Clima de Nova York em Março

dia de sol no começo de março

dia de sol no começo de março

O clima em NY em março é muito parecido com o clima em novembro. É frio e a temperatura não varia muito. O começo do mês pode até ser mais frio que novembro, tão frio quanto fevereiro, com alguns dias mais agradáveis e, a medida que o mês chega ao fim, o número de dias menos frios aumenta. Isso não significa que vc pode deixar o casaco em casa… 

Apesar da primavera começar no final de março, os termômetros nos mostram temperaturas bem abaixo de nossa ideia de primavera… Os parques e jardins ainda estão sem flores, as árvores estão secas… as folhas nem sequer começaram a renascer.

Nós falamos disso em quase todos os posts sobre o clima: apesar de estarmos tentando descrever o clima, é importante lembrar que as coisas mudam (climate changing is real). Tenha uma noção geral do clima, mas antes de viajar, acompanhe o weather.com e veja como está a temperatura e a previsão de clima para os dias próximos a sua viagem. Faça isso até no dia anterior!

Mas, em geral, o mês é tão frio quanto novembro. Se você nunca enfrentou frio, talvez março não seja a melhor época para viajar. Apesar de tão frio quanto novembro, a cidade não está tão bonita quanto no final do ano. Março não tem nada de muito especial. A cidade não está decorada para o Natal/Thanksgiving, normalmente não neva, as árvores estão secas… é apenas frio. Mas, se vc der sorte (ou azar, depende do seu ponto de vista), pode ver neve. Esse ano, 2013, acho que nevou umas 3 ou 4 vezes, inclusive no final do mês.

A temperatura no começo do mês fica em torno dos -5 a 5 graus, dependendo do dia e da hora. A média, até a primeira quinzena de março, é em torno dos 0-5 graus. Na segunda quinzena a temperatura sobe um pouco, com alguns dias em torno dos 10 graus, alguns dias de volta ao 0. Como o “horário de verão” começou no começo do mês, o sol nasce por volta das 7am e se põe por volta das 18-18:30h. 

Para quem gosta de esquiar (ou quer tentar), se o inverno for bom, ou seja, se for frio e nevar bastante, as estações de esqui ficam abertas até abril, então março é uma época ótima para vir a NY e tentar esquiar. Não existem estações de esqui em NYC, mas algumas empresas fazem day trips a várias estações próximas, 1-5h de viagem, dependendo do lugar. Nós já viajamos com uma dessas empresas e recomendamos: OvrRide.com. Os preços são razoáveis (mais baratos do que fazer tudo por fora) e o pessoal da empresa é responsável. Fizemos uma viagem de final de semana, indo na sexta e voltando no domingo, e não tivemos nenhum problema.

ski trip à Vermont na 2a semana de março

ski trip à Vermont na 2a semana de março

Então, que tipo de roupa trazer se estiver visitando NY em março? Como o clima varia pouco nesse mês e é sempre frio, a mala é simples:

  1. Tênis (Sempre. O mais confortável que você tiver);
  2. Se você gostar, botas (de qualquer tipo. Se você tiver – ou conhece alguém que tenha – essas, vale a pena trazer para os dias frios. Eu não tenho e não sei se são confortáveis, mas muita muita muita gente usa.);
  3. Calça jeans;
  4. Suéter médio e pesado;
  5. Casaco médio;
  6. Meias médias/grossas (eu sinto muito frio nos pés quando ando de meia fina/normal e tênis nessa época);
  7. Camisetas e camisas de manga longa;
  8. Cachecol.

Luvas e gorros são opcionais… se você vier mais perto do final do começo, talvez seja uma boa. Mais perto do final do mês, não precisa tanto. Como falei, em geral é frio, mas não é tão frio quanto em janeiro/fevereiro… essas coisas são super baratas, então você pode comprar por aqui se precisar.

Onde comer em Nova York – além dos fast food

Familiares e amigos que nos visitam e leitores do blog estão sempre pedindo recomendações de bons restaurantes em Nova York. Nos temos uma lista gigantesca de lugares legais, e vamos tentar falar mais desses lugares aqui no blog. Mas, queria deixar claro uma coisa: se você está aqui no blog (ou falando conosco pessoalmente) e quiser recomendação de onde comer, esteja aberto ao que vai ouvir e tente experimentar.

Se você está esperando ouvir dicas de lugares que sirvam hamburguer estilo Mc Donalds ou costelinha do Outback ou pizza do Pizza Hut, você está falando com as pessoas erradas. Nós absolutamente não vamos a esses lugares. Nova York é um dos poucos lugares do mundo onde você encontra comida de qualquer lugar do mundo. Qualquer! E esses restaurantes de cadeia internacional servem A MESMA COISA em todo lugar do mundo. Se você adora Mc Donalds no Brasil, bom! Você deve ter um Mc Donalds perto da sua casa. Agora, você pagou $1000 de passagem, $1000 de hotel, e está gastando todo seu 13o e 14o em roupas, perfumes, maquiagem, eletrônicos… que tal aproveitar e conhecer algo novo?

Ok, se você é especialmente louco alucinado por um desses lugares, claro que você pode visitar (mas nós não vamos recomendar!). Sobre fast food tipo Mc Donalds e Burger King, fique atento: sabe aquele restaurante chique no Brasil, onde você paga R$30 por uma promoção, no salão lindo e limpo, com piso branco, mesas brancas, balcão de granito, tudo limpo e cheirando bem? Aqui não é assim! Como vocês devem saber, um Big Mac aqui custa uma bagatela. Não sei quanto, mas eu chuto que você consiga pagar uma refeição no Mc Donalds por menos de $5. Então, sendo assim super em conta, faz com que esses sejam os lugares onde moradores de rua vão comer – e aproveitar o ar-condicionado no verão ou aquecimento no inverno. Além disso, parece que eles tem poucos funcionários, o que faz com que as mesas fiquem sujas por mais tempo… e que o chão fique sujo por mais tempo… e a aparência do lugar seja… suja.

Então, nós não vamos ao Mc Donalds. Ou Burger King. Ou similares. Mas nós adoramos hamburger… então conhecemos vários lugares que servem o hamburger tradicional americano. Nós também adoramos batata frita. E também conhecemos vários lugares que servem batatas ótimas! O ponto que eu queria fazer é que se você está em Nova York, aproveitando tudo que a cidade tem para oferecer, abra sua cabeça ainda mais um pouco e prove culinárias diferentes. Está planejando ir à Índia? Não? Bom… mas que tal provar comida indiana? E visitar o Congo? Sem planos? Bom, dá pra provar a comida de lá mesmo assim! E Thailandia? Egito? Paquistão? Jamaica? Quenia? Colombia? Portugal? Não importa, tente. Se você não gostar, tudo bem. Ao menos você vai ter provado uma coisa que nunca mais vai provar na vida. Mas é uma experiência legal, gente! Aproveitem! Ok, podem comer suas costelinhas do outback ou seus bigMacs uma vez, mas aproveitem a cidade!

E quando vocês tiverem o coração aberto para uma pizza tradicional (não, não tem frango com catupiry), ou uma comida árabe (não, não tem esfiha…), ou uma comida americana (não, não é um Big MAc), ou uma comida Mexicana (não, não é TacoBell), vocês podem procurar a gente e nós vamos ter mil e uma recomendações. Abram suas cabeças e corações para as novas experiências gastronômicas que NY pode oferecer… se você não curte MESMO comida diferente… ainda assim você pode tentar uma culinária diferente e comer um arrozinho com frango chinês, em vez de um BigMac… 🙂

Como andar de metrô em Nova York (sem entender inglês) – Parte 2: Entendendo o mapa

Nós já falamos aqui que a primeira coisa que você deve fazer quando chega em NY e vai usar o metrô, é pedir um mapa do metrô. Todo funcionário naquele guichê tem vários mapas, que são de graça. É só chegar lá e pedir “a subway map”. Nesse mesmo post anterior (Parte 1), nós explicamos que tipo de metrocard você pode/deve comprar. Agora que você já sabe comprar e usar o metrocard, vamos entender o mapa dos metrôs.

O site da MTA também tem o mapa do metrô, com links para as estações que você quiser informações. Mas isso só funciona se você tiver acesso a internet, e não vale a pena perder tempo na rua fazendo isso. Você pode (até deve, acho) brincar um pouco com o mapa online quando tiver tempo e se estiver realmente quase chegando na cidade, para se familiarizar ao menos as coisas básicas. Mas, para o dia-a-dia na cidade, use o mapa de papel que eles dão, ou imprima o pdf do site da MTA (eu aconselho a pegar o mapa nas estações). Não adianta trazer o mapinha que tem no seu guia de turismo de NY. Às vezes os mapas são desatualizados/errados. Melhor usar o daqui.

Apesar do mapa que eles dão ser MUITO bom, ele dá apenas as informações gerais. Como em toda cidade grande, sempre acontece algo, um acidente, um problema nos trilhos, energia, manutenção, obras, etc., que fazem com que a estação feche (por alguns dias ou horas) ou fazem com que o metrô pule algumas estações. Não se desespere: chegaremos lá! Primeiro, vamos ao mapa.

Mapa das linhas de metrô

A primeira coisa que você deve fazer quando pegar o mapa é circular a estação mais próxima ao local onde você está hospedado. Depois, você deveria marcar as estações próximas aos locais que você quer visitar, só para ficar mais fácil quando estiver na rua, identificar o que você deve fazer. Como vocês podem ver, as linhas de metrô de NY são agrupadas em cores (linhas amarela, laranja, verde, azul, vermelha, cinza, marrom e roxa). Para cada cor, você pode ter várias linhas de metrô, especificadas por números ou letras. Cada estação tem um nome e, no mapa, você pode ver quais cores de metrô passam por ali. Isso ajuda para uma identificação rápida. Por exemplo, se você está perto da estação da 14a rua com 1a avenida (1st ave), e quer pegar a linha azul para ir para o museu de história natural, você rapidamente vê que nessa estação só passa a linha cinza… daí você vai precisar fazer alguma transferência. Círculos pretos nas estações significam que apenas trens locais param naquela estação. Trens locais são linhas de metrô que param em praticamente todas as estações de metrô daquela linha. Trens expressos são linhas de metrô que pulam várias estações. Os trens expressos param apenas nas estações que tem bolinhas brancas.

As 4 coisas mais importantes para lembrar quando estiver andando de metrô em NY são:

1) Saiba para qual direção você quer ir: antes de entrar na estação, identifque para que lado da cidade você quer ir. Se você está na altura da rua 23 e quer ir para a rua 42, você que ir para o norte da cidade, ou seja, na direção uptown. Então, toda vida que você quiser ir para uma rua acima da que você está, você quer ir uptown. Se você está na rua 42 e quer ir para a 23, você quer ir para o sul da cidade, ou seja, downtown. uma vez que você sabe para que lado você quer ir, preste atenção na placas:

  • na entrada da estação: essa estação dá acesso aos trens uptown e downtown ou uptown only, downtown only?
  • na estrada da roleta: esse acesso é para trens uptown downtown ou uptown onlydowntown only?
  • na plataforma do metrô: desse lado da plataforma, os trens são downtown ou uptown?

2) Saiba qual trem você quer pegar: quando você estiver na plataforma, não pegue o primeiro trem que vier. Confira quais trens que param na plataforma que você está vão para a estação que você quer. Por exemplo, na estação da Union Square, na plataforma da linha verde, param os trens 4, 5 e 6, mas o 4 e 5 são expressos e o 6 é local.

3) Preste atenção aos avisos: às vezes o condutor do trem avisa alguma mudança de linha (tipo, você está num trem local e, por algum motivo, a partir da estação x ele vai ser expresso). Esses avisos, em geral, incluem informação sobre como fazer para ir para a estação x que o trem não vai mais parar. Ou os avisos se referem a um atraso, então o trem vai ficar parado por alguns minutos. Coisas assim. É importante tentar entender, mas nem sempre você vai conseguir (eles falam condutês). Se não conseguiu, não se desespere. Continue no trem até você se localizar. Se você queria ir para a estação 42 e da 34 ele passou direto para a 59, desça na 59 e procure um trem downtown. Não se desespere. Se o condutor falou algo e ninguém saiu do trem, continue no trem. Se todo mundo saiu do trem, saia do trem.

Cartaz com mudança no metrô – By Lorena Fortuna

4) Preste atenção nos avisos na estação: sempre que há uma modificação planejada, a MTA coloca avisos (de papel mesmo) colados na parede da estação e plataforma. Se você estiver numa estação e vir um aviso, pare e leia. Veja para quando é a mudança, o que vai acontecer, e, se ela afetar você, como você vai se virar. Os avisos informam se as mudanças serão durante a semana (Weekdays) ou final de semana (weekend), quais dias, hora, e quais linhas de metrô. Para cada linha, ele também informa o que você deve fazer. Por exemplo, na foto, as mudanças são para a hora do rush (hehehehe ótimo…), das 6:30-9:30 da manhã e das 3:30 as 8 da noite, de 9 a 13 de janeiro. A linha D, que normalmente é expressa, passaria a ser local nessas horas/dias, nas duas direções (uptown e downtown). Se a mudança fosse o contrário, ou seja, uma linha que normalmente é local mas que seria expressa (pularia, por exemplo, as estações da 14th a 59th) numa determinada hora do dia, o aviso incluiria informações do tipo “se você iria para a estação 23rd, desça na estação 59th e pegue a linha x na direção downtown”. Parece complicado, mas se você vai usar aquela linha e tem o mapa de metrô na mão, você entende rapidinho. A lição é: fique de olho!

Ps: Obrigada Lorena, pela a foto 🙂

Esse post faz parte de uma série de 5 posts sobre como andar de metrô em Nova York:

Parte 1: comprando o Metrocard

Parte 2: entendendo o mapa (esse post)

Parte 3: decidindo que trem pegar

Parte 4: aprendendo a ler as placas de metrô

Parte 5: identificando trens expressos e locais

Em busca do melhor chocolate quente de NY – Little Brown

Continuando nossa/minha saga em busca do melhor chocolate quente da cidade, um dia desses eu fui ao Little Brown, no Upper East Site. Essa lanchonetezinha (é bem pequena mesmo, como quase tudo em NY) é uma ótima opção para quando você for visitar o MET, porque fica bem perto da estação de metrô da rua 86. Eu vou explicar como chegar lá.

Então, no dia eu fui fazer minhas consultas médicas anuais (e, se você não sabe, 99% dos consultórios médicos de NY ficam no Upper East Side) e, entre uma consulta e outra (com 1h de espera), passei no Little Brown. Apesar de pequeno, tem lugar para umas 30 pessoas. São apenas 2 mesas grandonas (para umas 10 pessoas) e 3 mesas compridas na janela (para umas 12-15 pessoas). Não é exatamente um lugar para almoço, mas quebra um galho. Eu sugiro mais como um café da manhã mais tarde ou lanche. O cardápio inclue cafés (claro!), frapês, algumas comidinhas tipo croissant, bolinhos, muffins, etc. Mas os principais atrativos do lugar são os chocolates quentes (\o/).

Chocolate quente da Little Brown

Eles tem chocolate quente de chocolate ao leite, amargo (70% dark) e branco, além de chocolate quente de nutella (ooooooh no, you didn’t!), pasta de amendoim (peanut butter),   caramelo com sal (sea salt caramel), com pimenta (spicy chilli) e com marshmallows torradinhos (toasted marshmallows). Como eu sou fã de Nutella e acho uma covardia usar Nutella com qualquer coisa (qualquer coisa com Nutella fica bom), eu resolvi provar o chocolate quente com chocolate amargo. Não é muito amargo. Na verdade, é até docinho, mas você sente que o açúcar foi colocado ali, e não é horrivelmente doce. Nham. Como a ideia é achar o melhor chocolate quente, não vou comentar sobre as outras coisas.

Avaliação da bodega:


  • Preço: razoável (chocolate quente médio custa uns $4, croissants custam uns $2.50).
  • Ambiente: café, pequeno, com janelão pra rua 85 com Lexignton, convidativo mas barulhento.
  • Atendimento: normal.
  • Comida: Boa. Digna. Serve para o cafezinho da tarde ou para a fominha antes/depois do museu.
  • Resumo da ópera: O chocolate quente é bom. Digno.
  • Voltaremos: Talvez. Só quando estivermos pelas redondezas e a fominha bater.

Quer conhecer?

  • Site: http://www.ourlittlebrown.com/
  • Endereço: 1269 Lexington Avenue (Lex & rua 85), Upper East Side, Manhattan, NY
  • Metrô: Linha verde (4, 5 ou 6), desce na 86th street. 

Outros posts da saga Em busca do melhor chocolate quente de NY:

Como andar de metrô em Nova York (sem entender inglês) – Parte 1: Comprando o Metrocard

Update: esse post foi atualizado em Fevereiro de 2018.

O sistema de metrô de NY é muito bom! Não é limpinho e novo como de outros lugares, mas serve a cidade (quase) toda e tem muitas estações espalhadas pela cidade. No começo pode parecer difícil, mas não é. É só prestar atenção. Esse assunto vai ser dividido em 2 posts, um sobre o Metrocard e outro sobre os mapas.

A primeira coisa que você deve fazer, é passar no guichê e pedir um mapa ao funcionário. Esses são os melhores mapas, porque (em geral) são atuais. Nem se preocupe em pegar o mapinha que vem com o livro que você comprou… Quando você pegar o mapa, marque onde está seu hotel/pousada/casa/apt., assim você vai conseguir se localizar mais rápido. Se você quer um mapa ao menos para chegar na cidade, use o Google Maps ou o mapa do MTA (oficial).

Agora, você vai comprar seu metrocard, que é o cartão que dá acesso ao metrô. Atualmente (em março de 2012 julho de 2013 Fevereiro de 2018), você tem as seguintes opções:

  1. Single ride ticket (apenas 1 passagem): O single-ride ticket custa $3.00 e dá UM acesso ao metrô, ou seja, paga a passagem de UMA pessoa, apenas UMA vez. Quem deve comprar esse cartão? Ninguém.
  2. Pay-per-ride (pague-por-passagem): Com essa opção, você coloca uma quantidade de $$ no cartão (quanto você quiser, mas a máquina dá a opção automática de $10, $20 ou $50) e você paga $2.75 cada vez que usar. Você pode colocar qualquer valor, e ganha 5% a mais se colocar mais que $5.50. Ou seja, se você coloca $10, seu metrocard vai ter na verdade $10.50 de crédito. Se colocar $20, $21. E assim vai. Esse cartão pode ser utilizado várias vezes seguidas (tipo, bastaria um cartão para uma família de 4 pessoas, cada pessoa pagaria $2.75 para passar na roleta), e cada passagem é descontada do valor que o cartão tem. Se a família comprou um cartão com $20, ficou com crédito de $21 e depois que as 4 passassem na roleta, o cartão teria apenas $10. Quem deve comprar esse cartão? Pessoas que vem passar menos de 1 semana.
  3. 7-day unlimited pass (passe ilimitado para 7 dias): Com esse metrocard, você pode usar o metrô/ônibus quantas vezes você quiser, por 7 dias. Se você comprar ao meio dia do dia 1 de viagem, continue usando no dia 7. Ele só vai parar à meia noite do dia 7. O problema com esse cartão é que ele é apenas para uma pessoa. Se você vier acompanhado, cada pessoa precisa ter seu próprio cartão. Se você passar o cartão e, por algum motivo, não passar pela roleta logo, o cartão vai ser dado como usado e você não vai conseguir passar na roleta de novo pelos próximos 15-20min (por isso é um por pessoa). O cartão de 7 dias custa $32 (mais ou menos o custo de 2 passagens por dia). Quem deve comprar esse cartão? O cartão de 7 dias deve ser comprado por qualquer pessoa que venha passar mais do que 5 dias na cidade. Se você passear normal, você vai usar, no mínimo, 2 passagens por dia ($2.75x2x5=$27.50). Porém, a chance de que você use mais do que 2 por dia é muito grande. Então, vale a pena investir no passe semanal.
  4. 30-day unlimited pass (passe ilimitado para 30 dias): Mesma coisa do ilimitado de 7 dias, só que para 30 dias. Custa $121. Quem deve comprar esse cartão? Pessoas que venham passar pelo menos 3.5 semanas.

Comprar o Metrocard pode parecer difícil, mas não é. Você pode usar cartão de crédito/débito ou dinheiro. Eu raramente uso dinheiro, mas sei que algumas máquinas só aceitam notas menores que $50, às vezes elas só dão troco de até $10, às vezes dão troco em moeda… para evitar, use o cartão de crédito/débito, ou tenha paciência para ler o que a máquina diz.

Outra coisa importante é que você paga $1 pelo cartão. Então, se você compra um cartão com $10, a máquina vai te cobrar $11 e seu cartão vai ter $10+5% = $10.50. Se você precisar de mais dinheiro no cartão, faça um refil no seu cartão. Ou seja, reutilize o seu cartão. Se você não fizer isso, vai pagar $1 por cada cartão que comprar. Isso vale também para os ilimitados. Mas veja bem: um cartão pode ser apenas uma coisa: OU ele é ilimitado (e o refil é de tempo) OU ele é de dinheiro. Ok?

P.S.: NUNCA compre o Metrocard de alguma pessoa tentando te vender na estação ou na rua. Mesmo que a pessoa diga que a máquina está quebrada, vá lá e tente comprar mesmo assim. Se realmente estiver quebrada, (1) caminhe para a próxima estação ou (2) pegue um táxi (táxi aqui é barato e, às vezes, vale a pena).

Esse post faz parte de uma série de 5 posts sobre como andar de metrô em Nova York:

Parte 1: comprando o Metrocard (esse post)

Parte 2: entendendo o mapa

Parte 3: decidindo que trem pegar

Parte 4: aprendendo a ler as placas de metrô

Parte 5: identificando trens expressos e locais

Clima de Nova York em Outubro

Esse post está sendo revisado em outubro de 2014. Até agora, as informações do post continuam boas.

Em outubro a temperatura varia bastante. O verão acaba em setembro, então outubro é oficialmente outono. Já no começo do mês as folhas começam a cair, mas as árvores ainda estão cheias e as flores ainda estão vivas. O começo do mês é mais quente e, a medida que novembro se aproxima, a temperatura baixa. Mas nessa época, nem tudo é fixo. Alguns dias de outubro são super quentes, verdadeiros dias de verão, com temperaturas de até 30 graus. Em outros dias chove bastante. Às vezes fica nublado e chuvoso por uma semana quase toda. Outras vezes, o sol aparece por uma semana inteira, com manhãs e noites frias e tardes agradabilíssimas.

Se você nunca pegou frio, essa é uma boa época de vir a cidade. A cidade ainda está viva, alguns dias são lindos e quentes, alguns dias são lindos e frios, em alguns dias chove, alguns dias são frios. Mas o frio não é extremo: a temperatura média varia entre 20 e 10 graus. Pode chegar a 30, se você der sorte. Pode chegar a 5, se você der azar. As manhã e noites são mais frias (12-15 graus) e as tarde são mais quentes (15-18 graus).

Para quem vem do sul, sudeste e centro-oeste é mais fácil entender como se vestir para essas temperaturas, já que vocês passam por isso anualmente. Para quem vem do norte e nordeste, é mais difícil entender. Então, para os que não sabem ou tem dúvidas, o outfit básico é: calça jeans, camiseta de manga curta, sapato (tênis), uma jaqueta (jeans ou couro) e uma écharpe (pashmina ou um cachecol de tecido fino, um scarf, nas lojas daqui). Ao sair de casa, você provavelmente vai precisar da écharpe. Ao longo do dia, a écharpe sai. Depois a jaqueta sai. E depois voltam, gradualmente, à medida que o dia vai esfriando. Homens não precisam do cachecol já que, em geral, sentem menos frio que as mulheres. Caso você seja um homem mais friorento, use uma camiseta + camisa de botão por cima (que pode sair ao longo do dia) ou uma camiseta de manga longa.

Em outubro, os dias começam a ficar mais curtos. O sol nasce por volta das 7 da manhã e se põe por volta das 6 da tarde. No começo do mês os dias são mais longos e amanhece um pouco mais cedo e anoitece mais tarde. No final do mês, os dias são mais curtos. Lembre-se de que quanto mais perto do inverno, menos horas de sol se tem.

Noite de outono – sem casaco

Então, que tipo de roupa trazer se estiver visitando NY em outubro? Como o clima varia nessa mês, é provavelmente uma das épocas em que você precisa trazer o guarda-roupa mais variado:

  1. Tênis (Sempre. O mais confortável que você tiver);
  2. Se você gostar, sandália (para os dias de calor);
  3. Calca jeans;
  4. Bermuda/saia/vestido;
  5. Casaco leve (ai depende do seu frio. Em geral, um casaco tipo jeans ou jaqueta de couro já ajuda. Caso você fique com frio, pode comprar algo mais grosso por aqui, mas talvez nem precise. Mesmo quando esfria, a combinação camiseta+casaco já resolve. No máximo, uma camiseta de mangas compridas+casaco);
  6. Um sapato extra (como já falei, chove. Traga pelos menos 2 calçados, caso um deles pegue chuva);
  7. Camisetas;
  8. Óculos escuros.

Quando chegar aqui, você pode comprar (a medida que for precisando):

  1. Uma pashmina (uma ótima opção para as mocinhas friorentas);
  2. Um guarda-chuva/sombrinha/capa de chuva.

Dia de outono – com casaco

Em geral, em outubro você ainda não precisa de cachecol, gorro ou luva. Você pode usar um daqueles cachecóis de meia-estação nos dias mais frios ou para fazer um charme, ou usar um chapéu, mas não precisa usar nada pesado (tipo lã).
Update do dia 29 de outubro de 2011: está nevando. É raro nevar em outubro mas, pelo visto acontece. Começou a nevar pela manhã e a previsão é de neve até a madrugada. Mas é uma neve com chuva, que não acumula. Essa mistura forma um gelinho que pode deixar as ruas escorregadias. Se estiver por aqui e isso acontecer, tenha cuidado ao andar na rua…

Museu de História Natural

O Museu de História Natural fica no Upper West Side, de frente para o Central Park, e tem estação de metrô na porta. É o museu ideal pra um dia de chuva, já que vc não precisa pisar na rua. Esse museu é o do filme “Uma noite no museu”. Está sempre cheio de excursões de escolas, com crianças super admiradas com os dinossauros. Por sinal, essa é a parte mais cheia do museu, mas é fantástica. Além dos dinossauros, sugiro visitar também o planetário. Esse é um dos poucos museus da cidade que abre todos os dias (a maioria é fechada nas segundas), das 10h às 5:45. A entrada “sugerida” é de $15, mas vc pode pagar o quanto quiser. Mas, por favor, não pague $1 por 5 pessoas!!!!

Esse é um museu bem legal pra quem curte animais e/ou quem está com crianças. Visitei o museu 3 vezes e, em todas as visitas, noto que 75% dos adultos estão acompanhando crianças. Isso faz com que o museu seja barulhento. O mapa do museu é terrível (passo horas para me achar), mas você pode selecionar o que você tem interesse.

Em geral, eu só recomendo a visita mesmo para crianças e biólogos/veterinários/zootécnicos. MAS, a entrada é tão barata que voc6e não perde nada visitando.

Clique aqui para ver o mapa com alguns museus de NY.

Verão em NY

Central Park SummerStage 2008

A partir de junho, os dias já começam a ficar quentes, mesmo com o verão começando apenas no final desse mês. As atividades de verão são parecidas com as da primavera, mas exigem um pouco mais de força de vontade e incluem paradas para relaxar no ar-condicionado (em lojas ou cafés). O ótimo dessa época é que os dias são super longos. O sol nasce antes das 6 e se põe por volta das 8 (da noite?). Mesmo meio quente, os passeios são muito agradáveis. Roupas leves, protetor solar, óculos escuros e garrafa de água são essenciais para sobreviver ao verão em NY. Para quem gosta muito de fotografar, melhor trazer sempre baterias/pilhas reserva. Os museus da cidade são maravilhosos, mas prefira as atividades outdoors. Escolha um ou dois museus (os mais famosos são o MET, História Natural, MoMA e Guggenheim) e vá nos dias mais quentes – que vc não aguentaria passear por horas nas ruas da cidade. Eu sei que o Brasil tem praia pra dar e vender, mas ir à praia é uma das grandes atividades de verão da cidade. Uma boa idéia é ir à Coney Island, no Brooklyn. A viagem é longa, mas além da praia, Coney Island tem parques, um aquário e a Mermaid Parade (em junho).

Um dos grandes lances do verão em NY são os eventos (quase) de graça que acontecem por toda a cidade. São shows, peças, musicais, entrevistas, filmes, passeios, orquestras… tem quase de tudo. Alguns desses eventos já têm a programação definida – afinal, junho está logo ali. No começo de junho começa o Central Park SummerStage, com shows de graça (maioria) e pagos. As apresentações de filmes também começam, no Bryant Park, Central Park, Riverside Park (no rio Hudson), Brooklyn Bridge e Prospect Park (Brooklyn). Nas sextas pela manhã, o programa “Today Show”, da NBC, tem o Summer Concert, com shows de graça no Rockefeller Center (onde estão os estúdios da NBC). Ano passado teve show do Cold Play e Miley Cyrus (que eu me lembre…). A maioria das praças  e parques da cidade possui uma programação cultural de graça, no verão, como a Union Square, Washington Square, Bryant Park e Central Park. É só dar uma pesquisada na net e ver o que interessa. A programação do Bryant Park inclui performances semanais de musicais da Broadway (2 a 3 músicas) e a do Central Park, Shakespeare no Parque.

Pela foto acima, dá pra ver que eventos em NY = um ziguilhão de pessoas – sendo de graça ou não. Como a maioria dos eventos são em locais abertos, é provável que vc possa chegar mais cedo e entrar na fila. Vale a pena, se vc quiser VER mesmo a apresentação. Nós fomos um dia assistir à Orquestra Filarmônica de Ny no Central Park (foto), mas chegamos em cima da hora. Ficamos tão longe, mas tão longe que quase não ouvimos as músicas.

Muitas vezes os eventos, mesmo grátis, pedem senha (como o Shakeaspeare no parque). Procure saber disso com antecedência e providencia a sua.

Primavera em NY

Já escrevemos um pouco sobre o clima de NY aqui. Mas resolvemos falar um pouco melhor sobre o que a cidade oferece nesses períodos.

Central Park em um dia de sol

Na primavera (20 de março a 20 de junho), o clima começa a esquentar. Durante o primeiro mês, mais ou menos, o casaco ainda é essencial. A partir do meio de abril, você começa a usar um casaco mais leve alguns dias e, em maio, o casaco começa a sair de cena. A partir do meio de maio, o casaco leve pode ficar dentro da bolsa porque vai ser útil à noite. Nessa época, os dias são mais quentes e as noites são frias (frias o suficiente para um casaquinho e não apenas “mais frias que os dias”). Nesse tempo todo, de março a junho, você vai usar casaco por uma semana e, de repente, o clima fica bem quente. No dia seguinte, esfria de novo. Também é a época de chuva. Assim, a cidade fica linda, bem verde e florida (parece que as árvores florescem do dia pra noite!). Ouvi falar que março é o mês da chuva, mas isso não é necessariamente verdade. A chuva está espalhada durante toda a primavera, mas esse ano não vi um dia de chuva o dia inteiro. Acompanhe a previsão do tempo diariamente e você saberá quando e a que horas irá chover. Daí, é só estar preparado.

Durante essa época, todos os passeios são recomendados. Aproveite os dias quentes e explore as opções outdoors e, nos dias mais frios ou chuvosos, passeios intermediários ou indoors. As opções outdoors incluem caminhadas e picnics no Central Park, visita à Estátua da Liberdade (e Ellis Island), passeios de balsa ao redor da cidade, caminhadas longas pela cidade, pôr-do-sol no Riverside Park (rio Hudson), visita à Governors Island e visitas aos jardins botânicos da cidade.

O Memorial Day (última segunda-feira de maio) é considerado o início não oficial do verão. Mesmo ainda sendo primavera, o clima está quente o suficiente para uma praia ou um banho de sol no parque. A foto do post foi tirada em plena quinta-feira, às 4h da tarde… e o Central Park estava lotado – e muita gente pegando um bronze. Daqui pra frente, isso é comum no parque. Quem quiser tentar uma atividade típica nova-iorquina, pega uma bolsa grandinha, enche de frutas, refris e água, uma toalhinha pra se deitar, e vai pro parque com um biquini por baixo da roupa. Leeeeeeeembrem-se, entretanto, de que os biquinis aqui não são pequenos como os biquinis tupiniquins, como disse Lorena, no finado Lore and the city. Melhor usar um shortinho ou comprar um biquini daqui, para não causar (e sentir) constrangimento.

Para os interessados em arquitetura, a cidade é cheia de prédios famosos – pela arquitetura ou pela altura (acho que a altura faz parte da arquitetura… mas resolvi chamar a atenção porque alguns prédios são bonitos, outros são interessantes e outros são apenas altos). Alguns prédios famosos são o Empire State (o mais alto da cidade), Chrysler (lindo lindo), Rockefeller Plaza e o Bank of America Tower (ainda em construção). Para explorar a arquitetura de NY, você pode olhar no Google maps alguns prédios famosos e/ou você pode andar pela cidade e se encantar com lindos prédios espalhados por toda a cidade.

Aproveitando o clima, do meio pro final de abril os restaurantes e cafés enchem as calçadas com mesas e os pratos quentes são substituídos por opções mais frias e leves. O vinho pode ser substituído por drinks gelados e cerveja e os sorvetes e sorbets reaparecem no cardápio das sobremesas. Nos cafés, frappuccinos e cafés gelados (isso mesmo, café, leite, gelo) são a melhor opção.

De abril a maio, é o festival das cerejeiras, que florescem lindamente no Brooklyn Botanical Garden. O pico se dá mais ou menos no início de abril. No final de abril/início de maio, acontece o Tribeca Film Festival, um festival de cinema anual que apresenta cerca de 200 filmes americanos e estrangeiros (inclusive brasileiros). As entradas por filme variam de $10 a $15. A Pride Week acontece no final de maio/início de junho, e tem uma parada grande começando na 5a avenida.

 

Dicas de NY – passeios

O que visitar na cidade? O que vc quiser.

1. Museus: a cidade tem dezenas de museus, incluindo museus de cinema e imagem, sexo, história natural, judeus, arte moderna, imigrante, rock, crianças etc. 

2. Teatro: shows da Broadway e off-Broadway acontecem o ano todo.

3. Filme: cinemas à vontade.

4. Pela cidade: passear por alguns bairros é um encanto, como o West Village. Os prédios são bonitinhos, têm aquele clima de “filme” e vc pode encontrar um famoso na rua.

5. Compras: paraíso das compras, desde que vc esqueça o Real e pense em Dólar. Se vc for pensar que $20 são R$40, fica chato, porque tudo fica caro. Pense que $20 é $20 e conte com o que vc trouxe em Dólar, não o quanto vc pagou em Real… A Macy’s fica com uma vitrine bonita no Natal, dá pra passar lá só pra ver.

6. Comida: nada melhor que desfrutar das cozinhas que vc nunca experimentou. Se vc gosta de comida italiana, ótimo, vc pode provar uma massa deliciosa em Little Italy ou uma pizza perfeita no Brooklyn. Mas, não fique só no que vc conhece. Se arriscar com o que vc não tem na sua cidade é legal. Comida do Vietnam, Quênia, Turquia e Grécia são alguns pouquíiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiissimos que podemos citar. Quer comer comida de não sei lá onde? TEM!

7. Estátua da Liberdade: vale a pena visitar sim. Além do passeio até a ilha da estátua, onde vc pode tirar a foto clássica ( 😀 ), o passeio inclui a visita a Ellis Island, a ilha onde os imigrantes desembarcavam quando chegavam a NY.

8. Parques: Central Park, com certeza, mas outros parques da cidade também são bonitos, até parques nos outros boroughs (Brooklyn, Queens, Bronx e Staten Island).

9. Boates/Barzinhos/Pubs: muitos, mas nós não conhecemos.

10. Governors Island: essa ilha só fica aberta, se não me engano, de março a outubro (primavera e verão). Tem uma vista linda de Manhattan, New Jersey, Liberty Island e Ellis Island. A balsa é de graça. Vc pode fazer picnics (mas não pode levar bebida alcoólica), alugar bicicletas por lá e ficar passeando pela ilha.

11. Rockfeller Center/Empire State: vale a pena pagar para fazer uma dessas visitas, para ver a cidade do alto, de muuuuito alto. O ticket custa cerca de $20 e uns $10 pelo guia eletrônico, que eu aconselho a pegar. Basta um, mesmo que para 2 ou 4 pessoas. Uma escuta e explica pros outros, é suficiente. É legal pagar pelo guia porque, lá de cima, vc não sabe exatamente pra onde está olhando. E o guia diz coisas curiosas, como, no empire State, um dos pontos que ele e mostra é o local onde o Titanic deveria ter atracado.

12. Brooklyn: o Brooklyn tem coisas legais para ver. Para chegar lá, o melhor caminho é atravessando a Ponte do Brooklyn, que é linda. Mas não vale ir em dia frio. Se for no verão/primavera, vale visitar o Brooklyn Botanical Garden. Para comer, pizza no Di Fara e carne/hamburguer no Peter Luger. Além desses, vários outros cantos bons por lá.

13. Queens: o Queens tem uma região bem árabe. É o canto certo pra experimentar o narguile, ver um show de dança do ventre e comer comida árabe. Além dos árabes, tem egípcios, gregos, colombianos, equatorianos, brasileiros etc.