (?), Manhattan, NY
  • Metrô: como tem que andar de todo modo, praticamente todas as linhas de metrô.

1. Linhas C ou E até a estação da rua 50 (essa é uma das estações mais próximas – cerca de 15 minutos de caminhada):


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2. Linhas A, C ou E até a estação da rua 42 – Port Authority Bus Terminal (15 minutos):


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3. Linha 1 até a estação da rua 50 (17 minutos):


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4. Linhas NR ou W até a estação da rua 49 (17 minutos):


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5. Linhas 1, 2 ou 3 até a estação da rua 42 – Times Square (18 minutos):


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6. Linhas 7, N, Q, R, W e o Shuttle do Grand Central (S) até a estação dua rua 42 – Times Square (18 minutos);

7. Linhas B, D ou E até a estação da 7a avenida (21 minutos).

O Museu Metropolitano de Arte (MET)

Entrada do Metropolitan

MET (Metropolitan Museum of Art) fica do lado leste do Central Park, na 5ª avenida com rua 81, numa região conhecida como Upper East Side. O metrô fica perto (dois ou três blocos nas linhas 4, 5 ou 6), mas não fica quase dentro do museu. Como o Museu de História Natural, está sempre lotado e com crianças em excursões de escolas. Quando eu chamo atenção é porque são desde crianças bem pequenas a adolescentes que andam em grupos grandes. Se você é uma pessoa meio impaciente, melhor tomar uma Maracujina antes porque de repente você está concentrado vendo um quadro de Picasso e 25 crianças param na sua frente, cochichando, apontando, daí vem a professora e começa a falar. Se você estiver com um audio guide, pior, não dá pra ouvir mais nada. Respire, conte até 5 minutos, e recomece quando eles forem pra outra sala. De modo geral, fuja de grupo. Atrapalham muito. E não sei se vale a pena participar de um… acho que o audio guide faz milagres. Pra quem não fala inglês, o museu oferece informações (no balcão), tours e mapas do museu em português. Mas o mapa você tem que downloadar (aqui).

Auto-retrato (Van Gogh)

Auto-retrato (Van Gogh)

Não sei se vale a pena conhecer todo o museu (que é gigante) em um único dia. Se tiver tempo, separe pelo menos 2 dias de visita. Se não tiver, escolha as galerias que mais agradam e fique muito tempo nelas. Nas outras, passe mais rápido, mas visite. Dois lugares que nós visitamos e recomendamos muito são o terraço no topo do museu, onde existe um barzinho e você pode aproveitar a belíssima vista de Manhattan, e a seção egípcia, que contém um grande salão/jardim com um templo egípcio antigo (original, trazido do Egito). O museu é aberto de terça a domingo, das 9:30 às 5:30 (sextas e sábados, até as 9 da noite). O audio guide custa $8 (e vale a pena, se você falar inglês) e a entrada “sugerida” é de $20, ou seja, você pode pagar o quanto quiser, mas eles recomendam $20. Por favor, não paguem menos do que $5 por pessoa. Se puder, pague mais. O museu é excelente e vale cada centavo.

Se ficou curioso pra ver o museu por dentro, em nossa última visita nós tiramos muitas (muitas!) fotos, inclusive de algumas das obras mais famosas.


Restaurante Libanês

Terça passada foi o último dia do meu curso de inglês e tivemos um jantar de despedida num restaurante libanês (porque um menino da sala é do Líbano). Dei sorte, porque ele escolheu um restaurante bem pertinho daqui de casa…

Daniel foi também, nos encontrou lá. Foi ótimo. Como ninguém sabia o que pedir, o (esperto) dono do restaurante levou todos os aperitivos para provarmos. Foi tanta comida que pouca gente pediu o prato principal. Além de esfiha (delícia!), tinha tipo esfiha fechada de espinafre, pastel frito de queijo, hummus com pão sírio e mais algumas coisas que não me lembro. Mas a graça do restaurante foi o narguile. Hassan (o libanês da sala), pediu um e ensinou todo mundo a “fumar”. Como Sérgio tinha dito, a fumaça é bem fria e com gosto de frutas. A que experimentamos, tinha gosto de uva. Eu nunca fumei, então posso estar dando explicações desnecessárias mas, no caso do narguile (que não se pronuncia o R, ou arguile [em árabe], pronunciando o R bem forte) vc não engole a fumaça. Põe na boca e solta na mesma hora. Muito engraçado, pq vc começa a se perguntar “qual o sentido?”. Mas, é gostosinho, e numa roda de amigos foi bem legal. Todo mundo provou, errou, fez de novo e no final, todo mundo já conseguia soltar fumacinha da boca.

Lá no post eu mostrei o instrumento. Bom, naquela parte menorzinha eles colocam carvão em cima. :) Pronto, tudo que eu observei…

Ah, e nesse restaurante que nós fomos tem dança do ventre nos sábados (ó, Lu :p). Nós estamos pensando em ir…

Fotos já no multiply ou no flickr.

Chinatown by Chinese Girl

Bahhhhhh, pra todos vocês!!!! :D

Tava conversando com uma amiga hoje, chinesa, e falei que tinha ido a Chinatown e NÃO tinha gostado. Ela perguntou por que e, sincera como eu sou, disse que é porque tinha achado sujo!

E ela concordou. Disse que também odeia Chinatown, que lá o povo grita muito, é sujo e, como diria Daniel, só tem gente feia. :p

Hunf. Se ela, que é chinesa, não vai… por que eu tenho que ir? Chinatown… nunca mais. Só quando as visitas quiserem conhecer, claro…

Comerciais

Vocês lembram essa propaganda?

No Brasil, as propagandas não podem falar abertamente sobre seus concorrentes. Na época que essa propaganda saiu deu o maio problema e ela foi retirada do ar rapidinho. Aqui é completamente diferente. Eles não só se referem DIRETAMENTE aos concorrentes, como dizem os nomes e até mostram os produtos. Muito mais legal, mas muito estranho também. Eu ia procurar um exemplo melhor, mas não tive mto saco… :D Mas dá pra ter uma noção. Essa é de uma operadora de celular, Alltel, e na propaganda estão as outras operadoras (Spring, Verizon, T-Mobile e outra que não lembro).

Abacate é FRUTA

Fruta é o que dá na ávore. E, da fruta, você pode fazer sucos, doces, sorvetes e outras sobremesas. Pode até usar em salada de vegetais, mas pra dar aquele “tchan” agridoce. Ok? Pronto. Abacate é FRUTA! Inclusive, eu amo vitamina de abacate… principalmente quando sobra e você põe no congelador pra comer feito sorvete depois. Ah, e você usar açúcar, ok?

Aqui, abacate é verdura. Hoje na aula eu comentei que abacate no Brasil é fruta, que nós tomamos vitamina, sorvete, comemos com açúcar e/ou leite… a minha turma quase vomita de nojo!!!! (Como Daniel diria, Ah, é? Pois façam o seguinte…”) Eles ficaram com aquela cara de “que absurdo” mas. Ué. Abacate não é fruta??? Ou vai dizer que eles comem maçã ou banana com sal?

Cada louco – parte 2

Lembram do louco que ficou na porta do meu apto? Bom, definitivamente ele não foi o único doido que vi(mos) por aqui… só o que tem nessa cidade é doido. Dentre vários, como o Caubói pelado (um doido varrido que fica em plena Times Square de shortinho e bota de cowboy tocando violão, eu acho. Claro que agora na primavera (até que) vai, mas ele ficava assim no inverninho brabo! Também outras bizarrices, uns punk muito doidos, uma velhinha punk (punk mesmo, toda de pretão com coleiras prateadas e tal)… mas ontem vimos um fantástico de tão louco. Um homem a cara daquele comediante de Natal (de Natal?), que era “metade de parte de pai e metade de mãe”, lembram? Que tinha metade do cabelo liso e metado cacheado… não lembro o nome. Bom, mas aquele cabelinho, na altura das orelhas, meio volumoso, partidinho no meio, vestindo short, tênis e um casaco tipo moletom. Podre de bêbado! Achou pouco sua aparência bizonha, se levantou e começou a (ou tentou?) beber de uma garrafinha de uísque (que não estava em saquinho marrom!!!). Aí ele tentava enfiar a garrafa de novo no bolso do short… e começava a tirar o short!!!!! O cara quase fica só de cueca! Mas abaixou o short quase todo!!!! Aaaaaaaaaaaaaargh!!!!!!!!!

P.S.: Pra quem não sabe, aqui não se pode beber na rua. Ou melhor, não pode mostrar que é bebida alcoólica. Vc pode encher a cara, mas tem que colocar a garrafa num saquinho (como se ninguém soubesse o que tem ali…) ou numa latinha de refrigerante, copo de café, o que vc quiser! Eu hein…

P.S.²: Outra lei daqui (essa é de NY) é que você não pode ficar nos parques da cidade, com vista para o playground (e muito menos no playground) se não tiver uma criança. Na tentativa de afastar os pedófilos… até que eu achei legal essa lei. Pena que isso agora nos impede de ficar no parque que tem aqui em frente…