East River Park

East River Park

East River Park na altura da 10th st, ao fundo a Queensboro Bridge, a esquerda a estação de energia da ConEd

Apesar de ter belas vistas das três pontes mais famosas da cidade (Williamsburg, Manhattan e Brooklyn), o East River Park é um dos parques menos badalados por turistas em NYC. Se você quer fugir um pouco do caminho batido dos guias de turismo, tire 1 ou 2 horas do seu dia para caminhar pelo parque, que te leva da rua 23 até a ponta sul da ilha (Battery Park). No caminho, evite a todo custo a visita ao South Street Seaport, a não ser que queira comer mal, comprar bugigangas “I love NY” ou dar uma passada rápida no banheiro. Lá você não encontra nada de autêntico de NYC, somente lojas baratas, restaurantes terríveis e ônibus de excursão – uma verdadeira armadilha pega-turista. Aproveite o tempo em outros lugares mais interessantes da cidade (parques, museus, lojas, ruas, bairros, restaurantes, qualquer coisa é mais interessante que o SSS).

Casal embaixo da Williamsburg Bridge

Espalhadas pelo East River Park estão quadras para as mais diversas modalidades esportivas, inclusive um belo campo de futebol (soccer!) rodeado por uma boa pista de atletismo. Existem também quadras de tênis e basquete, todas abertas ao público. Pela beirada do rio você vai encontrar gente correndo pra lá e pra cá, não importa a época do ano.

Vista da Brooklyn Bridge no East River Park

Outra dica legal nesse percurso é o New Amsterdam Market, um mercado de comida (farmers market) fantástico que acontece todos os domingos perto da ponte do Brooklyn. Cheio de produtores locais vendendo guloseimas deliciosas, com um pouco de sorte você pode comer um grilled cheese do morristruck com um refrigerante artesanal e depois tomar um dos incríveis sorvetes do Bent Spoon. Um dos nossos passeios favoritos de domingo envolve caminhar pelo East River Park e fazer um brunch no mercado.

New Amsterdam Market, perto da Brooklyn Bridge

Endereço: margeando o East River em Manhattan ao sul da 23th st
Metrô: L estação 1st avenue (na altura da 14th st), F estação Delancey St (altura da Delancey St). Não é muito fácil chegar ao parque de metrô, nossa sugestão é descer na 1a avenida com 14th st e andar até o parque.

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Fotos: para mais fotos do parque, vejam nossa galeria do East River Park

Reveillon em Nova York

Essa é a 2a vez que passamos o ano novo em NY. Na primeira vez, tínhamos acabado de chegar do Brasil, não conhecíamos quase nada e, com um casal de amigos, nos aventuramos até a Times Square para ver a bola cair. Mas, como jantamos antes, chegamos por lá pelas 11pm e conseguimos ficar na rua 59 com 5a avenida, acho. Longe, muito muito muito longe da Times Square, mas foi o mais perto que conseguimos chegar. Isso foi em 2007-08. Agora, 4 anos depois, temos uma ideia melhor de como passar a entrada de ano aqui.

Para alguns nova-iorquinos, a noite de 31 de dezembro é conhecida como “a pior noite do ano“. Morando aqui há 4 anos e às vesperas de passar mais um dia 31 de dezembro aqui, devemos dizer que essa pode realmente ser uma das piores noites do ano na cidade.

Multidao no Reveillon da Times Square - by Vinicius&Lorena Fortuna

Se você estiver pensando em ir para a Times Square ver a bola descer, saiba que as pessoas chegam em média 10 horas antes. Ou seja… se você quiser ver algo, tem que chegar às duas da tarde! Lembre-se de que (1) é frio, (2) não tem ambulante vendendo comida, (3) não tem banheiro e (4) saiu, perdeu. A região fica toda cercada e se você sair para ir ao banheiro ou restaurante, você não pode mais entrar. Você tem que entrar na próxima barricada aberta, o que pode ser lááááááá longe. Mas, ir para a Times Square pode ser uma boa aventura… daquelas que são terríveis experiências mas dão história pra contar. Não aconselhamos, especialmente se você estiver com idosos ou crianças. Outra consideração importante para os que estão pensando em ir para a Times Square é que depois da meia noite (tipo 00:30, no máximo) os policiais começam a expulsar todo mundo – então, não é aquela coisa de festejar na rua. É realmente esperar 10h para ver uma pequena bola descer. Além disso, não pode beber na rua! Ou seja, essas 10h de espera são no seco (ou na coca-cola ou água, mas sem álcool). Aliás, essa é uma informação importantíssima: não pode beber na rua (nem champanhe).

La em cima, a bolinha - by Vinicius&Lorena Fortuna

Se você não quiser ir para a Times Square, as outras opções são:

  1. Ir a alguma festa: se você fizer uma busca rápida no Google, vai ver que existem várias festas espalhadas pela cidade, em bares, hotéis, boates, etc. Pela busca que fiz esse ano, a média de preço é de $75/pessoa (sem bebida ou com direito a 1 ou 2 bebidas).  O Ruby Tuesday da Times Square, por exemplo, está cobrando $135/pessoa (em pé, $185 se quiser sentar) por 5h de open bar e sem direito a comida! Existem também alguns passes que dão direito a entrada em vários lugares (tipo esse), mas o passe é super caro ($295), os bares ficam na Times Square, então é super complicado ir de um bar para o outro e cada lugar tem sua própria hora de open bar – e você corre o risco de não conseguir chegar a tempo em nenhuma ou todas podem ser na mesma hora… Além disso, quanto mais famosa a festa, mais cedo as reservas esgotam. Planeje com antecedência.
  2. Jantar em algum restaurante: Vários (todos?) restaurantes na cidade oferecem jantar no dia 31. O preço médio é de $125-$150/pessoa e, assim como com as festas, as reservas acabam rápido. Mas, CUIDADO com os pega-turistas: são restaurantes ruins (ou normais) que colocam um preço-fixo caríssimo no dia 31, pela mesma comida de sempre. Não vale a pena! Não comprem! Outros lugares cobram super caro e só depois você descobre que o valor não incluia comida – era apenas para o bar, sem lugar para sentar.
  3. Ficar em casa/hotel: a nossa humilde sugestão é a de que vocês façam uma reserva num restaurante cedo, pelas 7-8pm (em geral os preços são até mais baixos). Se gostarem/puderem, no dia 30 ou 31, cedo, passem numa loja e comprem um vinho/champanhe e deixem no quarto do hotel. Depois do jantar, deem uma volta na cidade e voltem para o hotel. Acompanhem a bolinha descendo pela tv tomando um bom vinho e brindem a meia noite com um bom champanhe. :) Quem tiver disposição, pode fazer isso tudo num bar, mas é uma roleta-russa achar um bar que tenha lugar.

Independente do que fizer, outro conselho que damos é de que fique perto do hotel. Imagine que vai ter uma multidão nas ruas e NY dispõe de um número limitado de táxis. A melhor opção é estar perto de casa/hotel e ir a pé.

Update - Opiniao da nossa amiga Lorena que, com o marido, ja se aventurou no Reveillon da Times Square e cedeu as fotos para o post: “Bom, a dica que eu tenho pro final do ano em NY é pra assistir aos fogos que tem no  Central Park. A times square fica super cheia e de vc não estiver na área central acaba não vendo nada por que não tem telões ou sistema de som pra mostrar o que está acontecendo. Sem falar que vc fica preso em um área do tamanho da quadra e não pode sair de lá pra comer ou ir no banheiro, ou seja, são umas 6 horas sem ir ao banheiro. E  é por isso que eu recomendo ir ao Central Park.” #ficaadica

Adeus, rugas!

Eu nunca tive problemas com minha idade. Na verdade, sempre quis ser mais velha, já que eu sempre fui a mais nova da turma. Depois dos 20, quando você deixa de querer ser mais velha, eu passei a adorar minha idade. Nunca tive problemas em dizer quantos anos eu tinha/tenho e nunca tive birthday blues. Ao contrário, adoro meu aniversário!

Vinícius e seu primeiro encontro com um LP

A primeira vez que me senti levemente velha foi quando meu sobrinho mais velho (hoje com quase 12 anos) viu um LP pela primeira vez e entrou em parafuso (algo do tipo “Oh meu Deus, um cd gigante!”). (Bom, se a mãe dele sobreviveu, por que eu deveria morrer me sentindo velha?heheheheehehe – ataque gratuito) Apesar disso, continuei sem problemas com minha idade. Acho que isso vem de ser sempre a mais nova – amiga mais nova, filha mais nova, irmã mais nova. Se eu for reclamar com qualquer pessoa que eu conheço que estou velha, tenho certeza de que vou passar o resto da vida ouvindo um sermão. Então, ainda estou bem com minha idade.

Um dia desses fui dizer minha idade a alguém e me peguei dizendo “25″. Deve ser por isso que eu me sinto bem… eu minto minha idade descaradamente e inocentemente. Eu não tenho mais 25, mas ainda me sinto com 25 e acho que tenho 25. Vai entender… (não se preocupem, na mesma hora eu me toquei e corrigi…)

Então… já que não tenho problemas com idade, nunca me liguei muito nisso. Nunca tive problemas sérios com espinhas na adolescência, por exemplo. Nos últimos quatro anos (sim, só nos últimos quatro anos), inclui um sabonete para o rosto e um hidratante para o rosto na minha rotina. E pronto. Pela manhã. Nos últimos meses passei a usar maquiagem, e resolvi adicionar uma lavagem de rosto e um hidratante no rosto antes de dormir. Só que parece que quando você começa a fazer isso, as coisas aparecem!

Eu continuo ok com minha idade. Continuo não censurando as fotos que Daniel tira, em que muitas vezes estou sem um pingo de maquiagem e ele ainda tira um close. Sem censuras por aqui (bom, se ele me vê sem maquiagem e de perto e está comigo… por que eu iria me importar se você aí me achou feia na foto?).

Post longo apenas para dizer: hoje usei meu primeiro creme anti-rugas.

Rugas nunca mais!!!! (hein?)

Fatia da Maçã: 2011 NYC Pride March

NYC Pride 2011

Esse ano participamos da NYC Pride March, a parada/marcha gay da cidade de NY. Nos divertimos horrores, todo mundo estava muito feliz já que a lei permitindo o casamento gay havia acabado de ser aprovada. No início foi meio esquisito, estar no meio da marcha e todo mundo nas calçadas olhando pra você, mas depois nos acostumamos. Vimos de tudo e de todos: idosos e crianças, negros e brancos, Ls Bs Gs e Ts. Vimos um pedido de casamento acontecer no nosso lado entre duas mulheres que eram namoradas há anos. Para ver mais fotos da parada basta clicar na foto ao lado ou visitar o nosso 2011 NYC Pride album.

And we are back!

De verdade. Estamos de volta. Depois de 2 anos em Nova Jersei (Jerseeeeeeeyyyyy \o/), voltamos pra NYC no meio de junho. Morar em Jersei foi ótimo! Adoramos a cidade (New Brunswick, onde eu estudo), o estado e o estilo de vida, mas é ótimo estar de volta. Como era de se esperar, Jersei tem um ritmo bem mais lento que NY, mas nos adaptamos rapidamente. É diferente, mas adaptável. Não sei se conseguiríamos ficar muito muito tempo lá, acho que temos uma ideia de aproveitar NY enquanto podemos, então… talvez Jersei seja melhor de novo no futuro. Mas, agora, a hora era de voltar pra Big Apple. E cá estamos, mais felizes do que nunca…

Quando nos mudamos de Natal pra NY, moramos em Astoria – Queens. Foi ótimo. Curtimos bastante o Queens, curtimos Manhattan relativamente bastante também. Depois, nos mudamos para Jersei. Foi ótimo. Curtimos bastante Jersei e, pela facilidade do carro, curtimos outros estados próximos também (Pensilvania, Virginia, Massachusetts). De certo modo, continuamos curtindo Manhattan relativamente bastante. Mas agora… agora! Agora estamos aqui! Agora é curtir NY não relativamente bastante, mas curtir curtir curtir, exaustivamente! Então, querida família e amigos leitores, nos aguardem. Big Apple com Rapadura agora é oficial! :D

(Oh, yes, babe, we’re here…)

Cozinhando nos EUA

Cozinhar aqui é muito chato. É ótimo ter praticamente qualquer ingrediente a sua disposição, incluindo produtos orgânicos e similares, asiáticos, africanos, italianos, brasileiros… a sua escolha. Mas uma coisa extremamente frustrante é ir para a cozinha. Tinha uns peitos de frango boiando na geladeira a uns dias e resolvi cozinhar hoje. Como tava sem tempo, temperei e joguei no forno. Gente, tem coisa mais chata que esses “smoke detector”? Eu (ingenuamente?) achava que esses alarmes detectavam fumaça mas, aparentemente, eles detectam calor. Aí… não tem veia-de-chef que aguente…

Hoje cozinhei 3 peitos de frango. 5 minutos temperando, 30 minutos cozinhando, 25 minutos xingando o detector de fumaça, abrindo as janelas (TODAS) num dia de ventania desgraçada e abanando o alarme. Sim, podem imaginar a linda cena. Quase jogo o martelo no negócio. Daí, vem as alternativas:

  1. Desligar o aparelho (com grande chance de esquecer de ligar novamente);
  2. Colocar um ventilador direcionado pra ele (?);
  3. Não cozinhar;
  4. Matar quem aparecer pela frente.

Comécfaz pra cozinhar com prazer num lugar assim? Vou virar uma daquelas pessoas que só come coisas cruas… :( (crudivorismo é um nome muito feio, né?)

(mas ficou bom :D )

Capitulo fechado.

Ha cerca de 3 anos eu comecei a fazer parte de um grupo de emails. A coisa comecou como troca de receitas e pequenas mensagens oara o dia a dia. A simples troca de emails rapidamente se transformou num grupo com o qual eu nao me identifiquei exatamente, mas que me completava, de certo modo. Adorava conversar com as pessoas, de todas as idades, varias opinioes e expericiencias de vida diferente. So far, so good.

Quem me conhece sabe que eu sou PTista e defensora dos fracos e oprimidos. Como em qualquer grupo de pessoas, vez ou outra surgiam emails com comentarios que eu nem sempre concordava, como repudio ao homossexualismo e comentarios denegrindo a imagem do presidente por sua falta de educacao = preguica. Cheguei a pedir que os emails sobre isso parassem, ja que me ofendiam – e me fariam achar que eu tambem poderia enviar emails contrarios a esses.

Joga de la pra ca. Ouve um movimento “opinioes devem ser respeitadas” no grupo que funcionou por um tempo. Mas, a que me parece, as opinioes so devem ser respeitadas se forem a opiniao da maioria. No meu caso, eu era minoria (thanks, Amanda) e nao rolou. Tentei me posicionar a favor dos direitos dos homossexuais e fui taxada como intolerante (?) por nao respeitar quem acha homossexualismo errado (?). Mais pra frente, sou taxada de intolerante porque respondo a um email que considerei preconceituoso, que ria do presidente falar “menas” (I know it’s wrong, but…) e linkava (por algum motivo que eu nao entendi) a politica do pao e circo no pais. Depois ter ter passado os ultimos meses recebendo emails chamando o presidente de burro e insuportavel, bando de corruptos etc etc etc, resolvi responder a esse email. E, novamente, sou taxada de intolerante por nao respeitar a opiniao dos outros. Alem de ser chamada de crianca, claro.
Talvez eu tenha sido muito agressiva no email, ‘e verdade, mas o que significa respeitar as opinioes dos outros? No meu caso, seria eternamente receber esses emails e ficar calada. Mas, no caso delas? Por que a maioria pode expressar sua opiniao (viva a liberdade de expressao) e quando eu o faco ‘e “dar tamancada”? Ou sera que me ofender nao tem nada demais, afinal, todo mundo reclama do governo mesmo… e Lula ‘e preguicoso mesmo, porque nao estudou. E pobre ‘e preguicoso mesmo, porque todos nos temos as mesmas chances (!!!!). Inclusive, descobri  que sou pobre porque aparentemente meus pais sao preguicosos – se nao fossem, eu seria rica. Pai, na proxima vida trabalha 24h por dia, em vez das 12h, e nao precisa me colocar pra dormir, eu me viro sozinha. Mae, nao se preocupe em me ajudar nas tarefas da escola, ler historias antes de dormir ou brincar de casinha comigo. Pode passar o dia trabalhando para que nos sejamos ricos e deixa de preguica de ficar em casa cuidando de mim e dos meus irmaos… nao precisa. Aparentemente…

Enfim, hoje ‘e com o coracao partido que vejo mais um capitulo se acabar. Sai do grupo com quem me correspondi por quase tres anos, com quem troquei mensagens de carinho, apoio, tive a felicidade de participar de nascimentos, aniversarios, momentos felizes e barra pesada. ‘E com o coracao em pedacos que vejo que a vida ‘e linda se mantem a cabeca baixa e a boca fechada. Mesmo num grupo de amigos.

Post triste e nada a ver com o blog. So um desabafo mesmo. :(

Mais perto dos 30 do que dos 20

[ warning: post fortemente egocêntrico segue ]

No meu aniversário desse ano, Thaisa me falou uma coisa que ressoou comigo: “nossa, já tá mais perto dos 30 do que dos 20″. Mesmo não sendo exatamente correto, afinal estou fazendo 26 e desde os 25 estou mais perto dos 30 do que dos 20, me fez parar pra pensar. Não sou mais adolescente faz tempo, mas agora estou lentamente fazendo a transição de “jovem” pra “adulto”. Estou naquela fase entre “tem que pagar imposto, seguro do carro, aluguel” e “tem que trocar as fraldas”.

Meus 25 anos tiveram várias coisas boas e algumas ruins. A pior de todas é e, na verdade, vem sendo, a distância que vai se criando quanto mais tempo ficamos longe dos amigos que ficaram no Brasil. Quando você não encontra as pessoas com regularidade e todo seu contato é através de Twitter, Facebook e Orkut, se perde muito da convivência que realmente forma amizades. Também termino meus 25 anos com a sensação que ando trabalhando demais, algo que quero ajustar para os 26.

26

Nunca achei que fosse chegar tão rápido

No lado positivo, fortaleci meus interesses por fotografia e por corrida (hoje corro regularmente e por prazer!), nos mudamos para um apartamento bem melhor em uma região melhor da cidade e tudo anda dando certo no meu trabalho e na faculdade de Thaisa. Como estou correndo 3 ou 4 vezes por semana e estamos nos alimentando super bem, finalmente consegui perder peso de maneira sustentável: finalmente baixei da marca dos 100kg e acho que voltei ao peso que tinha quando saí do Brasil.

Resolvi fazer uma lista de coisas que quero realizar com 26 anos e torna-la pública, talvez como incentivo extra para realizá-las:

  • Conseguir um work/life balance melhor – trabalhar menos, curtir mais a vida;
    • Difícil de quantificar, mas quero chegar no meu próximo aniversário com a sensação que tive um ano menos estressante;
  • Correr um 5K;
  • Correr um 5K em 30 minutos ou menos;
  • Correr um 10K;
  • Andar de bicicleta;
  • Fazer um curso de fotografia;
  • Viajar pra Europa (com Thaisa, claro);
  • Chegar a um BMI (IMC) de 26.4: 200 pounds ou 91kg;
  • Fazer a cirurgia de miopia e deixar de usar óculos/lente.

É isso, rumo a 20 de setembro de 2011.

The Mall, Washington D.C.

Aproveitamos o feriado de Thanksgiving (Ação de Graças, um dos meus feriados preferidos aqui nos EUA) para conhecer Washington, D.C. Como, infelizmente, estamos sem tempo para escrever um longo texto sobre os passeios, vou tentar escrever vários pequenos posts, centrados nas fotos que tiramos por lá.

The Mall, Capitólio

The Mall, Capitólio. Não tive intenção de pegar o casal, mas com eles a foto ficou bem melhor.

Esta foto foi tirada no Mall, um longo parque onde estão localizadas praticamente todas as atrações e lugares históricos de Washington. No Mall você encontra todos os museus do Smithsonian (e são vários, de História Natural ao Holocausto, passando pelo de arte, todos de graça), o memorial de Lincoln, o memorial de Washington, memoriais de guerra, a Casa Branca, etc. Vou tentar colocar uma foto de cada uma dessas atrações nos próximos dias.

Ao fundo, na foto, vocês podem ver o Capitólio, sede do Congresso dos EUA.