Polentinha

Ontem deu uma vontade danada de comer polenta. Sabe lá Deus o motivo, porque eu não era acostumada a comer polenta com freqüência em casa… Mas, bateu a vontade e já era. Tinha que comer.

Obviamente, eu não sabia fazer e fui pra net, aprender. Eis que me aparece uma receita de Mario Batali (um chef super ultra mega famoso aqui) e eu resolvo fazer a tal. Hum. Confesso que não botei fé na receita. Mesmo não sendo uma expert, tava na cara que não ia prestar… só ia água e fubá. Hunrun, tô falando literalmente. Não, minto, tinha sal tb.

Mesmo sem confiar, resolvo dar uma ponta de credibilidade ao cara e sigo a receita passo a passo (e foi difícil! Deixa a água esquentar, põe o fubá e mexe). Meu amigo… pense numa porquera! Jesus. Tinha gosto de cuscuz com água. Horríiiiiiiiiiiiiiiiiivel. E mesmo na minha remota lembrança de polenta, lembro que a da minha mãe tinha um temperinho show, bom que só, de comer a polenta purinha (com uma bela xícara de café). A polenta perdeu a poesia… tsk, tsk, tsk. Eu sabia que não ia dar certo… Como um cara famoso recomenda uma porcaria dessas? Será que é pra enganar os bestas, que vão achar que errou e vão no restaurante dele provar? Ou já provaram e resolvem fazer igual e não vão entender nunca que nunca vão conseguir porque ele MENTE na receita? Uma razão ou outra, ficou HORRÍVEL e Thaisinha Mary não repetirá. Tchau, Babau.

Para a minha sorte, eu queria comer polenta com alguma coisa, então tinha feito um molhinho show: cebola e alho refogadinhos, junta lingüiça italiana (só a carninha, sem a pele horrorosa, ah, a sweet), refoga bem direitinho, juntou molho de tomate show de bola, pica cebolinha verde e voilà! Aí, o fubá com água ficou com gosto, já que o molho estava show. Salvou, Jesus. Senão eu ia morrer de desgosto… Pra acompanhar, vinhozinho básico.

Ah, e o ocorrido aconteceu só para a minha desgraça mesmo, porque Daniel não gosta de polenta (“Eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeecaaaaaaaaaaaaaa!!! Quem diabos come polenta???” EU!), e eu fiz macarrão pra ele. By the way, pense num menino que só come macarrão. “Daniel, quer arroz ou macarrão?” “Macarrão”. Sempre essa é a resposta… mas às vezes eu faço arroz, porque ninguém é de ferro, e ele não reclama não. Bonzinho, né =)

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