East River Park

East River Park

East River Park na altura da 10th st, ao fundo a Queensboro Bridge, a esquerda a estação de energia da ConEd

Apesar de ter belas vistas das três pontes mais famosas da cidade (Williamsburg, Manhattan e Brooklyn), o East River Park é um dos parques menos badalados por turistas em NYC. Se você quer fugir um pouco do caminho batido dos guias de turismo, tire 1 ou 2 horas do seu dia para caminhar pelo parque, que te leva da rua 23 até a ponta sul da ilha (Battery Park). No caminho, evite a todo custo a visita ao South Street Seaport, a não ser que queira comer mal, comprar bugigangas “I love NY” ou dar uma passada rápida no banheiro. Lá você não encontra nada de autêntico de NYC, somente lojas baratas, restaurantes terríveis e ônibus de excursão – uma verdadeira armadilha pega-turista. Aproveite o tempo em outros lugares mais interessantes da cidade (parques, museus, lojas, ruas, bairros, restaurantes, qualquer coisa é mais interessante que o SSS).

Casal embaixo da Williamsburg Bridge

Espalhadas pelo East River Park estão quadras para as mais diversas modalidades esportivas, inclusive um belo campo de futebol (soccer!) rodeado por uma boa pista de atletismo. Existem também quadras de tênis e basquete, todas abertas ao público. Pela beirada do rio você vai encontrar gente correndo pra lá e pra cá, não importa a época do ano.

Vista da Brooklyn Bridge no East River Park

Outra dica legal nesse percurso é o New Amsterdam Market, um mercado de comida (farmers market) fantástico que acontece todos os domingos perto da ponte do Brooklyn. Cheio de produtores locais vendendo guloseimas deliciosas, com um pouco de sorte você pode comer um grilled cheese do morristruck com um refrigerante artesanal e depois tomar um dos incríveis sorvetes do Bent Spoon. Um dos nossos passeios favoritos de domingo envolve caminhar pelo East River Park e fazer um brunch no mercado.

New Amsterdam Market, perto da Brooklyn Bridge

Endereço: margeando o East River em Manhattan ao sul da 23th st
Metrô: L estação 1st avenue (na altura da 14th st), F estação Delancey St (altura da Delancey St). Não é muito fácil chegar ao parque de metrô, nossa sugestão é descer na 1a avenida com 14th st e andar até o parque.

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Fotos: para mais fotos do parque, vejam nossa galeria do East River Park

Walking tours

Sempre dizemos aos amigos que vem visitar que em NY se anda muito. Claro que voce pode passar o tempo todo andando de taxi, ônibus ou metrô – eles te levam para qualquer lugar -, mas usando esses transportes você corre o risco de perder muita coisa da cidade. Não estou dizendo que não deva usar o metrô. Deve sim, é ótimo, confiável (em geral) e fácil de entender. Mas não deixe de passear a pé pela cidade. Nos passeios a pé é que você pode se deparar com um prédio lindo, uma pessoa famosa, um carrinho de comida deliciosa ou uma loja super bacana.

Alem dos passeios a pé de um ponto turístico a outro, a cidade tem vários walking tours. Para esses, seu inglês precisa estar levemente afiado (afinal, não tem tanta graça fazer o passeio sem entender nada do que o guia fala) e ter um preparo físico razoável. Dependendo do tour, você vai passar de 2 a 4 horas andando, parando, e raramente (ou nunca) sentando. Se você for levemente pregado, fique com os passeios de ônibus mesmo. Se for mais disposto, se aventure num walking tour.

Nós fizemos um walking tour a um tempo atrás (acho que em outubro ou novembro) e foi muito legal. Nosso guia era um senhor dos seus 70 anos. Era um tour sobre os imigrantes no Lower East side de NY e fomos duplamente sortudos: 1) nós éramos os únicos no passeio, então foi um passeio privado pelo preço normal; e 2) o guia era filho de imigrantes e metade dos lugares e histórias que ele contava eram pessoais. Muito mais legal! Apesar de termos adorado, eu não faço ideia de que lugar foi esse que encontramos o passeio, então não posso recomendar o lugar. No meio de julho faremos outro passeio, pelo East Village. Depois eu comento aqui…

Diferente dos passeios de ônibus estilo city-tours, os walking tours são bem específicos, tipo “NY Heritages”, “NY nightlife”, “Foods of NY”. Basta dar uma olhada no Google por ny walking tours e vocês vão encontrar várias opções. O preço varia, mas acho que começam por volta dos $25 por pessoa + tip pro guia no final (+-20% do preço, ou mais, se o guia for super bom). Alguns são bem mais caros, por volta dos $60-70/pessoa. Meio salgado, mas se você tiver condições, eu sugeriria escolher o que mais agrade e fazer. Se o guia for minimamente bom, será uma ótima experiência! Se o passeio for caro, seria bom dar uma olhada antes no que outras pessoas falam do passeio/guia. Cheque o Yelp para isso.

Além dos passeios pagos, você poderá encontrar alguns passeios de graça, mas se lembre de dar tip mesmo assim. Como você não sabe o valor do passeio, dê no mínimo $5 (por pessoa, por favor. Não dê $5 por um grupo de 4). E, finalmente, para quem não pode pagar ou não encontrar esses passeios, existem alguns walking tours guides de graça para fazer download (e você faz o passeio escutando o tour no seu ipod/celular), mapas com tours guiados, com descrições pequenas dos lugares, ou mesmo livros com vários passeios. Nós temos o New York City Walks, que custa cerca de $10 na Amazon.

Para mais dicas de walking tours, veja esse site.

Chelsea – comida, arte e a comunidade gay

Propagandas para o público homossexual

Apesar do Stonewall Riot ter acontecido no Greenwich Village (onde fica o bar Stonewall Inn), Chelsea é tido como o bairro gay (gayborhood?) de NYC. Achamos NY uma cidade gay-friendly – especialmente em Chelsea você se depara com essa realidade. Não sabemos de onde vem a história, mas aparentemente foi o bairro escolhido por vários casais gays para morar. E é isso que você encontra: casais gays andando de mãos dadas, abraços e beijos nas ruas – tudo que casais heterossexuais fazem em qualquer outro lugar. Aqui é normal então, se você é contra, recomendo que tente abrir sua cabeça ou então realmente evite Chelsea. Não que você não vá encontrar em outros cantos da cidade mas, como falamos, aqui a proporção é bem maior. Inclusive, várias propagandas em ponto de ônibus/telefone público são voltadas a comunidade gay.

Bandeira do orgulho gay

Isso faz com que vários restaurantes, lojas, cafés, galerias etc., exibam a bandeira do orgulho gay, o que não significa que são estabelecimentos gays: são locais que apoiam o movimento pelos direitos iguais. Talvez Chelsea seja até um bom bairro para conhecer um pouco mais sobre o homossexualismo – andar pelas ruas e ver que, diferente do que alguns imaginam por aí, as pessoas são absolutamente normais, dignas, e querem apenas viver suas vidas, assim como você e eu.

Bandeira do orgulho gay

Chelsea tem ótimos restaurantes, bares e cafés que valem a pena conhecer, além de várias galerias de arte. Nós recomendamos o Chelsea Market, na 9a avenida entre as ruas 15 a 16, onde você pode (deve!) tomar um café no Ninth Street Espresso, que nós consideramos um dos melhores cafés de NY. Fique atento porque: 0) eles só aceitam cash; 1) nos referimos a cappuccinos; 2) cappuccino aqui não tem canela nem chocolate; 3) a xícara (ou copo) é pequena, leva 3 doses de espresso e te deixa ligado o resto do dia. Para acompanhar o café, passe na Amy’s Bread e compre qualquer coisa – tudo lá é bom, os sanduíches são fantásticos e o sticky bun é divino (porém gigante). Aproveite e estique a visita até o almoço ou jantar e coma no Green Table, que serve comida orgânica e local: o hamburguer, o chicken/beef pot pie e o beef bourguignon são ótimos. Prove também a cerveja Allagash. Pratos de $15 a $20 por pessoa. Vá ao Chelsea Thai para algo mais barato (as porções são bem grandes… então, sugiro que divida um prato com alguém e guarde espaço para um café e uma sobremesa). De sobremesa, além das delícias da Amy’s bread, você pode se deliciar com um brownie fora-do-comum da Fat Witch (mas se você for entre as 5 e 7 da tarde/noite, o brownie custa metade do preço!), cookies ou cupcakes da Eleni’s (nunca comemos), sorvetes da L’Arte del Gelato ou chocolates ou cookies do Jacques Torres (caros, mas você pode comprar um e curtir…). Além das comidas, o Market tem uma loja de vinhos super boa, uma livraria, uma loja de coisas para cozinha e uma loja de roupas, a Anthropologie. As demais lojas nós não conhecemos/nunca entramos/nunca comemos, mas vale a pena passear por lá. O famoso restaurante japonês do Iron Chef Morimoto também fica lá.

Outros lugares legais por Chelsea são:

  • Chelsea Brewing Company: uma cervejaria que fica no Chelsea Pier, na 11a avenida na altura da rua 20;
  • Highline: é um parque suspenso, feito em antigas linhas de trem. Interessante. Tem alguns lugares para sentar e se bronzear (como vários nova-iorquinos fazem…), legal também para fazer picnics em dias de clima agradável;
  • Café Grumpy: esse lugar é um segredo. O café é bem gostoso, e, diferente do Ninth Street, eles servem café normal, espresso, cappuccino, etc. Um dos lances desse lugar, é que eles servem um café de $10 (ou $12, não lembro), que é tido como O café de NY. Um café normal, em deli, custa cerca de $1. No Starbucks, $2. Aqui, $10/$12. Se vale a pena nós não sabeoms, já que eu nunca provamos, mas iremos em breve ((re)fazemos aqui o convite para quem quiser ir conosco). Ele fica na rua 20, entre a 7a e 8a avenidas. O pulo do gato desse café é que ele não tem identificação/placa na entrada. Eu já tomei o cappuccino de lá e só achei porque eu tinha decorado a fachada da loja. Você pode levar o número do lugar. Vai fazer o mesmo efeito… :) ;
  • Joe: nós citamos o Joe aqui, pela loja que fica na rua 13 entre a 5a avenida e a University place. Outra loja fica na rua 23, quase na esquina da 9a avenida (eles tem outras lojas espalhadas pela cidade. Cheque no site). É também um café bem gostoso mas, novamente, só tomamos o cappuccino.
  • Co.:  esse lugar tem pizzas bem gostosas, mas é sempre cheio… A ênfase aqui é na massa da pizza, já que o dono/chef/criador é dono de uma famosa padaria aqui em NYC.
  • Apple Store: fica na rua 14 com a avenida 9, pertinho do Chelsea Market. Três andares de produtos da Apple.
  • WestSide Market: nós gostamos muito desse mercado. É um mercadinho cheio de coisas deliciosas, queijos, molhos, comidas prontas… se estiver passeando por perto, de uma passadinha e leve algo para comer em casa/no hotel. Fica na 7a avenida, entre as ruas 14 a 15.

Agora vocês já sabem onde nos encontrar :) .

Andando de ski (lift)

Não, eu não andei de esqui, até porque é verão e eu não teria como esquiar aqui nem que quisesse. Mas, pela primeira vez em minha vida, andei naquele carrinho que te leva para o alto da montanha (quando vc anda de esqui): o ski lift.

ski lift

Como diabos isso aconteceu? Bem, hoje foi o picnic do Google, que aconteceu num resort de esqui. Foi super legal, mas não estou aqui para falar dele, e sim do carrinho de esqui.

Vocês já devem ter visto mil vezes em filmes (ou andaram, mas lembrem-se de que foi minha primeira vez), mas é mais esquisito do que parece. Não é difícil. É esquisito. Pois bem, os carrinhos (as cadeirinhas, na verdade) ficam vindo e você… bem, você se prepara. Se prepara mesmo, porque elas não param! Quando Daniel me disse eu passei 15 segundos para processar. Como é? Isso mesmo, amigos e amigas da rede globo. O diabo da cadeira não para. Então, é aquela preparação! Você começa a ficar satisfeito que tenham pessoas na sua frente, assim você consegue observar e aprender (?). Opa, menos 2, mas eles pareciam ter experiência… não contam. Hum, agora esses foram meio sem jeito… como é? Tem treinamento? Argh, chegou sua vez! Como era de se esperar, a fila estava absolutamente parada até o momento que você descobriu que a cadeira não iria esperar por você. Depois disso, são 5 cadeiras ocupadas por segundo. Então, chegou sua vez! O segredo é posicionar, sentar e segurar (na cadeira, pra não cair). Posiciona! Puxa a bolsa! Segura as havaianas! Lá veeeeeemmmmmmmm… sentasegurapronto! Foi! Yay! Agora estou lá curtindo a vista, quando a havaiana dá uma balançada. E lá fomos, tentando prender as havaianinhas (legítimas!)… ok, tamo chegando ao topo. “E então, Daniel, como desce?” Hum-rum. Desce do mesmo modo que subiu, ué. Agora a cadeira deve seguir sem o seu corpo. Estamos chegando e o cara já grita de lá “desçam e corram o mais rápido possível”. Como é que é???? E lá você se prepara em 3 segundos, põe os pés no chão (de havaianas, lógico) e sai correndo. Mas tem que correr pra esquerda! E muito, porque Daniel, que estava a minha direita, tem que chegar à esquerda também. Ok… lá vai… preparação… chãohavaianacorrevrum…

Gente, sério! Custa parar esse negócio? Fiquei imaginando o que deve acontecer quando as pessoas estão com seus esquis…

Union Square

Union SquareA Union Square é uma praça muito legal de NY. Na altura da rua 14 e Broadway, está normalmente bem cheia. Algumas vezes por semana (segundas, quartas, sextas e sábados, acho), acontece uma feira na praça, onde você pode comprar frutas, verduras, cookies, pães, bolos, leite, beijos, etc etc etc, fresquinhos, recém colhidos/feitos por produtores locais. Vale a pena prestigiar e aproveitar. Se estiver pelas redondezas, aproveite para fazer um lanche por lá: compre algo e sente nos bancos da praça. Aliás, acho que isso é uma coisa bem nova-iorquina. É super comum ver as pessoas almoçando nas praças (nos dias bons, claro). À noite a Union Square fica cheia de adolescentes com seus skates, patins, ipod, bonés e tênis coloridos, que se reúnem para qualquer coisa: podem ficar apenas conversando ou dançando ao som de seus ipods individuais.

Fachada da H&MEu gosto muito de ir a Union Square porque a estação de metrô tem várias linhas e tem muito o que se fazer por perto. Na 5a avenida, por exemplo, na mesma altura, você encontra várias lojas de roupa, como a Banana Republic, Gap, Anthropology, H&M, Michael Kors, Zara, J. Crew, etc etc etc. Na Union Square mesmo você encontra a Barnes & Noble, uma livraria gigante, a Sephora, uma rede de lojas de maquiagem, cafés, lojas como a Puma e a Diesel, além de um cinema pertinho e o café Max Brenner, que na verdade vende chocolates deliciosos! Para quem gosta de café, recomendo o Joe – the art of coffee, que fica na rua 13. Para um lanche, se não tiver a feira, o Pret-a-Manger, na Union Square. Para um sanduíche, o GoodBurger na Broadway, entre as ruas 17 e 18.

Além disso tudo, na Union Square fica a Whole Foods, rede de supermercado de comida orgânicas. É um pouco caro, mas vale a visita. Eles também tem um café e servem almoço dentro do próprio supermercado (buffet). Pode ser uma opção para quem quer algo vegan, macrobiótico ou natural.

Museus em NY – a missão

New York possui mais de 80 museus espalhados pela cidade, incluindo os cinco boroughs. Mas na verdade, a maioria desses museus fica mesmo em Manhattan e, sendo em Mahattan, são de fácil acesso de metrô. Já falamos aqui de 3 dos 4 maiores museus: MET, MoMA, História Natural e Guggenheim. Abaixo, segue a lista de outros museus da cidade.

Madame Tussauds: também conhecido como Museu de Cera, fica em plena Times Square. O museu abre diariamente, a partir das 10h, e a entrada custa $35/pessoa.

The Jewish Museum: funciona das 11h às 5:45, de sábado à quinta-feira. As entradas custam $12/pessoa, mas, nos sábados, a entrada é gratuita. Esse museu fica na 5a avenidade, no Upper East Side, ao norte do Guggenheim.

South Street Seaport Museum: esse museu fica na margem do East River. De janeiro a março, funciona de sexta à segunda, das 10h às 5h, e de abril a dezembro, abre de terça à domingo, de 10 às 6h. A entrada custa $10.

Ellis Island – Museu do Imigrante

Ellis Island Immigration Museum: a mesma balsa que vai para a ilha da estátua da liberdade vai para esse museu, localizado numa ilha ao lado da ilha da estátua. O ticket para a balsa custa $12/pessoa ou $20 com o audio guide.  A primeira balsa sae de Manhattam as 8h30 da manhã e a última, sai da ilha da estátua às 6:15 e da ilha Ellis às 6:30, diariamente (exceto no dia 25 de dezembro). De acordo com o site, o tempo médio de espera na fila para comprar os passes é de 2h – ou seja, chegue cedo ou compre online.

American Museum of the Moving Image: esse museu fica em Astoria/Queens, e funciona de terça à sexta, das 10 às 3h. A entrada custa $7.

Museum of the City of New York: funciona de terça à domindo, de 10 às 5h. A admissão sugerida é de $10

Museum of Arts and Design: esse museu fica no Columbus Circle, com fácil acesso a várias linhas de metrô. Funciona de quarta à domingo, de 11 às 6 (às 8, nas quintas), e a entrada custa $15.

Children’s Museum of Manhattan: localizado no Upper West Side, o museu da criança funciona de terça à domingo, das 10 às 5 da tarde. Diferente dos demais museus, todas as crianças devem pagar para entrar no museu, e a entrada custa o mesmo para adultos e crianças ($10).

Apto dos Gumpertz no Tenement Museum (tour Getting by)

Tenement Museum: para chegar ao Tenement Museum, que fica no Lower East Side, a estação mais próxima é a Essex St-Delancey St (linhas F, M, J e Z). Esse museu é incrível, super diferente, mas só vale a pena pra quem ao menos entende inglês. O museu é basicamente um prédio na rua Orchard que foi preservado. Para começar, você deve ir na loja do museu (108 Orchard Street) e comprar sua entrada ($20) para o tour que você quer (7 tours diferentes, que duram de 1h a 2h – nós vimos o Getting by). Na hora do seu tour, um guia vai falando da vida da família (se eu nao me engano, cada tour é a vida de uma ou duas famílias), o que os levou até aquele apartamento, o que eles faziam, como era a vida naquela época, o que aconteceu com eles, coisas assim. É um museu muito legal pra quem gosta de história das pessoas comuns, o que elas faziam? Como viviam? É meio caro pelo tempo e você ainda não pode tirar fotos ou tocar nas paredes, móveis… mas é interessante. Eu recomendo. Os tours começam às 10:30 da manhã (o último começa às 5:00 da tarde). Vale a pena escolher o tour no site, com antecedência.

Merchant’s House Museum: esse é um museu que eu estou doida para visitar. Como já falei, adoro história das pessoas: gosto de ver os móveis, as roupas, tocar nas paredes, etc. Coisa de gente doida? Pode ser, mas… não incomodo ninguém :) . Esse museu é a casa de uma família tradicional de NY que foi preservada por dentro E por fora. A última descendente da família morreu em 1933 e manteve a casa como seus pais haviam deixado – basicamente do mesmo modo que era quando construíram, em 1832. Em 1936 o museu foi aberto ao público, exatamente como havia sido preservado. Parece ser meio que uma máquina do tempo… o porém desse museu é que ele é tido como.. a-han… bem, é tido como o museu mau-assombrado da cidade. Daí, cabe a você. Pelo sim ou pelo não, ainda não fui porque não quero ir sozinha (sim, a lenda é de que os visitantes têm experiências digamos que, sobrenaturais) e Daniel não quer ir comigo – até agora. A recomendação é de que se vc ouvir, vir, sentir algo, chame os funcionários…. e aí? Vai arriscar? Bom, o museu fica na East 4th Street, entre a Lafayette e Bowery (que se transofrma na 4a avenida), pertinho da NYU e da Washington Square. A entrada custa $10 e o museu é aberto de quinta a segunda, das 12 às 5pm.

Clique aqui para ver o mapa com alguns museus de NY.

The Mall, Washington D.C.

Aproveitamos o feriado de Thanksgiving (Ação de Graças, um dos meus feriados preferidos aqui nos EUA) para conhecer Washington, D.C. Como, infelizmente, estamos sem tempo para escrever um longo texto sobre os passeios, vou tentar escrever vários pequenos posts, centrados nas fotos que tiramos por lá.

The Mall, Capitólio

The Mall, Capitólio. Não tive intenção de pegar o casal, mas com eles a foto ficou bem melhor.

Esta foto foi tirada no Mall, um longo parque onde estão localizadas praticamente todas as atrações e lugares históricos de Washington. No Mall você encontra todos os museus do Smithsonian (e são vários, de História Natural ao Holocausto, passando pelo de arte, todos de graça), o memorial de Lincoln, o memorial de Washington, memoriais de guerra, a Casa Branca, etc. Vou tentar colocar uma foto de cada uma dessas atrações nos próximos dias.

Ao fundo, na foto, vocês podem ver o Capitólio, sede do Congresso dos EUA.

Fatia da Maçã – Times Square

A fatia de hoje é talvez o marco mais famoso da cidade – a interseção da avenida Broadway com a Sétima avenida, conhecida mundialmente como Times Square.

A Broadway cruza diagonalmente o meio de Manhattan e, em cada interseção da Broadway com uma avenida, temos um local famoso e incrivelmente movimentado: quando cruza com a 4a avenida temos Union Square, quando cruza com a 5a avenida temos Madison Square Park, quando cruza com a 6a avenida temos Herald Square (onde fica a Macy’s), quando cruza com a 7a avenida Times Square e, finalmente, quando cruza com a 8a avenida, temos Columbus Circle.

As luzes de Times Square são a grande atração – é difícil encontrar um local que tenha mais outdoors brilhantes, anúncios gigantes, propagandas mirabolantes. Dizem que dá pra ver NY do espaço quando o planeta está escuro por conta de Times Square. Dizem também que existe legislação especificando um mínimo pra quantidade de luz dos anúncios – aqueles que brilham pouco nem entram.

Há algumas semanas a prefeitura resolveu fechar o trânsito em Times Square, deixando-a somente para os pedestres. Na minha opinião uma decisão acertadíssima, devida à quantidade inacreditável de turistas que circulam pela área em qualquer dia, em qualquer época do ano. Ainda não visitamos depois dessa mudança, mas vamos visitar e tirar fotos pra vocês verem.

Times Square

Times Square

Fatia da Maçã – Riverside Park

Não tenho tido muito tempo de escrever por aqui – mestrado + trabalho estão tomando quase todo meu tempo. Como Thaisa tem escrito bastante sobre a cidade, estações do ano, lugares para visitar, etc. combinamos que eu seria encarregado em colocar fotos de NY – afinal tem fotos que falam mais do que qualquer post. Vou tentar fazer regularmente (por dia? semana? quem sabe?), aqui está a primeira.

Skyline de Manhattan

Skyline de Manhattan visto do Riverside Park

Essa foto foi tirada no Riverside Park, um longo e estreito parque que corre colado ao rio Hudson (daí o nome), no extremo oeste de Manhattan. O skyline (o desenho formado no horizonte pelos prédios) de Manhattan é talvez o mais famoso do mundo – entretanto essa foto só retrata alguns prédios do lado oeste da ilha, o skyline mais famoso, normalmente retratado nos filmes, é o visto do sul, normalmente do Brooklyn.


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O Museu Metropolitano de Arte (MET)

Entrada do Metropolitan

MET (Metropolitan Museum of Art) fica do lado leste do Central Park, na 5ª avenida com rua 81, numa região conhecida como Upper East Side. O metrô fica perto (dois ou três blocos nas linhas 4, 5 ou 6), mas não fica quase dentro do museu. Como o Museu de História Natural, está sempre lotado e com crianças em excursões de escolas. Quando eu chamo atenção é porque são desde crianças bem pequenas a adolescentes que andam em grupos grandes. Se você é uma pessoa meio impaciente, melhor tomar uma Maracujina antes porque de repente você está concentrado vendo um quadro de Picasso e 25 crianças param na sua frente, cochichando, apontando, daí vem a professora e começa a falar. Se você estiver com um audio guide, pior, não dá pra ouvir mais nada. Respire, conte até 5 minutos, e recomece quando eles forem pra outra sala. De modo geral, fuja de grupo. Atrapalham muito. E não sei se vale a pena participar de um… acho que o audio guide faz milagres. Pra quem não fala inglês, o museu oferece informações (no balcão), tours e mapas do museu em português. Mas o mapa você tem que downloadar (aqui).

Auto-retrato (Van Gogh)

Auto-retrato (Van Gogh)

Não sei se vale a pena conhecer todo o museu (que é gigante) em um único dia. Se tiver tempo, separe pelo menos 2 dias de visita. Se não tiver, escolha as galerias que mais agradam e fique muito tempo nelas. Nas outras, passe mais rápido, mas visite. Dois lugares que nós visitamos e recomendamos muito são o terraço no topo do museu, onde existe um barzinho e você pode aproveitar a belíssima vista de Manhattan, e a seção egípcia, que contém um grande salão/jardim com um templo egípcio antigo (original, trazido do Egito). O museu é aberto de terça a domingo, das 9:30 às 5:30 (sextas e sábados, até as 9 da noite). O audio guide custa $8 (e vale a pena, se você falar inglês) e a entrada “sugerida” é de $20, ou seja, você pode pagar o quanto quiser, mas eles recomendam $20. Por favor, não paguem menos do que $5 por pessoa. Se puder, pague mais. O museu é excelente e vale cada centavo.

Se ficou curioso pra ver o museu por dentro, em nossa última visita nós tiramos muitas (muitas!) fotos, inclusive de algumas das obras mais famosas.