Obama

Eu acho a Michelle Obama com um jeito muito legal. Tão legal quanto o marido, devo dizer. Enquanto os blogueiros se preocuparam em ver o sorriso imutável do Obama, prestei atenção na Michelle. Em praticamente todas as fotos com mulheres, ela está com o braço levemente para trás, como se estivesse “abraçando”a pessoa (aquele abraço de foto, sabe?). Vê que vocês acham…

Damn Cool Pics

Musicando

Estou musical (depois que li esse post aqui… http://mulheresimpossiveis.wordpress.com/2009/09/27/post-musical-e-uma-questao-a-mais/)

Aí, achei essa musiquinha aqui, que me lembra minha infância. Lembro quando Léo (Sopa, você mesmo) ia lá pra casa, mó boy, e ficávamos escutando esse disco (dissssco) enquanto minha irmã (Lella) fazia o lanche… :)

E essa última, em homenagem a Daniel… música que lembra a infância dele…

O que há de novo

Uma das grandes mudanças em nossas vidas é minha volta aos estudos. Minhas aulas começaram e agora posso, oficialmente, dizer que estou fazendo PhD em Nutrição, na área de nutrição e comunidade. É a área mais “social” da nutrição, com programas para comunidades carentes (ou “minorias”), epidemiologia, educação nutricional, coisas assim. Nada estritamente clínico ou (pior :D ), bioquímico. Apesar disso, como todo primeiro semestre, de qualquer curso, tenho que cursar disciplinas tanto da (minha) área quanto da outra – bioquímica. Eis que, tendo isso em vista, estou pagando uma disciplina em especial que tem me quebrado a cabeça. As outras duas são trabalhosas, mas eu ao menos entendo. Agora, voltar a estudar bioquímica depois de 6 anos… tá difícil.

Bom, ponto 1: estou estudando. Yay!

Ponto 2, como a “comunidade (Google) brasileira” daqui é maior, temos mais contato com pessoas – isto é, amigos. Como são várias pessoas, é mais fácil marcar algo e ver uns, ver outros, etc. Logo, círculo de amizade: aumentado.

Ponto 3: temos um carro. Não há locomoção sem carro por aqui (apenas de casa para a universidade…).

Ponto 4: temos viajado. O bom de ter um carro é que vc se anima mais pra viajar. Não são viagens “de férias”, dessas de passar no mínimo o final de semana, passear, tirar um ziguilhão de fotos, etc. São viagens para cidades próximas, só pra almoçar (ou fazer um brunch), ir a um cinema diferente, conhecer alguns pontos turísiticos… bom, acho que isso só tem sido possível porque Daniel gosta de dirigir…

Ponto 5: temos comido em casa. Apesar de ficar o dia em casa, em NY eu cozinhava pouco (ou nada). Morria de preguiça. Talvez fosse pela cozinha, talvez pelo supermercado – que nem sempre oferecia opções frescas -, talvez fosse porque eu passava o dia em casa… aqui, temos cozinhado mais. Café da manhã, almoço e jantar são 95% das vezes em casa. Apenas no final de semana optamos pelas saídas, mas normalmente uma refeição (e não todas, como em NY).

Ponto 6: continuamos muito muito muito felizes! :D

Casa nova, vida nova…

… Estado novo.

Dia 22 de agosto nos mudamos para o Estado de New Jersey, vizinho de New York. As minhas aulas começariam em setembro, então, seria bom estar por aqui um pouco antes disso. Moramos na cidade de Piscataway, uma das cidades com campus da universidade em que estudo, a Rutgers. Moramos numa cidade, mas eu tenho aula em outra, pertinho, cerca de 20 minutos de distância. Estamos morando no campus da universidade, numa espécie de “residência”. A que moramos, é específica para estudantes de pós-graduação com famílias (casados e/ou com filhos). Por conta disso, é uma região super calma, tranquila e silenciosa. Estamos adorando!

Sair de NYC e vir para uma cidade pequena é interessante. Algumas pequenas mudanças já ocorreram, mas nada que não pudéssemos nos adaptar. Acho também que nós nos adaptamos rápido às novas situações (acho que isso é bom, né? Especialmente agora, que estamos nos mudando a cada 2 anos, praticamente…). A primeira coisa foi: comprar um carro. Como qualquer cidade dos EUA (com raras exceções), Piscataway e New Brunswick (onde tenho aula) são cidades feitas para carros. Em alguns pontos, é impossível (literalmente) atravessar a rua. O problema não é exatamente onde moramos, afinal, como moramos no campus, podemos usar os ônibus da universidade, que passam sempre e nos levam de um campus pro outro. O problema é o além-campus. supermercados, cinemas, restaurantes, lojas, tudo é a kilômetros (ou deveria dizer milhas?) de distância e, na maioria das vezes, os ônibus (da universidade ou não) não são boa escolha. Tem que ser carro. E, pronto, tivemos que comprar um.

Por um lado, ter um carro é uma maravilha. Se queremos ir ao cinema, é só se arrumar, pegar o carro e sair. Não depender de metrô, calor, fedor, sujeira, é uma ótima. Também conseguimos passear para cidades próximas sem estresses. Pega o carro e pronto. Em compensação,  temos que nos preocupar com estacionamento toda hora.

Como são cidades para carros, 90% dos estabelemcimentos comerciais das cidades ficam em malls: lugares imensos, com um estacionamento gigante, com lojas pertinho umas das outras. Não são os shopping centers que temos no Brasil. Não são prédio, não são fechados… são várias lojas, algumas lado a lado, outras mais longe, nos mesmo local, uma arquitetura meio padronizada, e um estacionamento do tamanho do universo. Tirarei fotos. Mas, para vcs terem idéia, vamos sempre a um mall que tem os 2 supermercados em que compramos. Eles ficam no mesmo mall, mas um de cada lado da avenida e separados, ainda, pelo gigante estacionamento. Não podemos estacionar e ir em um, depois em outro (ou melhor, podemos, mas é mto longe). Tem que ser de carro, mesmo, até pra isso.

Outra coisa interessante (interessante foi a palavra mais educada que encontrei) é que tudo fecha cedo. Enquanto no Brasil há uma moda de estabelecimentos comerciais funcionando 24h, aqui as coisas não são bem assim. Se em NY as coisas já fechavam cedo (lojas às 8h, farmácias às 10h e restaurantes às 10h30, 11h – em geral, claro, com horários extendidos nos fds), aqui a coisa é pior. tem lugar, restaurante, que fecha às 8h. Aí, se quer jantar fora, tem que ir comer cedinho. claro que no fim de semana é diferente… mas tem semana que 2a feira é dia de jantar fora, né? Mas tá, só questão de costume.

De modo geral, voltamos para uma cidade pequena, com ótimos restaurantes familiares, todas as redes fast-food que vc quiser e com muitos, muitos malls.

Mudança

Véspera da MudançaO melhor dia de uma mudança é O dia da mudança. Os dias que antecedem são um terror: vc encaixota as coisas, aí, de repente, precisa de algo, vai, desencaixota, usa, guarda, lacra a caixa, escreve, enumera, põe de um lado, do outro… caixa no meio da casa só faz atrapalhar. E se as caixas surgem e os móveis continuam no lugar, a impressão é de que vc tá trazendo mais tralha pra casa…

Assim que chegamos do Rio, mergulhei na arte de encaixotar. Passei 1 semana arrumando a casa, guardando tralhas e, dia 22/08, nos mudamos. Casa nova, vida nova.

De volta

Ficamos longe um tempinho, mas, estamos de volta. Antes de recomeçar, vou explicar aos desavisados o porquê do chá de sumiço.

Em agosto, fomos ao Brasil, mais precisamente, ao Rio. Daniel foi defender a tese (yaaaaaaay!) dia 11, mas nós tínhamos que nos mudar dia 22, então a viagem foi curtinha – uma semana. Fomos correndo e voltamos correndo. Daniel, claro, não tirou férias, então eu fiquei tomando conta da mudança. Depois, nos mudamos, e começou a correria e a preguiça de descarregar as fotos e o tempo foi passando e passando e pronto. Mais de um mês sem posts. Mas agora voltamos… Vou começar falando sobre a viagem ao Rio, e vou tentando atualizar a coisa.

Como disse, fomos ao Rio no começo de agosto, para a defesa de mestrado de Daniel. No último post colocamos a foto mas não explicamos. Pegamos um vôo NY, Washington, SP, Rio (ou algo assim). Quando chegamos a Washington, para embarcar pro Brasil, nossas passagens não tinham os assentos que havíamos escolhido: lado a lado, na saída de emergência. Estávamos em cadeiras diferente – longe uma da outra! Daniel foi falar com uma atendente, que disse que “isso não tem nada a ver”. Resumindo, a mulher disse que qnd vc compra uma passagem, vc compra a passagem e não o assento, então eles não são obrigados a dar aquele assento a vc. Blablabla, o senhor pede pra trocar e tal e tal. Ok. Esperamos a fila de embarque diminuir e, quase na hora de entrar, Daniel resolve falar com outra atendente. Explica a situação e a mocinha diz um “Ok, vou dar um assento bom pra vc”. Yay!!!! Conseguimos ficar juntos!!!!

Daí, embarcamos. Nossas poltronas eram #9 e, qnd dobramos a direita, já era #10. Oops. Ok, vamos para o lado esquerdo… e aí que começamos a segurar o riso. A caridosa atendente trocou nossos assentos “econômicos” pela classe executiva. Que chato, né? Sentamos meio confusos… olhando pros lados… segurando o riso pra não dar na cara… Rapidamente, abri todas as coisas que eu tinha direito (lençol fofinho e quentinho, travesseiro grandinho, headphone confortavel), tirei os sapatos, pus meinha e me deitei… :) Aceitamos vinho (de graça, bitches) (pra quem não sabe, voos dos EUA não dão mais bebida alcoólica. Vc tem que pagar por ela…) e os aperitivos para o vinho… escolhemos nosso jantar (com direito a entrada, pranto principal e sobremesa, além de vinhos…) e o avião decolou e não fomos expulsos.

Chegando a SP, depois de um maravilhoso vôo, bem dormido e descansado, começa a novela. Éramos mandados de um lado a outro do aeroporto, embarque no portão 10, portão 1, portão 18, e por aí vai, até que chegamos ao portão final. 30 minutos de atraso, 1h, 1h30, 2h, até que cancelam nosso vôo. Tivemos que pagar um ônibus e ir até Congonhas (estávamos em Guarulhos, ou vice-versa), perdemos o vôo que pegaríamos pro Rio, esperamos pelo outro e conseguimos. Chegaríamos ao Rio antes do meio dia do sábado e, depois de tudo isso, chegamos às 19h… todos estavam preocupados, “aaaah, vcs devem estar cansaaaaados”. Nào não, estamos bem. :) Depois de voar de 1a classe, não tem como ficar de mau-humor…

Bom, fiz o passeio básico no Rio, revimos uma parte da família e dos amigos, Daniel defendeu, foi aprovado (yaaaaaaay) e pronto, voltamos. Próximo post falo da mudança…

Selinho novo

Maaaais um selinho! =) Dessa vez, a Clau que me deu. Brigada, Clau!!!!

Vamos às regras:

  1. Escrever 7 segredinhos de beleza seus;
  2. Convidar 7 parceiros(as) de blogs amigos para responder;
  3. Comentar no blog de quem nos convidou;
  4. Comentar no blog dos convidados(as), para que saibam da “convocação”;
  5. Linkar o blog que te convidou, no seu blog (no post em que você responder à perguntinha);
  6. Mencionar as regras. E o selo.

Meus “segredos” de beleza… heheeheh

1. Lavo o rosto com sabonete próprio e água fria;

2. Passo hidratante com protetor solar no rosto e corpo diariamente (não passo hidratante corporal no verão…);

3. Não uso maquiagem todo dia;

4. Pratico atividade física pelo menos 3 vezes por semana (cardio e strength);

5. Em casa, sigo uma dieta fat-free;

6. Não uso açúcar comum – nem pra bolo;

7. Lavo o rosto antes de dormir – para retirar qualquer resquício de maquiagem…

Não são exatamente segredos de beleza, maaaas…

Agora, passo o selo pra minha irmã. :)

E não são vcs =)

Queria agradecer a todos que me pediram desculpas pelo post anterior (Mas me irrita), por comentários ou no msn. Obrigada pela preocupação.  Mesmo. Mas, vcs, que pediram desculpas, nunca, nem de longe, me disseram A coisa que me irrita. Obrigada pelo carinho, atenção e preocupação. Que fique claro que vcs não precisam pedir desculpas: nem de longe. Desculpem-me por não ter deixado claro que são as pessoas “de fora”, que só passam uma vez na vida pra falar comigo, que me irritam. Vcs, meus queridos, me emocionam.

Beijos em tooooooooooodos! Amo vcs!

Mas me irrita

Sabe quando vc escuta a mesma coisa um ziguilhão de vezes? Uma coisa assim, que te irrita profundamente? E que vc não sabe como responder? Pronto. Já faz um BOM tempo que muita (mas moooooooooooointa mesmo) gente me diz uma coisa que me irrita profundamente. O pior é que essas pessoas dizem como se fosse algo normal e tal. Muitas delas até não têm a intenção de ofender – e não ofende. Só irrita. Já tentei fazer uma mini-autoterapia, meio que um mantra mesmo, mas não dá. Posso até falar, mas é puramente da boca pra fora.

Pois olhem, isso aqui que vocês vêm me falando a teeeeeeeempos, me irrita, viu? E irrita mesmo! Vão tudo TNODSC.

Pronto, desabafei.