Comidas tradicionais em NY: cupcakes

3550211004_4d004dbb70_zOs cupcakes (ou bolinhos, como diz o meu sobrinho) são típicos dos Estados Unidos, como um todo. Em Nova York a moda não é nova, mas se dá principalmente ao seriado Sex and the City. Em alguns episódios da série, a personagem Carrie (Sarah Jessica Parker) apareceu saboreando cupcakes da Magnolia Bakery, aqui em Nova York. Com isso, a Magnolia Bakery ganhou fama e hoje em dia é uma das lojinhas de cupcake mais visitadas da cidade, com 5 lojas espalhadas pela cidade. Se você quer tirar a foto no mesmo lugar que a Carrie comia o cupcake, corre para a fachada da Magnolia no West Village. Se você quer um bom cupcake, a Magnolia não é exatamente o seu lugar ideal.

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Dizem as más-línguas que, depois da fama no S&tC, a qualidade dos cupcakes da Magnolia Bakery caiu. Quando chegamos aqui, em 2007, a loja já era MUITO famosa, então não posso dizer se isso é realmente verdade. Mas um dos pontos extremamente negativos da loja é que ela é sempre cheia, com filas quilométricas. Será que vale a pena enfrentar 30-45m de fila por um bolinho?

Na minha opinião, não. Não vale. Já provamos cupcakes de vários lugares e o da Magnolia não é excepcionalmente melhor. Na verdade, acho que os da Billy Bakery são os melhores da cidade. Mas isso vai do gosto de cada um. No fundo, não sou muito fã do bolinho… acho o bolinho sem gosto e a cobertura (icingmuito doce. Mas eu acho que é uma comida tradicional de NY (e dos EUA) que merece ser provada. Os bolinhos em tamanho tradicional custam em média $3-$4. Vale a pena comprar um e dividir com a turma (a não ser que tenha uma formiga no grupo…).

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Cupcake feito por nós, numa aula na ButterLane

cupcake tradicional tem o bolinho de baunilha (vanilla) ou chocolate, com cobertura (icing ou frosting) de baunilha ou chocolate. Essa cobertura típica é feita com manteiga e açúcar de confeiteiro. Muito doce. Outros bolinhos tradicionais são o de cenoura (carrot cake) ou o red velvet (que é um bolinho com um pouco de chocolate e bastante corante vermelho) com cobertura de cream cheese. Esses são os tradicionais. Mas, hoje em dia você encontra muito mais tipos de bolinhos e coberturas, como banana, nutella, coco, limão, etc.

Se você estiver por aqui, vale a pena prova um bolinho. Mas, se você estiver na Magnolia Bakery, pule o cupcake e prove o creme de banana (banana pudding). Vale MUITO mais a pena! A listinha das melhores lojas de cupcake da cidade:

  • Two Little Hens: 1652 2nd Avenue (2a avenica com rua 86).
  • Butter Lane123 East 7th St. (rua 7, entre avenidas 1 e A). Essa lojinha é considerada a loja de cupcakes para adultos, com sabres tradicionais com um toque moderno. São bem bons mesmo. Ela também oferece aulas de cupcake (2h). Se seu inglês for médio, pode tentar fazer uma aula. Já fizemos e achamos bem divertida! E você leva um horror de cupcake de volta pra casa. Dá uma olhadinha no site deles para ver os preços…
  • Billy’s bakery184 9th Avenue (avenida 9, entre ruas 21 e 22).

Como andar de metrô em Nova York (sem entender inglês) – Parte 4: aprendendo a ler as placas de metrô

Ok, agora você já comprou o seu metrocard e sabe para onde ir. O desafio agora é entender as placas do metrô e saber para onde o trem está indo. As estações de metrô são bem sinalizadas, então se você prestar um pouquinho mais de atenção, tudo fica fácil.

Revisão: já falamos em outro post, mas é bom relembrar. Uptown significa “cidade alta” e downtown, “cidade baixa”. Ou seja, trens indo na direção uptown estão indo para a parte de cima da cidade, para o norte, e trens indo na direção  downtown estão indo para o sul da cidade. Em Manhattan é muito fácil se localizar porque as ruas são numeradas, e elas crescem para o norte. Ou seja: a rua 14 fica ao norte da rua 13 e ao sul da rua 15. Se você está andando na rua e passa pelas ruas 23, 24 e 25, você está indo para o norte da cidade. Se você passou pelas ruas 32, 31 e 30, está indo para o sul. Ok? Então, se você quer ir para uma rua “maior”, você quer ir uptown. Quer ir para uma rua “menor”, downtown.

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Antes de entrar na estação: que trens passam aqui? Para onde eles vão?

Antes de entrar na estação, sempre leia as placas do metrô. Na maioria dos casos, as estações dão acesso aos trens indo em todas as direções (downtown e uptown). Esse é o exemplo da foto acima. Mesmo sem entender inglês, você é capaz de ler a placa:

  • Union Square Station: a primeira linha tem o nome da estação, nesse caso, a estação 14 street – Union Square.
  • As letras e números coloridos são os trens que passam na estação (aqui, trens L, N, R, Q, 4, 5 e 6).

Se a estação for all directions ou não tiver informação da direção, significa que você pode entrar na estação e pegar aquele trem indo para o norte (uptown) ou sul (downtown).

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Se a placa diz apenas uma direção (Uptown & The Bronx; Uptown & Queens; Downtown & Brooklyn; Downtown; Uptown), os trens correndo nessa estação passam apenas na direção indicada. Na foto acima, o trem 6 passa na estação (Spring) apenas na direção Uptown & The Bronx, ou seja, vão apenas para o norte dessa estação (essa é a Spring, então os trens vão para as ruas 14, 23, 42, etc.) Se você quer ir para a ponte do Brooklyn (mais ao sul da ilha), você quer ir para o SUL dessa estação, então, você precisa procurar a entrada que diga Downtown, como na foto abaixo.

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Dentro da estação: para onde eu vou?

Estações que tem apenas uma plataforma (as que são apenas em uma direção, tipo downtown) são mais fáceis de lidar porque você entra e vai para o único lugar, a única plataforma, e pega o trem. Mas em estações, como a Union Square e Times Square, que em que vários trens passam, preste atenção nas placas! Placas acima das escadas informam as linhas de trens que param naquela plataforma e a direção que eles vão.

Dentro da estação: mudanças previstas!

Apesar do sistema de metrô funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana, nos 365 (ou 366) dias do ano, nem todas as linhas de trem funcionam todos os dias/horas. Por isso, leia as placas :). Não precisa se desesperar e sair procurando placas na estação, mas se você vir uma placa, leia. Se o trem tem mudanças previstas (tipo, para de passar tarde da noite ou no final de semana), as placas são bem visíveis. No exemplo abaixo: nessa estação, no final de semana (weekend) o trem R para na plataforma dos trens N e Q; e tarde da noite (late night), o R não passa na estação (use o N ou Q). 

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Na plataforma: que trem eu pego?

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Crie o hábito de, sempre que entrar na plataforma, procurar a placa e ler com cuidado. Mesmo que você acha que sabe, todo mundo erra. É um bom hábito, que, mesmo depois de 6 anos morando aqui, eu ainda tenho. A placa diz várias coisas. No exemplo acima, apenas o trem Q para nesse trilho. Do lado esquerdo, você tem as informações para Manhattan e, do lado direito, informações sobre quando o trem chega no Brooklyn. Lado esquerdo –> direção do trem: downtown & Brooklyn; rota do trem: via Broadway Express (ou seja, o trem vai pela Broadway e é expresso). Lado direito –> direção do trem: to Coney Island (Coney Island é a estação final); rota do trem: via Brighton Local all times (vai por Brighton e é local).

Na placa abaixo: os trens que param nesse lado da plataforma são o N e o R. À esquerda: os dois trens estão indo na direção downtown & Brooklyn. Eles vão pela Broadway e são locais (Lcl). No meio: o N vai para Coney Island (Is) via a Ponte Manhattan (Manhattan Bridge).

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Nesse caso, o R é mais complicado, mas vamos quebrar a informação em partes.

  • Local wkdays & eves to Whitehall St.: o R é local nos dias de semana (wkdays = weekdays) e à noite (eves = evenings) para a estação Whitehall (St. = station).
  • Wkends R via Manh Bridge to Bay Rdg-95 St.: no final de semana (wkends = weekends) o R vai para Bay Ridge-95St. (estação no Brooklyn) via a Ponte de Manhattan (Manh Bridge).
  • No late night R service, take N to 36St, Bklyn for R: não há serviço do R tarde da noite (ou seja, o R não passa a partir mais ou menos das 23h ou meia noite). Daí, se você quer o serviço do R no Brooklyn, pegue o N para a estação 36 (no Brooklyn) e troque pelo R lá.

Quebrando a informação você limita o que você precisa entender. Tipo, se a informação é sobre dia de semana e noite e você está nesse horário, leia. Se a informação é sobre o final de semana e são 3 da tarde da segunda-feira, não tem pra que ler. Pode ser muita informação, mas identifique os pontos principais e só leia o que interessa. Não perca tempo com informações extras.

Esse post faz parte de uma série de 5 post sobre como andar de metrô em Nova York:

Parte 1: comprando o Metrocard

Parte 2: entendendo o mapa

Parte 3: decidindo que trem pegar

Parte 4: aprendendo a ler as placas de metrô (esse post)

Parte 5: identificando trens expressos e locais

Comidas tradicionais em NY: o waffle

Waffle com nutella, Wafle&Dinges

Waffle com nutella

Tá bom, tá bom, eu SEI que waffle (lê-se mais ou menos “uÓfôu”) não é tradicional de NY, mas o Wafles & Dinges merece menção honrosa! O Wafles&Dinges é um food truck super conhecido na cidade. Como vocês podem imaginar, eles servem waffles. As massinhas belgas são maravilhosas! Se você passa por um trailerzinho deles, vale a pena para e saborear. Mas, como é relativamente caro, pode ser algo para dividir.

O cardápio é pequeno, afinal, eles servem apenas wafles, doces e salgados, mas pode ser complicado. Vamos tentar ajudar! Até agora, nós só provamos os waffles doces, então não vamos recomendar os salgados apenas porque nunca provamos. Se alguém quiser provar e depois contar aqui o que achou, fique à vontade. O cardápio oferece 2 tipos de waffles doces: o Brussles, mais crocante, e o Liège, mais chewy. Não sei como traduzir chewy. Ele é macio e mais “mastiguento”, meio que colando levemente na boa, mas isso sendo uma coisa positiva… meio que a textura de um profiterole, eu acho.

Voltando nós sempre pegamos o liège, que é delicioso. A massa+1 topping custa $5. A partir daí, cada topping extra custa $1 ou você pode escolher o unlimited toppings por $2. Ou seja: waffle com apenas um topping –> $5; com 2 toppings –> $6; com 3 ou mais toppings –> $7.  As opções de toppings são: doce de leite, fudge de chocolate, nutella, morango, banana, nozes, chantilly e outras coisas. Normalmente eu vou apenas pra nutella, mas deve ser porque sou amarrada :).

Se você está sozinho/não gosta muito de doce/acabou de comer/está sem dinheiro e ainda assim quer provar, eles às vezes servem a versão “espetinho”, que custa $4 e vem com 3 pedacinhos de wafle e uma coberturinha. Se você está ao contrário de tudo acima (:)), você ainda pode acrescentar 1 bola de sorvete pela bagatela de $2.

Como é um trailer, eles não tem um lugar certo na cidade. Você pode procurá-los visitando o site ou o Twitter, para ver onde eles estão. Eu recomendo usar o site.

Se até agora você ainda não ficou com vontade de provar, vamos ver se esse vídeo ajuda 🙂

Compras em Nova York: bolsas e sapatos na DSW

O blog já existe a quase 6 anos e nós raramente falamos sobre compras. Nós estávamos evitando mesmo, porque todo mundo já vem fazer compras em Nova Iorque e só o que tem por aí são blogs falando sobre isso. Nós queríamos focar em outras coisas, como passeios típicos e não típicos, restaurantes, dicas, etc. MAS, o dever blogal nos chama e resolvemos escrever um pouco sobre compras por aqui (afinal, nós fazemos compras).

Muita gente considera Nova York o paraíso das compras. Não sei se isso é verdade, porque eu nunca fui de comprar muita coisa no Brasil e, desde que viemos morar aqui, quase não compramos mais coisas no Brasil. E continuamos sem comprar muita coisa aqui. Talvez a gente tenha se acostumado com o fato de que aqui tem quase de tudo… então, talvez realmente seja o paraíso das compras. Não sei. Também se imagina que quem mora aqui é super consumista. Novamente, isso não é necessariamente verdade. Acho que é verdade para turistas, que inevitavelmente compram bastante aqui. Mas não para moradores da cidade. Não compramos mais do que se compra em outros lugares.

Mas como muita gente turista aqui e quer saber os melhores lugares para comprar, vamos tentar dar umas dicas de lugares onde costumamos fazer nossas compras. E hoje vamos falar de bolsas e sapatos.

Claro que existem centenas de lojas de bolsas e sapatos por aqui e essa recomendação não quer dizer que é o único lugar da cidade que você deve ir para comprar. É apenas uma dica de um dos meus lugares go-to, um dos lugares que eu vou quando preciso comprar uma bolsa ou sapatos novos. Sempre passo na DSW (Designer Shoe Warehouse).

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DSW na Union Square

Existem duas DSW em Manhattan (e uma no Brooklyn), uma na rua 34 com a 7a avenida (pertinho da Macy’s) e uma na Union Square. Eu sempre vou na da Union Square. Acho completa o suficiente e nunca é muito cheia. Eu não me importo muito com marcas, então não sei dizer ao certo se as marcas são famosas e se estão baratas… mas eu gosto de sapatos e bolsas e é lá que vou quando preciso de sapatos novos para a estação que vai começar ou para u evento social.

Recentemente fui a um casamento na praia e precisava de uma sapatilha de festa, coisa que, devido à minha vida social extremamente (in)ativa, eu não tinha. Daí, fui na DSW e comprei flats prateadas por $40. Ano passado eu precisava de uma bolsa maior para levar para a faculdade, um que coubesse o laptop, cadernos, várias folhas soltas e meu almoço, lanches e jantar. Passei lá e comprei um bolsa fashion por $35. Uma das grandes vantagens para mim, além da localização, é que você pode comprar na DSW online e, se não gostar, devolver na loja. Super prático.

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DSW – Union Square

A maior variedade da DSW (da Union Square, pelo menos) são sapatos femininos, seguidos por bolsas, sapatos masculinos e sapatos infantis. Nunca compramos sapatos masculinos ou para crianças lá, mas sei que tem.

Se você ficou curios@ para saber o que tem por lá, dá uma namoradinha no site deles (http://www.dsw.com). Além das marcas normais (7 for all mankind, Anne Klein, Calvin Klein, BCBG, Betsey Johnson, Bruno Magli, Converse, Nine West, Keneth Cole Reaction, etc.), eles também vendem as marcas de luxo (Gucci, Prada, Dolce & Gabana, Fendi, Dona Karan, Jimmy Choo, etc.). Essas são as mais caras da loja, mas ainda assim, muito mais baratas do que em outros lugares. Vale a pena lembrar que é uma warehouse, um armazém… basicamente, é um outlet, que vende as peças de coleções passadas. Mas… tem coisas que não saem de moda nunca. Adoro comprar sapatos tipo pump, botas e sapatilhas por lá.

Para as que adoram comprinhas, vale a pena visitar!

Endereços:

  • Midtown: 213 W 34th street (rua 34 com 7a avenida)
  • Union Square: 40 E 14th street (rua 14 com University Pl, em frente à Union Square)

Como andar de metrô em Nova York (sem entender inglês) – Parte 3: decidindo que trem pegar

Nos dois outros posts sobre como andar de metrô em Nova York nós falamos sobre como comprar o Metrocard (parte 1) e como entender o mapa do metrô (parte 2). Essa terceira parte vai ser curtinha, com uma dica prática de como se localizar na cidade e decidir que trem pegar para fazer seus passeios. Mas, antes disso, uma coisa fundamental: não esqueça de pegar o seu mapa de metrô em qualquer estação de metrô da cidade. Vá para o atendente (na cabine. Não tem em toda estação, mas em quase todas) e peça um subway map. Eles vão te dar (a não ser que esteja faltando na estação, daí você vai na próxima e pede), é de graça. Leve esse mapa com você sempre. E se esquecer no hotel, peça outro na estação.

Como agora você não deve ter um mapa, clique aqui para baixar o mapa oficial (o mesmo que você recebe na estação) e ir se acostumando. E, como já dissemos no post anterior: assim que você receber o mapa, marque a estação mais próxima do seu hotel. Assim fica mais fácil identificar para onde você quer ir no final do dia.

Pode parecer complicado, mas ir de um lugar para o outro em Nova York é muito simples. Lembre-se de que na maior parte da cidade as ruas são numeradas e crescem para o norte. O resumo geral é assim: (1) veja qual a estação mais próxima da atração que você vai visitar e veja que trens param ali; (2) veja qual a estação mais próxima de onde você está e veja que trens param ali; (3) determine o(s) trem(ns) que você pode pegar; (4) decida se a direção é uptown ou downtown.

Agora, no resto do post, vamos dar 2 exemplos de como decidir que trens pegar de um lugar para o outro. O primeiro exemplo é mais simples, e o segundo exemplo envolve uma transferência.

  1. Identifique para onde você quer ir: no mapa do metrô, identifique o lugar para onde você quer ir. Para treinar: no mapa que você baixou, procure a rua 53, entre as avenidas 5 e 6 (estamos procurando o Museu de Arte Moderna). Achou?
  2. Marque a estação de metrô mais próxima. Nesse caso, deve ser a 5Av/53 St. É uma estação com bolinha branca (ou seja: trens locais e expressos param aqui – lembre que você tem essa legenda no mapa).
  3. Identifique as linhas de metrô que passam nessa estação. As linhas são laranja e azul. Certo?
  4. Agora veja que trens passam nessa estação. Os trens E e M param aqui. Aí você dá uma olhadinha no mapa e vê que o trem E é azul e o M é laranja.
  5. Preste atenção nos detalhes da estação: nesse caso, o trem E está em negrito e o M não está. Na legenda do mapa você vê que negrito significa que o trem sempre para ali. Sem negrito significa que o trem às vezes não para ali. Em geral, o sem negrito significa: o trem só para aqui de segunda-sexta, 6-23h.
  6. Baseado no dia e horário, agora procure a estação mais próxima de onde você está. Digamos que você está saindo do seu hotel, que fica na rua 23, entre 6a e 7a avenidas. A estação é a 23 St, linha laranja.
  7. Veja que trens passam nessa estação. Nesse caso, os trens F e M. Que você sabe que são linha laranja, porque nessa estação só tem uma linha laranja passando.
  8. Identifique se você quer ir uptown ou downtown. A estação que você quer descer fica acima da estação em que você vai pegar o trem? UPTOWN. Fica abaixo? DOWNTOWN.
  9. Resuma seu trajeto: ir para a estação 23St, pegar o trem M uptown e descer na estação 5Av/53St.

Agora, vamos fazer o passo-a-passo com transferência. Digamos que você agora quer ir fazer compras na Century 21. A loja fica em downtown Manhattan, na rua Cortland, pertinho do World Trade Center.

  1. Identifique para onde você quer ir: Marque o World Trade Center/Memorial  do 11 de setembro no mapa.
  2. Marque a estação de metrô mais próxima. Estação World Trade Center.
  3. Identifique as linhas de metrô que passam nessa estação. Linha azul.
  4. Agora veja que trens passam nessa estação. Trem E. 
  5. Preste atenção nos detalhes da estação: a estação é uma bolinha preta (trem local) e o E está dentro de um quadrado (isso significa que essa estação é a última parada do trem E).
  6. Agora procure a estação mais próxima de onde você está. Você ainda está no seu hotel, que fica na rua 23, entre 6a e 7a avenidas. A estação é a 23 St, linha laranja.
  7. Veja que trens passam nessa estação. Os trens F e M.
  8. Transferência: como a linha azul não passa nessa estação, você precisa fazer uma transferência. Seguindo a linha laranja, procure uma estação em que ela cruze com a linha azul. A estação é a W 4 St/Wash Squ. Então, você quer ir para essa estação.
  9. Identifique se você quer ir uptown ou downtown. Você está indo da rua 23 para rua 4 –> DOWNTOWN.
  10. Resuma seu trajeto 1: ir para a estação 23St, pegar o trem F ou M downtown e descer na estação W 4 St/Wash Sq.
  11. Faça a transferência: Na estação W 4 (West 4th), procure as placas para o trem E.
  12. Identifique se você quer ir uptown ou downtown. Você está indo da rua 4 para o sul da cidade –> DOWNTOWN.
  13. Resuma seu trajeto 2: na estação W 4 St, pegar o trem E na direção downtown e descer na estação World Trade Center.

Parece complicado escrevendo assim, mas não é. Imprima esse post e traga com você na sua viagem, e refaça o exercício usando o seu mapa de metrô. Depois teste fazer isso para um de seus passeios e, voilà, você aprendeu a identificar que trem pegar! Também, se você tiver acesso à internet enquanto estiver por aqui, tente usar o Google Maps (use as directions) e/ou o HopStop para planejar seus passeios.

Esse post faz parte de uma série de 5 post sobre como andar de metrô em Nova York:

Parte 1: comprando o Metrocard

Parte 2: entendendo o mapa

Parte 3: decidindo que trem pegar (esse post)

Parte 4: aprendendo a ler as placas de metrô

Parte 5: identificando trens expressos e locais

O MoMA – update 2013

Esse post é muito parecido com o post que publicamos aqui em 2010. Usei o mesmo template e apenas atualizei as informações. Desde 2010, temos ido ao MoMA cada vez mais, então  achei que podia trazer informações atuais interessantes.

Golden Marilyn Monroe (Warhol)

MoMA (museu de arte moderna, The Museum of Modern Art) fica em Midtown, entre a 5a e 6a avenidas, na rua 53. O museu funciona diariamente das 10:30 às 5:30 (até as 8 da noite nas sextas e, durante o verão, nas quintas) e a entrada custa $25. (Update com a dica do Renato Thibes: nas sextas, a partir das 4 da tarde, a entrada é de graça)

Apesar de ser um museu mais caro que os demais, é um lugar que super vale a pena visitar. O museu é bem moderno, super clean, e tem exposições maravilhosas. São 6 andares: no 6o andar ficam as exposições temporárias; no 5o e 4o andares, esculturas e pinturas; no 3o andar ficam arquitetura e fotografias; no 2o andar ficam livros, arte contemporânea e mídia; e no térreo fica um jardim lindo. O museu é grande, então o ideal seria visitá-lo em vários dias, mas como é caro, eu não recomendo. Mesmo pra quem gosta muito de museu, depois de 2 ou 3h andando e parando, não tem quem aguente. Sugiro que você escolha o tipo de arte que mais gosta e vá para esse andar. Dá para fazer uma visita express em 3 andares, vendo as obras e artistas principais. A não ser, claro que você seja um grande apreciador de arte moderna e tenha tempo de visitar o museu com calma. Se você não tem um dia inteiro disponível e/ou não é um grande apreciador de arte moderna, não vale a pena se cansar imensamente para visitar os seis andares, porque, no final, você já vai estar cansado e meio aborrecido e o museu vai perder 50% da graça. Planeje poucas exposições e as veja com calma. Saia do museu inteiro e feliz.

Ah, pegue o audio-guide. Basta deixa um documento com foto (mas eles não aceitam passaporte. Leve sua identidade/cartão de crédito com foto) e pegar (com um documento você pode pegar pelo menos 2 audios, talvez até mais, se estiver em grupo). Existem áudios em várias línguas, então é provável que exista em português. Em geral, eles perguntam se você quer em inglês. Se não perguntarem, pergunte você.

O museu tem vários cafés (3, acho), inclusive um no jardim, que funciona apenas no verão. Se você quer ver o museu todo, vale a penas, entre 2 andares, descansar um pouco no jardim, tomando um café, sorvete ou mesmo vinho ou cerveja. Também vale visitar as duas lojas (uma no próprio museu, outra em frente).

Autorretrato com cabelo cortado (Kahlo)

Eu sempre acho que planejamento é o segredo de uma ida ao museu, especialmente em museus grandes e cheios. Como durante a viagem é difícil parar e planejar essas coisas, agora, enquanto você está em casa, planejando a viagem, dê uma olhada no site do MoMA, veja as exposições e escolha os artistas/obras que você quer ver. A exposição permanente, como o nome diz, dificilmente muda, mas não custa nada conferir na semana que você vai viajar se as obras ainda estão aqui ou se foram emprestadas a outros museus.

Considerando sempre que eu sou uma desconhecedora de arte, aqui está uma sugestão de visita para aqueles que querem fazer uma visita mais rápida. Não sei se são as obras principais, mas foram as obras que eu parei para ver na última visita relâmpago que fizemos (uma hora e meia).

A dança (Matisse)

  1. Comece pelo 5o andar (Painting and Sculptures I: 1880s-1940s): aqui estão as obras de vários artistas como Dali, Frida Khalo, Picasso, Matisse, Monet e van Gogh. Aqui estão o Autorretrato com cabelo cortado (F. Kahlo), Noite Estrelada (van Gogh), Les Demoiselles d’Avignon Two Nudes (Picasso), A Dança (Matisse), e Lírios de água (Monet).
  2. Siga para o 4o andar (Painting and Sculptures II: 1940s-1980): aqui estão as obras de artistas mais contemporâneos. Passe rápido para: One: number 31 (Pollock), Moça com a bola (Lichtenstein), Antes e depois e Marilyn (Warhol. Também não deixe de ver as Sopas Campbell, perto do café no 5o andar).
  3. No 3o andar você pode dar uma olhada na exposição de fotografia, que sempre muda, na exposição de arte e design e/ou na exposição especial. Nós escolhemos fotografia e a especial que, quando fomos, era sobre som.

    Na exposição especial, sobre som.

    Na exposição especial, sobre som.

  4. No 2o andar estão obras de arte contemporânea. Nós pulamos essa parte.
  5. Finalmente, vá para o 1o andar e aproveite o jardim das esculturas, se estiver aberto.
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Noite estrelada (van Gogh)

Imagens: MoMA e arquivo pessoal.

O topo de Manhattan: visitando o Top of the Rock

Ontem fizemos um passeio 100% turístico, coisa que a muito tempo não fazíamos. O dia estava mais ou menos, mas como ultimamente tem chovido quase todo final de semana, um dia nublado estava mais agradável do que a média. No final da tarde, passamos no MoMA (o museu de arte moderna) e no finzinho da tarde, início da noite, fomos ao Top of the Rock: ver Manhattan de cima!

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O Empire State

Quase todo mundo que vem aqui quer visitar o Empire State (que se fala “empáire” e não empire, como ouvimos brasileiros falando ontem!). Durante muitos anos o Empire State foi o prédio mais alto da cidade, perdendo apenas para as Torres Gêmeas do World Trade Center. Depois do ataque no 11 de setembro, o Empire State voltou a ser o prédio mais alto, até 2012, quando a nova torre do World Trade Center (que era chamada de Freedom tower quando estava sendo construída) subiu.

Voltando ao tópico. Com seus 102 andares e 380 metros de altura, o Empire State é o segundo prédio mais alto da cidade. Se aproveitando da altura, o prédio tem um observatório (é assim que se chama?), ou seja, você paga a bagatela de $25 e tem direito a visitar o topo do prédio, tendo acesso a umas das vistas mais lindas da cidade.

Mas espere um momento, cara pálida! Todo mundo sabe que o Empire State é O prédio de NY, é O skyline. É A cara da cidade… o que todo mundo quer é a foto DO Empire State. Então, eis nossa dica: pule a visita ao Empire State e corra para o Top of the Rock, o observatório do Rockefeller Center. O TotR é um pouquinho menos cheio que o Empire State e um pouquinho mais caro ($27), mas tem uma vista MUITO melhor. “Por quê?”, vocês nos perguntam. Bem, porque do TofR você tem (quase) a mesma vista linda que se tem do Empire State, vendo a cidade de cima, com todos os seus prédios altíssimos e Times Square. Mas, além disso, você tem a vista do Central Park E do Empire State! Boom! Double bonus!

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Vista norte do TotR de dia: Central Park

O melhor horário para ir ao TotR depende de você. Muita gente adora ver o sol se pondo e a luz dourada iluminando a cidade. Outras pessoas preferem ver a cidade à noite. A cidade à noite é realmente linda, mas o melhor é que você encaixe a visita de maneira que não atrapalhe o resto do seu dia. Se você é do tipo que passa o dia batendo perna e fazendo compras e está super cansado no final do dia, melhor começar pelo TotR. Lá em cima quase não tem lugar pra sentar e se você quer tirar A foto perfeita e vai passar muito tempo lá, vai ficar em pé o tempo todo. Melhor fazer isso no começo do dia. Se você está com crianças ou idosos, que também tendem a ficar cansados no final do passeio, prefira a manhã/tarde. Se você faz questão de ir à noite, tente ir num dia que os passeios diurnos foram mais leves ou então se jogue mesmo. Turistar é isso mesmo, é morrer de cansaço no final do dia.

Se você quer ver à cidade à noite, saiba que é a hora mais concorrida do TotR. Vai ser chato conseguir lugar para tirar a sua foto e ainda os flashes iluminando as placas de segurança podem atrapalhar a foto. Mas, quando você consegue o lugarzinho, a foto fica linda!

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Vista sul do TotR: Empire State (e a torre do Bank of America, à direita) e, ao fundo, o One World Trade Center

Para chegar no Top of the Rock, vá para o Rockefeller Center (rua 50, entre 5a e 6a avenidas). Em frente ao café (ou pista de patinação) está o prédio. Procure a entrada à direita do prédio (rua 51, acho). Na entrada você vê “Top of the Rock” e “Observation Deck”. Basta entrar ali, descer as escadas e comprar o ticket. Você compra o ticket para pegar o elevador em uma janela de 15 minutos, ou seja, se você chegar às 11 da manhã, você pode comprar o ticket para 11:05-11:20, 11:10-11:25 ou 11:15-11:30, por exemplo. Daí, quando der a sua hora, você entra na fila. Na verdade, acho que eles quase não olham isso, então chegue na fila e compre o ticket e pronto. Não se preocupe com a hora. MAS, caso você queira comprar o ticket e fazer alguma outra coisa antes, melhor pedir o ticket para a hora que você quer, tipo, meio dia. Daí você só pode entrar perto de meio-dia. O horário do ticket é apenas para controlar o número de pessoas mas, uma vez lá em cima, você pode ficar quanto tempo quiser. Ontem nós queríamos ver o Empire State acender, então chegamos às 18h e compramos os tickets para as 18:40. Subimos às 18:40 e ficamos lá até as 20:30.

Eles oferecem um mapa da cidade, mostrando os prédios principais, por $3. Eu recomendo comprar 1 por grupo. E, lá em cima, eles têm aqueles binóculos de mirante, para usar com moeda. Se você tem crianças acima de 7 anos, sugiro que leve umas moedas para que as crianças se divirtam. Outra dica é que o deck tem 3 níveis. O primeiro nível é o mais cheio. Passe direto dele e vá para o segundo nível. Tire algumas fotos e tente o 3 nível. No 1o e no 2o nível, o deck tem placas de proteção que podem refletir o flash à noite. No terceiro nível não tem.

A última dica que damos é a seguinte: mesmo que você tenha medo de altura, vá! O primeiro nível, além do terraço, tem um “salão”, onde você pode ver a cidade se ficar na beira do topo do prédio. Janelões emulduram o Empire State lindamente, dando a oportunidade de fotos lindas mesmo para os que não gostam de lugares altos.

Então, para ter uma das fotos mais lindas da cidade, não deixe de ir ao Top of the Rock!

Como ir do JFK para Manhattan? Opção 4: Shuttle

Como fazer para ir do aeroporto JFK para o seu hotel em Manhattan? Você tem 5 opções, que dependem de seu orçamento, cansaço, e espírito de aventura. Esse é o post da opção 4.

Opção 4: Shuttle

Essa é outra opção prática, mas NUNCA usamos o shuttle para nos trazer do aeroporto pra casa. Já fizemos de casa para o aeroporto…

  1. Ainda em casa, com alguns dias de antecedência, faça sua reserva online. Como só utilizamos um desses serviços, esse é o que vou recomendar: SuperShuttle. A vantagem desse serviço é que você faz a reserva online. Você coloca os dados do seu vôo e ele diz de que horas e onde pega você. No e-mail eles também devem dar um número para você ligar caso algo aconteça. Traga esse número!
  2. Saindo do JFK, siga placas para o ground transportation/taxi.
  3. Procure pelo seu shuttle. Como disse, nunca fizemos esse caminho, mas quando você faz a reserva, eles devem explicar onde você encontra o shuttle. Se não, procure pelo shuttles. O supershuttle é uma van azul.
  4. Chegue feliz no seu hotel.

Resumo da opção 4

  • Custo: O custo varia, dependendo da localização do seu hotel. Para a região da Times Square, custa $19 por pessoa, que você já paga online no seu cartão de crédito.
  • Tempo: não sei. Como o shuttle vai fazer as paradas para todos os passageiros, pode ser que demore mais. Mas duvido. Deve ser a mesma coisa de um táxi, talvez 45min-1h.
  • Quem deve escolher essa opção: Quem tiver muita bagagem, estiver cansado, não entender muito inglês e estiver em grupos de mais do que 4 pessoas.

Esse post é parte de uma série sobre como ir do aeroporto JFK para o seu hotel em Manhattan. Os outros posts chegam já já!

Opção 1: Metrô

Opção 2: LIRR

Opção 3: Táxi

Opção 4: Shuttle (esse post)

Opção 5: Serviços de Transfer

Também não perca as nossas séries sobre como andar de metrô e táxi em NY.

Como ir do JFK para Manhattan? Opção 3: Táxi

Como fazer para ir do aeroporto JFK para o seu hotel em Manhattan? Você tem 5 opções, que dependem de seu orçamento, cansaço, e espírito de aventura. Esse é o post da opção 3.

Opção 3: Táxi

Essa é a opção mais prática!

  1. Saindo do JFK, siga placas para o ground transportation/taxi.
  2. Entre na fila. Não importa o que aconteça, NÃO entre no carros dos homens que ficam oferendo “taxi”enquanto você espera na fila. Esses não são legais. São ilegais. É perigoso. Fique na fila, mesmo que esteja gigante, e pegue o táxi amarelinho! Aliás, TEM que entrar na fila, ok?
  3. A grande vantagem de pegar o táxi amarelo é que ele cobra uma taxa fixa para Manhattan. MANHATTAN, ok? Se você está indo para o Brooklyn ou Queens, é taximetro. Quando chega a sua vez na fila, o funcionário pergunta quantas pessoas são e para onde você vai. Basta dizer o número de pessoas e “Manhattan” (ou Queens + bairro /Brooklyn + bairro). Não é para dizer o nome do seu hotel. Se for um grupo de mais do que 4 pessoas, vocês vão ter que se dividir em 2 ou mais táxis. Táxis levam no máximo 4 pessoas, e isso também vai depender do tanto de mala que o grupo tiver.
  4. Quando entrar no táxi, dê as coordenadas para o seu hotel (rua e cruzamento) e relaxe. A tarifa é fixa, então ele não vai enrolar no caminho.
  5. Chegue feliz no seu hotel.

Resumo da opção 3

  • Custo: $52 (tarifa fixa) + $0.50 (tarifa) + pedágio (uns $6) + 20% de gorjeta = $70
  • Tempo: cerca de 30-50min, dependendo do trânsito;
  • Quem deve escolher essa opção: Quem tiver muita bagagem, estiver cansado e não entender muito inglês.

Esse post é parte de uma série sobre como ir do aeroporto JFK para o seu hotel em Manhattan. Os outros posts chegam já já!

Opção 1: Metrô

Opção 2: LIRR

Opção 3: Táxi (esse post)

Opção 4: SuperShuttle

Opção 5: Serviços de Transfer

Também não perca as nossas séries sobre como andar de metrô e táxi em NY.

Como ir do JFK para Manhattan? Opção 2: LIRR

Como fazer para ir do aeroporto JFK para o seu hotel em Manhattan? Você tem 5 opções, que dependem de seu orçamento, cansaço, e espírito de aventura. Esse é o post da opção 2.

Opção 2: LIRR

Você pode pegar o Long Island Rail Road (LIRR) para chegar em Manhattan. Essa opção é mais rápida do que pegar o metrô, mas também é mais cara. Então, o que fazer:

  1. Saindo do JFK, siga placas para o Airtrain. Esse airtrain vai te levar do seu terminal no aeroporto para a estação de metrô. O airtrain faz 3 rotas. Uma das rotas é a airline terminal route. NÃO pegue essa rota. Essa rota fica apenas parando nos terminais. A outra rota é na direção Howard Beach. NÃO pegue essa rota. Pegue o airtrain na direção Jamaica Station.
  2. Saindo do airtrain, siga as placas para o subway/LIRR. Basicamente, é só seguir todo mundo. Para sair do lobby da estação do airtrain você precisa pagar $5 por pessoa. Para isso, vá na maquininha e compre um Metrocard do tipo “pay-per-ride“, coloque $5 por cada pessoa do seu grupo e pague para sair da estação. Agora, siga as direções para o LIRR (Long Island Rail Road).
  3. Agora você precisa achar a máquina (LIRR tickets) para comprar a sua passagem do trem. Compre o ticket para New York Penn Station. Se você estiver comprando o ticket (e for usar!) entre 6-10h e 16-20h, você deve comprar os tickets peak hour, que custam $9.50/pessoa. Se for fora desses horários, compre o off peak, que custa $7 por pessoa.
  4. Ainda na parte de cima, veja qual o trem vai para a Penn Station e pegue esse trem e desça na Penn Station (última parada desse trem).
  5. Da Penn Station você pode pegar um metrô (NÃO recomendo) ou pegar um táxi para o seu hotel. Essa é minha recomendação.

Resumo da opção 2

  • Custo: entre $12 ($5+$7) e $14.50 ($5+$9.50) por pessoa + $10 do táxi para o hotel;
  • Tempo: cerca de 50min, sendo 15-20min de airtrain e 20-30min de LIRR;
  • Quem deve escolher essa opção: Quem não tiver muita bagagem (1 de mão + 1 média por pessoa), não estiver muito cansado, entender inglês razoavelmente,  e souber se virar bem quando se perde em lugar desconhecido, quiser economizar um pouco e estiver em até 2 pessoas.

Esse post é parte de uma série sobre como ir do aeroporto JFK para o seu hotel em Manhattan. Os outros posts chegam já já!

Opção 1: Metrô
Opção 2: LIRR (esse post)
Opção 3: Táxi
Opção 4: SuperShuttle
Opção 5: Serviços de Transfer

Também não perca as nossas séries sobre como andar de metrô e táxi em NY.